Arquivo de Junho 2nd, 2011

Sony no pulso ?

Como podemos ver, no ano que estamos, que já nos encontramos muito avançados; Temos dispositivos portáteis do tamanho da nossa mão, cheios de aplicações com acesso a tudo o que quisermos no momento. Mas e em 2020? Como estará a tecnologia nessa altura?

Encontrei um artigo sobre um produto da Sony, desenhado por Hiromi Kiriki, que talvez tenha data prevista para daqui a 9 anos !

Sony Nextep Computer Concept for 2020 by Hiromi Kirikinextep6nextep7nextep9nextep3

Este é um dispositivo para usar no pulso. Dispõe de um flexível OLED touchscreen e estão previstas características tais como um projector holográfico que servirá de ecrã e um teclado extra que supostamente se poderá retirar de dentro da bracelete.

Vê-se mesmo, daqui a 10 anos, a comprar gadgets deste género e tão avançados ?

Mónica Almeida

As casas do futuro

Uma vez que todos nós sentimos interesse por questões relacionadas com as inovações tecnológicas pensei que seria interessante mencionar este tema e propor-vos uma breve olhadela aos inúmeros sites disponíveis sobre o assunto e fazer uma breve pesquisa.

O conceito de casa do futuro consiste uma casa futurista, completamente equipada com a mais diversa tecnologia de ponta. Apresentam um enorme conjunto de soluções de automação doméstica, num ambiente seguro, lúdico, confortável e moderno.

Há medida que nos interessamos pelo tema, apercebemo-nos de que há inúmeras casas intituladas de “casas do futuro”. Em Portugal já existe uma casa destas na Ericeira e foi inaugurada a 22 de Março de 2009.

É interessante verificar que a tecnologia bem aplicada nos possibilita uma vida de extremo conforto, faz com que percamos menos tempo em tarefas que passam a ser feitas rápida e facilmente por distintos aparelhos com uma idêntica ou maior eficácia, acabando por nos permitir viver uma vida mais calma e produtiva. Estas casas respeitam o meio ambiente a saúde dos moradores. São desenvolvidas através de um processo que se baseia na sustentabilidade, e têm uma meticulosa gestão de todos os recursos.

Algumas das possíveis transformações em termos práticos:

Na cozinha vamos encontrar: electrodomésticos comandados a distância; frigoríficos com centros de comunicação, Televisão e agenda (podendo fazer encomendas automaticamente quando algum produto falta.); selecção automática do lixo; reutilização da agua; aparelhos anti-odores; maquina de lavar loiça sem pré lavagem , libertando o detergente armazenado na própria maquina; mesa com local de aquecimento de comida; fogão autónomo (tendo por cima do local da panela um mecanismo independente, onde armazena informação de receitas, que ao serem escolhidas é enviada, ao mordomo, a lista dos ingredientes necessários para este os recolher e por fim proceder à confecção).

No escritório: sistema computorizado que comanda toda a casa (localização dos residentes, controlo dos tectos automáticos, câmaras…); usos de equipamentos Hitec ; Cadeiras relaxantes; possibilidade de tele-trabalho, permitindo estar automaticamente ligado ao local de trabalho;

Estudio/ Homecinema: Ecrã plasma gigante; paredes que variam de cor consoante as imagens do ecrã para ajudar a um maior envolvimento do filme; cadeiras/ sofás; colunas em toda a área (paredes, tecto, chão);

Quarto de casal: Televisão com possibilidade de emitir dois canais diferentes simultaneamente; ligação a todos os canais do mundo; cama que muda de temperatura em função da real; gavetas que abrem ao toque; base de dados que permite seleccionar tudo o que se encontra dentro de casa, que seleccionados são trazidos ao utilizador; computador virtual; espelho na parte interior da porta que transmite canais de televisão;

Casa de banho: banheira com hidromassagem, com controlo de nível de água evitando gastos desnecessários; chuveiro com separatório amovível, secador de cabelo incorporado na parede, aquecedor de roupa; paredes que podem aquecer no inverno evitando o vapor de agua.

Exterior: Caixa de correio inteligente que informa os residentes quando contém algo; porta de entrada com sensor para reconhecer residentes; jardim interior com cães robot que reagem à presença de estranhos; alertas de eventos ocorridos na ausência dos residentes; portas envidraçadas que transmitem calor para o interior da casa; sistema que permite navegar pela casa, sendo restrito aos residentes; comando que permite controlar a casa do exterior; garagem automática que reconhece as viaturas dos moradores; parque infantil com um segurança robótico que vigia as crianças.

Este é apenas um exemplo de como a tecnologia pode melhorar e alterar completamente o meio em que vivemos. Contudo este tipo de casas não estão ao alcance de qualquer um de nós, antes pelo contrário, este tipo de casa é dirigida apenas a um grupo de pessoas com grande poder económico. Aos restantes que não podem desfrutar deste conforto e/ou experiencia resta apenas imaginar como seria viver numa casa assim.

Carmen Gouveia

Efeitos Especiais

Efeito especial é o nome dado a qualquer uma de diversas técnicas usadas na indústria de entretenimento, cinema e televisão para realizar cenas que não podem ser obtidas por meios normais ou ao vivo.

Os efeitos especiais criam e recriam o impensável, um mundo que não é real, um mundo diverge do nosso, repleto de magia e possibilidades. Criam um mundo que nos envolve num cenário fictício, maravilhando-nos por completo. A criação destes cenários que tanto nos entusiasmam só se tornou possível com a computação gráfica.

Computação gráfica é a área da computação destinada à geração de imagens. No geral em forma de representação de dados e informação, ou em forma de recriação do mundo real. Esta pode possuir uma infinidade de aplicações para diversas áreas, desde a própria informática, à produção de interfaces gráficas para software, sistemas operacionais e sites na Internet, com vista na produção de animações  e jogos.

Os efeitos especiais evoluíram na seguinte linha, surgiram com os tradicionais efeitos teatrais como a restauração, e evoluíram com as técnicas cinematográficas clássicas inventadas no início do século XX , ganharam importância com a fotografia aérea  e impressão óptica, e culminaram com a computação gráfica.

Os efeitos especiais dividem-se em duas categorias os efeitos visuais ou ópticos que consistem na manipulações de imagens fotografadas, ( e se produzem ou de forma fotográfica, através de impressão optica, ou visual  através da computação gráfica) e os efeitos físicos ou mecânicos, obtidos durante filmagens ao vivo. Estes últimos, incluem adereços,cenários e pirotecnia. Podemos dividir ainda os efeitos especiais em três categorias: sonoros, produzidos digitalmente ou com a colaboração de mixagem de som; visuais, que são produzidos digitalmente, com o auxílio da computação grafica, e os efeitos físicos, que se traduzem nas maquilhagens, sets, etc.

Podemos dizer que a evolução do cinema dependeu e depende ainda, da evolução da indústria do Software e vice-versa. A necessidade e a ambição juntam-se com o objectivo de obter filmes mais realistas, envolventes e surpreendentes. Obrigam a evolução da indústria cinematográfica e de software, tal como a de hardware que também se vê obrigada a responder às exigências que os efeitos especiais requerem (como as de processamento, armazenamento, entre outras).

A procura de softwares cada vez mais recentes e capazes de fazer coisas inimagináveis, leva a uma constante evolução destas indústrias. Podemos dizer que a evolução do cinema encontra-se directamente ligada ao avanço da tecnologia, seja na forma de distribuição, na do conteúdo ou na de produção.

A nós resta-nos apenas esperar por novas tecnologias aplicáveis ao nosso quotidiano, aparelhos diversificados a preços acessíveis e filmes mais realistas, que nos façam sonhar com um futuro misterioso e porventura, melhor que o actual.

Carmen Gouveia

Software de Música

Hoje se fazer música é muito mais fácil do que pensa, basta um simples programa editor de música instalado em seu computador e você pode se tornar um compositor, uma grande qualidade destes programas é que você pode compor música no seu computador e depois reproduzi-la no mesmo, diferentemente de antigamente em que era um processo manual e muito mais complexo  da escrita que era feita na pauta musical, com a evolução tecnológica nestes programas  você pode compor, utilizar  o mesmo como playback,  utilizar a funcionalidade do metrónomo do programa para desenvolver aprimorar sua técnica de velocidade  para evoluir seus estudos, e depois  salvar suas composições  na memoria de seu computador  se tiver interesse poderá  depois imprimir  a partitura pronta  sem erros e com a certeza que por exemplo a notas tem a duração correcta no compasso correcto a velocidade da musica esta no tempo que lhe agrada e etc.

Um software muito utilizado e que vem ganhando grande credibilidade e receptividade dos seus usuários é o Guitar pró 6 um editor multitrack ( gravação de som que permite a gravação em separado de múltiplas fontes de som para criar um todo coeso) de partituras e tablaturas desenvolvido pela empresa francesa arobas music que pose ser utilizado no Windows, Mac OSX e Linux a partir da ultima versão. É muito interessante a ultima versão deste software pois ele em comparação aos softwares anteriores do mesmo da mesma empresa consegue reproduzir quase que fielmente o timbre característico de cada instrumento disponível neste software desde instrumentos de cordas até instrumentos percussivos.

Maurício Teixeira

@DavidCrystal

A Primeira Vez

O desenvolvimento da tecnologia não conhece um travão, mas tudo depende de cultura para cultura. Nos países e nas tribos pouco ou nada desenvolvidos, o conhecimento vem através do exterior, de outros que vão suportar ou ajudar a manutenção e alimentação dos mesmos.

Nos países em desenvolvimento, coisas novas aparecem todos os dias. Antes do aparecimento dos equipamentos e tecnologias actuais a dependência era zero, agora e cedo começam a usar e a depender dos mesmos. Das pinturas rupestres à imagem em movimentos, foi um caminho longo a percorrer, mas desde há uns anos para cá, que a facilidade de invenção é muito maior.

Fazer esboços, arranjar pincéis, comprar as tintas e telas é mais dispendioso e trabalhoso que clicar num botão e tirar uma fotografia. Até as máquinas fotográficas encontraram grandes mudanças e desde que incorporaram a gravação de video, que a compra e os custos subiram significativamente, pois é um aparelho que todos usam.

As novas tecnologias são feitas para facilitar, no entanto, não são nem de fácil acesso, nem fáceis de dominar, mas depois de aprender a utilizá-las é tudo mais rápido e eficaz. Os nossos avós, por exemplo, não tiveram a oportunidade de trabalhar com estes equipamentos, tão facilmente como nós, actualmente. É um “choque” para eles, quando lhes metemos um computador à frente ou uma máquina fotográfica reflex nas mãos. Se não estão familiarizados com tecnologias e equipamentos, como podem trabalhar com eles ou sequer nomeá-los?

Ana Gonçalves

Os telemóveis na sociedade

Os telemóveis na sociedade se tornaram tão indispensáveis, criando-se uma simbiose conosco e o aparelho que tornou-se praticamente essencial possuir este aparelho, é como se fosse uma parte vital de nosso corpo é muito difícil em um ambiente qualquer uma pessoa não possuir um telemóvel, praticamente quando alguém se  esquece de trazer o telemóvel consigo sentem-se  como se praticamente estivesse a faltar uma parte  de si próprio, tamanha se tornou a necessidade e o apego da utilização deste aparelho  e a cada dia que passa os telemóveis vão disponibilizando-se de novas tecnologias, são tantas as funcionalidades que este aparelho oferece que se fossemos analisar, chegaríamos a conclusão que não sabemos utilizar de todas as sua funcionalidades  a principio as funcionalidades que se tem mais utilização no telemóvel são a do telefone  e do SMS mas depende muito da personalidade e critérios do seu utilizador a quem se utilize mais da funcionalidade de musicas baixadas na internet no formato mp3 que a depender  do cartão de memoria do telemóvel pode armazenar  centenas de músicas  ou como também de telefones que se pode tirar fotografias com uma qualidade razoável de se poder também gravar vídeos  assim como inserir vídeos musicais filmes completos no formato para telemóveis o gp3 que na sua conversão do formato original compacta a memoria do vídeo e assim também percebesse uma certa perda da qualidade da imagem que se parece menos perceptível pelas dimensões reduzidas do ecrã  do telemóvel a quem prefira a inserção de e-books para disponibilizar seu tempo com a leitura e o mais impressionante disto tudo é que a cada dia se aumenta as funcionalidades do telemóvel e praticamente nem conhecemos todas e os fabricantes dos aparelhos utilizam estas novas funcionalidades apenas para que seus utilizarem comprem apenas seus produtos apenas por uma inovação simplória sem nada a acrescentar ao usuário.

Maurício Teixeira

 

How fast .. ?

Este vídeo, como é óbvio, é uma crítica ao Iphone e como as pessoas não resistem ao seu novo design e às suas aplicações;  a sua publicidade, a maneira como as empresas conseguem meter-nos a ideia de comprar tudo é de uma forma fantástica, porque de uma maneira ou outra, acabam sempre por nos ‘apanhar’. O produto em si, pode ser completamente desnecessário, não ter mesmo utilidade nenhuma e acabamos no fim sempre a ‘perder’.

Mas, infelizmente, não há uma forma eficaz de fazer parar toda essa publicidade que nos lava o cérbero, somos uma sociedade demasiado consumista para conseguirmos parar.

E não falta muito para a tecnologia avançar de tal maneira que todos os dispositivos que usamos para comunicar nos irão ser ‘entranhados’ no nosso corpo, e sermos controlados como robôs!

Este tópico tem muito pano para mangas, mas eu só queria focar o ponto mais importante: se um dia, houver uma break down de toda a internet, de todas as tecnologias, o que será feito da sociedade ? Na minha opinião, penso que será como se ‘uma família perdesse a mãe’, – dito por Dr. Stuart Fishoff, Editor do Journal of Media Psychology, num artigo da revista T3- as pessoas iriam perder a noção das coisas, não saberiam o que fazer da sua vida. Por isso acho que as pessoas, a nova geração deveria de tentar deixar o ‘vício’ para depois não terem de enfrentar as consequências da sua dependência tecnológica.

Mónica Almeida

Nada mais acessível

Se querem algo mais acessível que tirar o telemóvel do bolso, comecem a juntar dinheiro, mas ainda têm previstos 9 anos para o fazer.

 

A Sony vai lançar em 2020 um computador bastante flexível que podemos usar no pulso – Sony Nextep Computer – criado por Hiromi Kiriki. A necessidade de aceder à internet é tanta que, eventualmente, aparelhos como este iam acabar por existir. Marcado o lançamento para daqui a 9 anos, a Sony já nos mostrou um alguns detalhes do dispositivo, com três funcionalidades: relógio, bracelete e computador. Com um design suave, já tem diversas cores em mente, como o preto e azul; verde e branco e rosa e branco.

Se crêem que a vida continua depois de 2012 e se estão interessados, comecem a pensar em guardar algum dinheiro, mas ainda têm tempo. Afinal de contas, mais acessível é impossível.

Ana Gonçalves

Liberdade de expressão na televisão

A televisão na sociedade é um meio de transmitir informação para o publico, algumas vezes estas informações podem ser manipuladas através da edição do programa que será exibido ao grande publico, muitas vezes as edições podem mudar de sentindo, e consequentemente a coerência da informação, transmitindo ao telespectador uma informação contraria a que na verdade seria proposta, mas quando o programa é realizado ao vivo fica muito mais difícil este tipo de controlo só resta aos realizadores fazer com que suas atracções não abordem temas que seriam desconfortantes para emissora, que pudesse deixa-la numa situação desconfortável que pudessem perder a boa imagem diante de seus telespectadores. Um exemplo bastante notável foi durante uma apresentação do The Doors durante o programa do Ed Sullivan mais conhecido como o The Ed Sullivan Show, mais precisamente no dia 17 de Setembro de 1967, quando faltava quinze minutos ante de começar a apresentação do The Doors no programa o produtor do show pediu que a banda não cantasse uma palavra contida na letra da música “ligth my fire” no caso a palavra “higher” que fazia associação com o uso de drogas ilícitas. O produtor  do programa disse esta era palavra inapropriada  para um programa familiar como o The Ed Sullivan show Jim Morrison relutou inicialmente mas aparentemente terminou cedendendo  dizendo que mudaria o trecho da música, o produtor saiu do camarim e Jim Morrison comunicou que não retiraria o trecho da música e assim fizeram a apresentação no programa. Fizeram a apresentação Jim Morisson cantou a palavra que havia sido proibida para insastifaçao do produtor do programa e dos executivos da emissora  CBS e acabando a apresentaçao  do The  Doors o produtor  os informou que depois deste fato os seis apresentações que fariam no programa estava cancelada.

Maurício Teixeira

Inteligência Real

Quem disse que a internet só veio para perdermos tempo? Nada disso! O Lumosity é um site que nos mantém inteligentes. Para além disso, desenvolve outras capacidades como a atenção, a rapidez, resolução de problemas, flexibilidade e memória. Trabalha o nosso cérebro através de exercícios impostos que vamos fazendo.

A preocupação é tanta que nos envia um e-mail, a avisar que temos os exercícios diários já prontos a fazer. O desenvolvimento do cérebro é algo que deve ser feitos todos os dias, e o Lumosity ajuda-nos a fazê-lo.

Criado por cientistas, tem de facto resultados com sucesso e testemunhas reais que o comprovam. Quando nos registamos, inserimos a nossa idade, para dessa forma os mais de 40 exercícios serem de acordo ao tamanho do desenvolvimento. À medida que os vamos realizando, o site avalia e regista o percurso que fizemos e que ainda falta percorrer.

Podemos aceder no computador ou no telemóvel, é gratuito e dinâmico!

Ana Gonçalves

 

Espectacular demais para ter título.

Todos conseguem ver e ter noção de quão evoluíram os instrumentos que nos permitem captar os melhores ou mais importantes momentos. Já conseguimos chegar a filmar ou fotografar em 3D, só para ter uma pequena noção de a que passos andamos !

Não vou falar das novas televisões a 3D, nada disso. Mas sim da imensa qualidade que as últimas câmaras, seja de filmar ou fotografar. As coisas que se podem fazer, o que se pode mostrar, é de um feito espectacular. Venho mostrar-vos um fotógrafo que fez a famosa Aurora, Terje Sorgierd que com uma Canon 5D e usando Canon 17mm TSE, Canon 16-35mm II, Canon 24/1.4II e Sigma 12-24mm, criou projecto que não há palavras para descrever. 

A qualidade que as coisas tem hoje em dia, a sua sofisticação e simplicidade faz-nos agradecer tanto à evolução por termos estes regalos todos!

Mónica Almeida

Evolução da Urna Electrónica

Depois da independência do Brasil foi elaborada a primeira legislação eleitoral brasileira, por ordem de D. Pedro I, a qual seria usada na eleição da assembleia-geral constituinte de 1824. Os períodos colónia e imperial foram marcados pelo voto censitário e por episódios frequentes de fraudes eleitorais. Havia por exemplo o voto por procuração, onde o eleitor poderia passar o seu direito de voto para outra pessoa. Não existia título de eleitor e as pessoas eram identificadas pelos integrantes da mesa apuradora e testemunhas. Assim, as votações contabilizavam nome de pessoas mortas, crianças e moradores de outros municípios. Somente em 1842 foi proibido o voto por procuração.

O título de eleitor foi instituído em 1881, por meio da lei saraiva. Os casos de fraudes continuaram a acontecer pois os títulos não possuíam foto. Em 1889, depois da proclamação da República, o voto ainda não era direito de todos: menores de 21 anos, mulheres, analfabetos, mendigos, soldados rasos, indígenas e integrantes do clero, estavam impedidos de votar. O voto directo para presidente e vice-presidente apareceu pela primeira vez na constituição de 1891.

O período da República Velha, que ao final do império até a revolução de 1930, foi marcado por eleições ilegítimas. As fraudes e o voto do cabresto eram muito comuns, com os detentores do poder económico e plítico manipulando os resultados das urnas.

A década de 90 trouxe grande novidade para a história do voto no Brasil, as urnas electrónicas. Em 1996 elas foram utilizadas pela primeira vez em eleições municipais e em no ano 2000 foram introduzidas em todo país. Essa experiência trouxe mais confiança ao processo eleitoral, agilizou ainda mais a apuração dos votos, o que é melhor: Reduziu significativamente ou praticamente eliminou as fraudes.

A urna electrónica foi utilizada pelo sistema VirtuOS até 2006. No ano de 2008 o TSE (Tribunal Superior Eleitoral) optou por trocar o sistema VirtuOs pelo livre Linux, este que é mais económico, tem um processo mais transparente e reconhecidamente um sistema mais seguro. Esses dois sistemas possuem um gerador de mídia e subsistema de instalação e segurança. É no gerador de mídia que os dados das secções eleitorais são transferidos para o flash card de carga e futuramente introduzidos na urna electrónica e onde ficará a gravação dos disquetes utilizados durante as eleições.

Os subsistemas de instalação e segurança têm por sua vez a função de controlar o acesso. Este sistema permite a criação de um trabalho homogéneo e seguro possibilitando o controlo do processo de inseminação de informações nas urnas.

A última etapa percorrida pelo software para chegar à urna electrónica é feita por meio do flash card. No processo de inseminação de informações o flash card de carga é inserido no slot (ranhura) de flash externo e a urna é ligada, em seguida há execução de programas que formatam o flash card interno e copiam os arquivos de aplicação, os arquivos do sistema operacional e os arquivos de controlo. A urna é então desligada e o flash card de carga é substituído pelo flash card de votação. O disquete de votação é inserido no accionador de disquete e a urna é novamente religada.

São realizados vários procedimentos de verificação de integridade do hardware e do software. Não sendo encontrados problemas, a urna é desligada, lacrada e está pronta para ser utilizada no dia da votação.

Victor Mota

Eu virtual

Para além das célebre redes sociais, como o facebook, existem as realidades virtuais, onde podemos comunicar com pessoas de todo o mundo. Criamos um avatar e numa “cidade” criamos uma vida.

Visto que ninguém nos conhece, pois podemos criar um avatar que seja completamente diferente à nossa forma física, podemos também fazer tudo aquilo que quisermos, até ao momento em que quebramos as regras e condições do site e aí, somos expulsos. Este tipo de realidades acabam por criar dependência, pois perdemos tempo a jogar e a planear uma “vida”, aquela que queremos e, muitas vezes não podemos fazer na real.

Os Sims, são algo parecido, mas a única diferença é não serem online e não podermos comunicar com outras pessoas.

Para além do Second Life, temos também o IMVU ou o jogo RPG, World Of Warcraft, também muito conhecido e neste último, há pessoas que chegam a ficar horas em frente ao computador a jogar.

Para mais detalhes, um video de uma música que relata muito bem o que querem dizer com este assunto.

Ana Gonçalves

Easy money.

Palavra mais usada nos últimos meses: crise. Pergunta mais questionada: o que fazer ? A resposta é que ninguém a vê. Como séria viciada em Internet e computadores pensei: Porque não fazer dinheiro fácil passando tempo aqui na mesma ? Pergunta a qual fui investigar claro. Encontrei pequenas soluções, nada que faça deixar o emprego que temos nem nada que substitua um emprego sério, só se tiver imensa sorte no que faz !

Nº1: Participar em questionários. Em portugal é uma coisa difícil de se encontrar, mas fora do país existem imensos sites que fazem este tipo de questionários, relacionados maior parte com negócios, como se quisessem fazer uma prospecção de mercado!

Aqui fica um exemplo: http://www.getpaidsurveys.com/

Nº2: Através de um Blog. Basta criar um com passos muito simples, ou se já tiver um, melhor ainda. Para ganhar algum, basta inserir publicidades, uma boa técnica de marketing não só para o blog como a marca que estiver a ‘pedir’ publicidade.

Nº3: Criar um website. Nada de extraordinário, uma coisa simples e básica dará. Podemos tratar de vender produtos, de outras pessoas e ficar um uma percentagem; Tratar da publicidade de várias marcas de outros produtos, como este exemplo http://www.milliondollarhomepage.com/, em que vendia 1 pixel a 1 dolar cada, e tinha 1 milhão de pixeis, imaginem o dinheiro que não fez! E muitas outras ideias, basta ser criativo e ter força de vontade que tudo há-de aparecer!

Nº4: Vi também que podemos obter dinheiro a fazer pequenos artigos para revistas ou jornais ou até blogs! Agora só falta é saber quais..

 

Ideias é que não irão faltar quando o dinheiro começa a apertar. Para uma grande ajuda vou referir este site que tem das melhores ideias: http://www.101waystomakemoney.com/

Mónica Almeida

 

“Story of stuff, full version; how things work, about stuff ”

Quando obtemos algum aparelho electrónico com um custo muito baixo, não pensamos em que factores é que foram produzidos, mal sabemos as condições que os funcionários estão à trabalhar, na degradação do meio ambiente, nas grandes empresas que constroem suas fábricas em países subdesenvolvidos a fim de conseguir mão-de-obra com pagamento de salários com valor menor para poder rentabilizar, com mais eficácia e numa proporção maior seus investimentos e também não degradar seus países de origem neste vídeo “Story of stuff, full version; how things work, about  stuff ” demonstra todo este processo de uma forma bastante interessante afim de podermos fazer uma análise bastante sucinta de tudo isto que esta a acontecer e por vezes não damos atenção necessária.

Maurício Teixeira

 

Vídeo aulas de música


Com o desenvolvimento dos meios de comunicação a música tornou-se mais acessível para toda gente, antes tínhamos de ir a uma loja especializada a fim de obter um disco desejado, hoje com o desenvolvimento tecnológico podemos ter a música que almejamos em questão de minutos, na música em relação ao aprendizado da técnica de um instrumento musical não foi diferente, antigamente para se poder tocar uma música, era necessário ter um conhecimento teórico sobre música ou ter uma audição apurada, para quem não sabia ler partitura  conseguir executar a música que desejava-se. Anteriormente precisávamos de ter aulas com um professor de música afim de acompanhar nosso desenvolvimento e transmitir todo conhecimento necessário para termos a habilidade necessária para tocarmos, nos dias de hoje  se tem as vídeos aulas pela internet na qual podemos tocar as músicas que desejamos rapidamente, nessas vídeo aulas como por exemplo a de guitarra que consiste de um professor que nos ensina passo a passo a tocar uma música com o auxilio de uma tablatura para ajudar na assimilação da vídeo aula afim de poder tocar mais rápido e com mais facilidade as músicas tocadas na vídeo aula. Necessariamente a vídeo aula ajuda as pessoas que querem aprender a tocar as músicas que gostam, mas apesar que, nestas vídeo aulas diferentemente de ser ter uma aula com um professor pessoalmente não se poderá ter todo o conhecimento teórico, será apenas uma forma mais rápida de se aprender uma música mas não se terá como desenvolver sua musicalidade de uma forma mais expansiva. Um site muito conhecido no Brasil é o www.cifraclub.com.br  que além de se  ter a cifra das músicas, partituras e etc de vários cantores oferece aos seus usuários gratuitamente as vídeo aulas. No vídeo apresentado abaixo temos um da execução de uma vídeo aula de forma bastante simplificada do compositor e cantor brasileiro Caetano Veloso.

Maurício Teixeira

A vida sem os novos média

A tecnologia pode ser definida como uma aplicação de conhecimentos para fins práticos, processo, invenção ou método tecnológico. Tudo que é criado para facilitar as actividades humanas. Parece ser uma força que domina a Terra, que rege numa determinada sociedade, dominante na cultura de qualquer povo. Não basta tê-la, é necessário saber o que fazer com ela, como manusear, quais suas funções, quais suas utilidades…

Vale ressaltar que o meio que vai compor a era electrónica, a qual vivemos actualmente, será a electricidade, onde todos os media irá depender dela. A extensão tecnológica está associada com a sociedade e como as pessoas pensam em função dos novos média no seu convívio. Pergunto-me se houvesse um apagão geral, como ficaria o mundo? Como as pessoas iriam reagir ou conviver com essa realidade?

No filme “Escape from L.A” ou “Fuga de Los Angeles”, nos remete a ideia de como seria nossas vidas sem electricidade. Uma ficção científica onde um dispositivo de pulso electromagnético é detonado e todo o mundo fica sem electricidade.

A tecnologia avança muito rápido, e muitas as vezes esquecemos que um dia já pôde-se viver com poucos recursos tecnológicos. Sem dúvida o processo de evolução foi e sempre será muito útil, porém cabe a nós, pensarmos uma maneira em que os produtos tecnológicos funcionem de maneira independente da energia eléctrica.

Victor Mota

O confortável meio ambiente

Ao falarmos de equipamentos e dispositivos electrónicos, vêm-nos desde logo à cabeça, inúmeros aparelhos com os quais lidamos diariamente. Aparelhos com inúmeras finalidades, aparelhos grandes, pequenos, levem, pesados, bonitos, feios, coloridos, práticos, úteis, mais fáceis ou difíceis de usar, mais ou menos actuais, mais ou menos fora de moda.

Lembramo-nos mais uma vez dos telemóveis, dos leitores de mp3, dos i-phone’s , das máquinas fotográficas, das maquinas de filmar, dos computadores portáteis, carregadores,  e todos aqueles nossos aparelhos que utilizamos tão frequentemente no nosso quotidiano.

Mas esquecemo-nos que estes são apenas os nossos aparelhos… Quando acordamos em sobressalto com o despertador, (seja este o do telemóvel ou não) lá estamos nós perante algo electrónico, quando nos levantamos e ligamos a aparelhagem (para quem gosta de ouvir as noticias ou musica logo pela manhã) lá estamos nós perante outro, quando ligamos secadores, aquecedores, frigoríficos, máquinas de lavar e secar, televisões e todo um conjunto de equipamentos e aparelhos necessários ao nosso bem-estar lá estamos nós perante muitos outros.

Ao saímos de casa, seja para ir trabalhar, estudar ou mesmo para o centro comercial fazer compras, repetimos todo este incansável processo. Lidamos novamente com mais e mais máquinas. Queremos e ansiamos sempre por mais e melhores máquinas, que facilitem ou mesmo nos façam o trabalho que nos é destinado. Sem nos apercebermos juntamos cada mais dispositivo à nossa vida e ao mundo.

Estes equipamentos têm muitas vezes um prazo muito limitado de duração, uns são mais frágeis, outros mais resistentes, mas com o tempo e o uso todos acabam por se estragar, levando-nos a gastar mais dinheiro ou num arranjo provisório ou mesmo numa nova compra. O nosso objectivo é sempre o mesmo, manter o nosso nível e qualidade de vida. Agimos como consumistas, cegos de qualquer responsabilidade.

Por outro lado, será que cada um de nós já parou para pensar no que estamos continuadamente a fazer ao planeta? Claro que sim, e claro que uns mais outros. Quem de nós nunca atirou um papel para o chão quando não o devia ter feito? Hoje em dia fala-se na poluição, na reciclagem, nos males que o ser humano provocou e continua a provocar no planeta, fala-se no degelo, no aumento das temperaturas, na subida do nível da água, na extinção de algumas partes do planeta, etc.

As pessoas adoptaram uma postura positiva e activa relativamente à questão da sobrevivência do planeta. Mas, na realidade adoptaram apenas uma postura menos negativa. Diz-se que se Polui mais, mas em contrapartida também se recicla mais.

Ora, será que é mesmo assim que as coisas devem funcionar? Será que obteremos mundialmente algum resultado com esta política? Será que por reciclarmos, por utilizarmos de forma ponderada a agua e os recursos que possuímos e consumimos, que por andarmos de transportes públicos e adoptarmos um conjunto de medidas praticas que juntos vamos conseguir salvar o planeta?

Ora a resposta é não. Não, porque adoptamos uma postura hipócrita e pouco sabia nesta questão. Iludimo-nos e congratulamo-nos pensando que fazemos o que podemos mas continuamos a compactuar com a compra de mais e mais aparelhos.

Como podemos acabar ou amenizar a poluição se quando o nosso telemóvel ou qualquer outra coisa se estraga, corremos para o substituir? Viveremos numa profunda ingenuidade? Num profundo desinteresse? Ou vivemos num profundo conforto? Um conforto que é tão imponente e vincado que nos impede de abdicar dele em prol de uma causa maior?

Será que as revoluções tecnológicas e industriais trouxeram um novo mundo a explorar, ou uma nova forma de acabar com o mundo?

Haverá de facto forma de parar este processo? E vontade?

Carmen Gouveia

Encenações do EU

Todo mundo possui uma segunda vida virtual, onde o meio que liga-nos a este novo mundo é a internet. A vida no ecrã pode ser definida por si próprio, adquirindo assim uma segunda identidade e personalidade. A tecnologia pode ser conceituada em relação ao sujeito como uma tecnologia de produção, de signos, (onde pode-se utilizar uma linguagem simbólica), de poder, (onde todas as instituições são técnicas do poder, ex: escolas.) e aquela onde cada indivíduo possui meios que defini-o.

A ligação permanente com o “meio” nos possibilitará à uma projecção pessoal, onde o computador passará a ser um objecto afectivo e de grande interacção. O que estará em questão no ciberespaço (um espaço que não necessita da presença física do homem, criando assim o seu anonimato) é o panejamento de novas formas físicas e de intersubjectividade que exigem repensar as possibilidades de telepresença, que movem as distinções: presença/ausência e proximidade/distância, criando os “Avatares”, que interagem num espaço imaginário e com representações de outros indivíduos.

A identidade humana é, por natureza, múltipla, para muitos isso não é novidade, a novidade mesmo é evidenciar essa verdade e na possibilidade de encenar essa verdade, por meio da selecção de imagens e da criação de rede de amigos ou relacionamentos entre muitos outros. O sujeito também estará inserido no espaço da mídia onde ele tende simular suas identidades, configurando seu reflexo de acordo com o que ele deseja projectar.

Victor Mota

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