Arquivo de 1 de Março, 2009

A tecnologia como terapia educacional

O século é o XXI e a modernidade e invenção são as palavras que o definem!

A curiosidade e o crescimento pessoal transporta-nos cada vez mais para uma interface digital, onde encontramos hoje em dia o cruzamento entre o antigo e o moderno ao alcance de um motor de busca rápido e eficaz que nos mostra toda uma base de dados da nossa procura, onde a actualização é diária e o conhecimento é atingido de uma forma nitidamente crescente.

A luta entre o real e o digital, entre a pessoa futurista e o que tem uma visão mais atroz das coisas, tem vindo a provocar na sociedade um impacto tecnológico de grandes proporções. Se há uns anos atrás não se sonhava com uma evolução do mundo tão repentina, a verdade é que a evolução acompanha-nos a nós (geração experimental), como aos nossos pais (geração criadora), ou até mesmo aos nossos avós(geração progenitora). A ideia deste post é mostrar como os novos média nos metem e submetem diariamente à disposição uma rua da cidade, um centro cultural, um museu, um teatro, um cinema ou até mesmo um concerto. As povoações rurais e até mesmo as pessoas mais deslargadas do meio urbano estão desintegradas de uma cultura de massas proveniente de um não interesse causado muitas das vezes pelos preços praticados nas salas de espectáculos. E esta nova vaga de «excessivas modernices» pode trazer algo bastante positivo na formação cultural e no acompanhamento tecnológico destes cidadãos. Imagine-se que o meu avô ou o meu pai se recusam a dar 40 ou 50 euros para assistir a uma ópera! Porquê não juntar o útil ao agradável? Colocá-los frente a frente com uma nova realidade (a web), explicar-lhes calmamente o processo, maravilha-los com o primeiro toque com o rato, deixa-los descobrir uma caneta e um papel no teclado, e por fim, levá-los à ópera ou ao teatro ou ao filme que tanto queriam ver, sem sequer sairem do conforto do sofá de casa!

Sejamos honestos e capazes de admitir que a tecnologia é importante para a evolução da civilização, é inegável, trespassar ao civil mais e melhor conhecimento, arrastá-los para uma cultura moderna e o mais completa possível, ensinar o que é aprendível e essencial nos tempos que correm…dar a mão a uma sociedade inculta mas que generou a cultura da inovação, dar-lhes a mão assim como eu espero que os meus filhos ou netos me dêem quando de mim se tratar e por um ou outro motivo me deslargue da apredizagem contínua de que todos deveriamos ser apologistas e praticantes….a inovação tecnológica!

É certo que tudo isto tem as suas desvantagens (como tudo), mas se o novos média estão a servir para uma maior educação cultural dos povos, então que se evolua hoje, amanhã e sempre….

Luís André Sá

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Tipografia em Portugal

Na continuidade do que foi dito na aula de 20/02 sobre Tipografia, escrevo-vos hoje sobre três personalidades dedicadas a este tema em Portugal:
Um dos mais activos e importantes typeface designers (desenhadores de fontes digitais) do nosso país é: Dino dos Santos. Nascido em 1971 no Porto, licenciou-se em Design e Comunicação na ESAD de Matosinhos em 1994 e desde logo começou em trabalhar no ramo tipográfico. Iniciou a sua actividade docente em 1996 na ESAD – onde ainda hoje lecciona. O seu typeface design tem sido várias vezes premiado e reconhecido internacionalmente. O “Creative Review Design Award” foi atribuido à sua família de fontes «Andrade» – um tributo ao calígrafo português Manuel de Andrade (1670-1735). A sua tipografia “Nerva” foi alvo de menções honrosas pelo Typographi.com tendo sido incluida nas “Notable releases of 2005″, e a tipografia «Esta» foi considerada a «Best Serif Font» de 2005 pelo sitio www.myfonts.com.
Dino dos Santos apresenta as suas fontes (para cima de 30!) na DSType Foundry desde 1994, online em www.dstype.com/

Mário Feliciano é outro typeface designer português de sucesso. Nascido em 1961, começou a trabalhar como designer gráfico para o magazine “Surf Portugal” em 1993, e desenvolveu desde então uma série de fontes, sendo que algumas delas são bem conhecidas dos nossos olhos: as fontes dos jornais Diário de Notícias, O Jogo e Expresso, bem como a fonte exclusiva e o logo do Banco Espírito Santo, Mário Feliciano, que se tem concentrado no desenho de fontes para jornais e revistas, é delegado local da organização internacional ATYPI http://www.atypi.org
O seu atelier «Feliciano Type Foundry» mostra todas as suas criações .

Paulo Heitlinger, embora também produza e venda fontes digitais, é mais conhecido pelas suas publicações sobre Tipografia. É autor do livro “Tipografia, Origens, formas e uso das letras” e do website tipografos.net, onde publica com regularidade os «Cadernos de Tipografia de Design» e oferece dados actualizados sobre muitos assuntos relacionados com tipografia e comunicação. O site tipografos.net apresenta mais de diversos conteúdos, apresentando a História da Tipografia, designers contemporâneos, um Glossário e secções sobre jornais e revistas.

Para terem uma ideia sobre o trabalho desenvolvido por Paulo Heitlinger e sobre a questão da tipografia em geral , recomendo vivamente que consultem o seguinte link: http://tipo-projectotipografico.pt.to/

Saudações académicas,

André Rui Graça

Um olhar posto na primeira fotografia

Seríamos capazes de nos imaginar em 1826 a olhar para a primeira fotografia?

 

A verdade é que transportarmo-nos para o passado e sermos espectadores de uma fotografia, um filme ou um registo sonoro pela primeira vez é inimaginável.

Tornámos “tão nossos” esses acontecimentos que nos custa reflectir sobre eles.

Se no passado tivesse visto a primeira fotografia, por exemplo, ficaria perplexa e curiosa por saber como foi possível registar um momento nesse formato, porque seria algo novo e modernamente tecnológico para a altura.

Mas, nos dias de hoje, e acomodados pela tecnologia não se pensa nos mecanismos: Nunca ninguém olha para uma televisão e pensa como é possível existir algo assim. Sabemos, porém, que é necessária electricidade e que as tecnologias não são inteiramente independentes devido a esse factor, mas não muito mais que isso.

Fizemos da tecnologia um dado adquirido porque os avanços nessa área o permitiram. Vemos apenas o que o aparelho nos mostra. (Basta olhar para ver)

Por isso, seria difícil colocarmos um primeiro olhar em algo que assimilámos como banal.

 

 Fátima Macedo

O Homem perante o Homem

Divagar sobre os processos ou formas de gravação de som e imagem, recapitular ou inventariar todas as fases e avanços que esses mesmos processos atravessaram seria bastante mais fácil do que me colocar na posição do homem que ouviu a sua voz ou viu a sua imagem gravadas quando essa era uma hipótese completamente desconhecida.

 

Que reacção terá tido o homem que ouviu a sua voz e a sua imagem gravadas?

 

Mais do que imaginar a reacção geral à voz gravada (e nem sequer querendo alongar-me tentando supor as reacções dos descrentes), será (talvez?) mais interessante tentar imaginar a reacção do homem que viu a sua própria imagem gravada. Imaginar alguém que conhecia a sua imagem apenas de espelhos (com os quais poderia eventualmente fazer jogos de mímica) deparar-se com uma imagem sua, remetendo-o para um tempo já passado, observando a sua vida na terceira pessoa, é algo que deve ter provocado estranheza e curiosidade…

 

Mas que significava esse avanço tecnológico?

 

Possivelmente pouco significou para o homem que se observou “registado” pela primeira vez. Para nós, é um absorver de História, é ir até à vida de pessoas que viviam de uma forma que nos é totalmente inimaginável. Hoje, estamos totalmente dependentes dos pequenos gadgets que todos utilizamos e transportamos connosco, tornamo-los quase extensões do nosso próprio corpo. Temos necessidades de comunicação que esses gadgets nos impuseram e que seriam impensáveis há poucos anos. Se isto nos afecta e transforma a nossa forma de comunicar? Claro. Estamos cada vez mais independentes uns dos outros, com uma dependência da tecnologia a emergir cada vez mais. Por outro lado surgem novas formas de nos comunicarmos que são cada vez mais simples, acessíveis, fáceis de utilizar e bastante práticas. Surge uma nova cultura de comunicação fazendo cair em desuso a que era comum até então.

Nós somos a geração que está a experimentar tudo isto. Se a experiência falhar voltamos ao sistema anterior… Porém, quem conseguiria imaginar um mundo sem telemóveis, internet, Ipod, televisão, etc?

O Homem está cada vez mais perante si próprio mas, e talvez mais importante, está cada vez mais próximo de “ter voz”, se fazer notar, interagir onde até aqui seria impossível. E o avanço que isto significa em termos de liberdade é quase tão inexplicável como o Homem que se viu gravado pela primeira vez, o mesmo que percorria distâncias para conversar ou esperava horas e horas por uma notícia.


Ricardo Boléo

 

Estamos aqui a “postar”, não estamos?

Penso que todos estamos perfeitamente conscientes das acessibilidades que os novos média nos oferecem. Senão, neste momento, não estaria aqui em casa a escrever um post no blog desta mesma disciplina, no conforto do meu quarto, tal como outros de vós. Devemos admitir que até preferimos assim; até escrevemos mais rápido e já percebemos bem como se alteram os tipos de letra em que vamos postar isto e se queremos a negrito e essas coisinhas todas “nice”. Como esta acessibilidade existem muitas outras que vão a cada dia surgindo inumeradamente. Assim foi ao longo dos finais do séc. XIX e durante todo o séc. XX. Durante este período de tempo as novidades, principalmente a nível das comunicações e de novos tipos de registo que surgiram, marcaram o mesmo, dando-lhe um carácter revolucionário e de emancipação tão notória. Falo da fotografia, do vídeo, dos telefones, dos fonógrafos, entre outros, e da evolução que estes novos meios foram registando. Quem fala de tipos de registo e de meios de comunicação, pode falar de milhentos aspectos que marcaram esse período de tempo. Assistiu-se ao nascer de praticamente tudo. À emancipação feminina, ao subir das saias e ao romper do uso dos smokings todos elaborados, à ousadia dos novos géneros musicais, dos clubs, das roupas, do quebrar de certas normas… a novidade era uma constante. O séc. XX está recheado de primeiras experiências, do espernear de novas descobertas. Mas tudo isto podemos apenas imaginar como foi. Como seria ouvir um registo de som ou de vídeo pela primeira vez? Exactamente como todos imaginamos mas não conseguimos ao certo explicar. Isto deve-se ao facto de estarmos inseridos numa cultura de uma época completamente digital, ou dos novos média se preferirem. Mesmo que nos anos 80 ou 90, quando estariamos por nascer, a tecnologia não estivesse tão evoluída como agora vamos presenciando, a cultura em que estamos inseridos é por norma digital. Já existiam os jogos de computador, os Game boys ou os Tamagoshis, os computadores portáteis, a televisão, os telemóveis, mesmo que mais espessos e menos “fashion”, agora só há a diferença de que o Game Boy é Advance e osTamagoshis passaram de moda, os jogos de computador são mais violentos e elaborados, os pc’s portáteis são “fixes” é fininhos e bonitos e os telemóveis têm de ter máquina de fotografar, filmar, jogos 3d e gráficos todos do último grito. Já nascemos neste contexto, e crescemos ao mesmo tempo, nós e a tecnologia. Basta tentarem imaginar terem nascido em 1800 e pouco. Seria a mesma novidade, mas noutro contexto socio-cultural: sem computadores e se calhar com mais tertúlias, jornais (não em páginas de internet), mais passeios e menos horas em frente ao ecrã e, se calhar, até teriam sido vocês a fazer as primeiras experiências de filme sonoro e de fotografia ou a escreverem no jornal sobre as mesmas. Não conheceriam as vossas futuras noivas/noivos pelo Myspace ou pelo Hi5 e não acabariam uma relação por sms’s. É tudo uma questão de fecharem os olhos e pensarem nesta escada em caracol que é o passar do tempo. Agora simplesmente estamos noutro contexto social e temporal. Esta “nossa” cultura “modernista” pode-nos oferecer coisas boas e outras menos boas, mas isso é como tudo que simplesmente nos rodeia. Temos acesso a tudo e mais alguma coisa, dentro disto nem tudo é coisa boa. Isso é uma tarefa que deixo para cada um decidir. É uma espécie de salvação/destruição construtiva e pessoal.

Morgana Gomes

A Tecnologia Digital nas Artes

   Certamente que todos estamos de acordo quando se diz que a tecnologia digital e os novos media facilitaram a nossa vida em muitos aspectos. “À distância de um clique” encontramos oportunidades infindáveis e hipóteses muito variadas para ocupar o nosso tempo ou, ao invés, poupá-lo. Graças ao computador e à Internet podemos viajar por países longínquos, conhecer monumentos fantásticos, partilhar modos de vida e culturas. As possibilidades são infinitas.

   Do mesmo modo, no campo da Arte, a tecnologia digital trouxe muitas vantagens, embora, em contrapartida, conheçamos algumas sérias desvantagens. Para nós, que estudamos Arte, alcançámos a possibilidade de analisar obras (de pintura, arquitectura, escultura, música, literatura…) que se encontram fora do nosso alcance por variadas razões. No entanto, a Internet não permite, pelo menos ainda, o contacto directo que uma obra plástica, por exemplo, exige. Não contactamos com a textura, com as verdadeiras cores, nem sequer estamos inseridos no contexto espacio-temporal onde a obra realmente se integra. A partir de imagens ou de vídeo, temos sim, uma amostra aproximada do produto que pretendemos estudar.

Imagens do quadro de Leonardo da Vinci, “Mona Lisa”, encontradas no Google. As diferenças da cor entre as duas imagens são notáveis.

 

   De facto, acabamos por perder o contacto com livros, discos ou espectáculos ao vivo, porque podemos assistir a estes fenómenos através do computador ou da televisão, fazer download de músicas (cada vez mais músicos lançam as suas músicas na Internet, permitindo os downloads legais) e mesmo de grandes obras literárias… Embora esta situação acabe por se tornar positiva no campo económico pessoal de cada um, o prazer que tiramos destas actividades (leitura, audição de música, entre outras) é totalmente diferente. O contacto directo com as artes, na nossa sociedade, está, aos poucos, a perder-se. Entramos na era do mundo global e virtual.

    Apesar de tudo, temos de agradecer à tecnologia digital por nos proporcionar formas de arte como o cinema, a arte digital e a fotografia, géneros que aprecio verdadeiramente. A questão é a mesma: “tecnologia, sim ou não?”.

 

Ana Teresa Santos

A Má Tecnologia

Ainda pegando nos assuntos discutidos nestas ultimas duas aulas, dedico a primeira das minhas intervenções no blogue á questão da tecnologia e as suas hipotéticas contra-indicações, mais especificamente, as suas lacunas e ao cinismo das mentalidades menos progressistas que consideram mesmo que esta tem consequências nefastas á vivência do Homem.

Sobre tecnologia recaem as mais diversas acusações. Ela torna-nos preguiçosos, gordos, anti-sociais e mantém-nos acordados até ás 6 da manhã, contrariando o nosso próprio relógio biológico. Como em tudo na vida, tudo depende a que luz nos decidimos a avaliar a questão dos contras da tecnologia. Afirmo que o problema não está na tecnologia e como ela deu cabo do negócio dos estafetas montados e do artesão de ábacos. Os nossos avós podem pensar de outra forma, mas é mesmo uma ralação ter que sair da casa de alguém e atravessar meia cidade para transmitir algo tão elementar como “Hoje não janto” a alguém, quando se pode dizer “hj ñ janto” por SMS. E quem pensa o contrário muito provavelmente não sabe escrever num teclado numérico. É uma visão simplista, mas é muito útil e representativo para este debate.

Rufus Wainwright, um artista canadiano, propôs ao mundo no ano transacto (aos informados, pelo menos), que se passasse 12 horas do terceiro sábado de Junho de cada ano sem utilizar qualquer recurso que necessitasse de energia eléctrica. Sim, televisões e computadores contam. A rádio e o iPod não, mas rezem para que os tenham carregado no dia anterior. Electricidade é no fundo sinónimo de tecnologia. Eu não chamo a uma bola de basquetebol tecnologia pelo menos. Foi desenhada inteligentemente por alguém muito inventivo, mas não é “tecnologia” como hoje reconhecemos a palavra. Essa tarde, para quem for devoto ao artista o suficiente para seguir o seu mote ou um simples aventureiro, é o que chamamos coloquialmente de “uma grande seca”. As nossas mãos tentam-se nervosamente para o telecomando ao longo de todo o jejum tecnológico, porque precisamos do constante estímulo da informação. Este geração, mais que as outras, mimou-se ao ponto de necessitar quase ininterruptamente de “algo que fazer”. Eu nunca percebi aquela história dos meus pais terem coisas para fazer na rua quando tinham 16 anos. Eu estava lá de vez em quando, e aborrecia-me de morte. Uma televisão e um computador oferecem-nos variedade de informação, e a prerrogativa da escolha do que queremos ver ou fazer. Isto inclui falar com amigos, tratar de negócios, ver um vídeo no YouTube, ou saber as notícias do mundo (uma pessoa esquece-se que há algo mais no mundo que fabricas a encerrar na Golegã). É de resto o que mais louvo nesta oferta de informação que a minha geração tem ao seu dispor para usufruir quando e como quiser. Um escape á informação pré-mastigada que nos é proposta num telejornal ou até mesmo numa escola. Telejornais e escolas temos todos, mas quem trata do lado esquerdo do cérebro, e nos torna pessoas interessantes de se conhecer?

Somos escravos das comodidades que ela nos oferece, e desconhecendo ou não á priori, esse era um dos preços que iríamos pagar eternamente a partir do momento em que inventámos a roda. Hoje, na era do Meo e E-Banking, estamos no ponto sem retorno. E quem quer voltar de qualquer maneira? É um chavão mais que reciclado, mas nós não somos mais donos da tecnologia do que ela de nós. Não é preciso muita coragem para admitirmos que é mesmo muito confortável. E se é assim, continuemos.

Com isto tudo quero dizer, àqueles persistentes que chegaram a este paragrafo: O único errado aqui está no lado de quem prefere o boi em detrimento do carro. Se somos gordos e preguiçosos é porque o queremos ser, e não porque uma entidade inanimada como é uma televisão nos transforma. “As torradeiras não fazem as torradas, as pessoas é que as fazem”. É muito humano culpar outrem pelas lacunas de personalidade inerentes á nossa espécie. Se formos tão inteligentes como os cientistas propõem, até podemos inverter a questão e conseguir perfeitos antónimos destes atributos. Pegando no aspecto social, fiz mais amigos na internet que perdi “lá fora”, e mesmo que isto seja mentira, era algo que aconteceria duma maneira ou outra. Certamente não é por não interagir presencialmente com uma pessoa que isso aconteceu, e os motivos que fossem fogem ao espectro da temática deste post. No plano intelectual, despertou-me paixões. Mostrou-me cinema, musica, hobbies e pensamento crítico. Oferece este sortido de ferramentas que nos ajudam na nossa auto-construção, encarregando-se de percorrer o caminho onde a escola não vai, e tem um impacto inestimável nas personalidades desta geração que confiam nestas máquinas para os ajudar a crescer.

É tudo uma questão de ajuste de mentalidades, que advêm também da renovação de gerações. É o processo natural e orgânico que delimita eras, e que separa as lutas de gladiadores dos jogos de futebol. “Tecnologia: sim ou não?”. Toda a gente sabe a resposta.

-joao.mart


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