Arquivo de 26 de Março, 2009

Dia Tecnológico!!!

                Olhando para trás, depois de seguir com atenção o meu dia, confirmo o que pensava, nós todos, seres humanos, somos como “robots”, necessitamos da tecnologia para vivermos. A tecnologia marca o nosso dia, quer queiramos quer não, seja em grande quantidade ou em pequena, está sempre presente. Passo então, como foi sugerido, a descrever um dia meu.

                No inicio do dia quem me acorda é o telemóvel, que a hora programada me da ordens para sair de cama, se assim não fosse continuaria a dormir até que o meu corpo me desse ordem para acordar, logo esta é uma acção na qual a tecnologia esta inerente. Ao tomar o pequeno-almoço utilizo o micro-ondas, a torradeira e também a televisão para me fazer companhia enquanto faço a minha primeira refeição. Saio de casa e dirijo-me para a faculdade entretanto já enviei umas mensagens e recebi outras tantas. Para atravessar a passadeira carrego no botão do semáforo para mais rapidamente passar a verde, pois já estou atrasado. Durante as aulas a tecnologia é uma constante, seja pela utilização do computador, do retroprojector, ou do leitor de Cd´s. Ao almoço mais uma vez utilizo o micro-ondas, e ligo a televisão para me acompanhar durante a refeição, aqui nós “robots” mostramos uma necessidade humana, a de estar acompanhados nem que seja pela televisão. Durante a tarde continua o ritual de enviar e receber mensagens, utilizo ainda o telemóvel para jogar, tirar umas fotos e gravar uns vídeos. Ao chegar a casa antes de preparar o jantar, ligo o computador e a internet, consulto o meu email, vejo o meu blogue preferido e ponho música, ligo também a televisão para me acompanhar, mas sem som, para ouvir a música que o computador esta a passar. Depois disto coloco mãos a obra para o jantar, apetece-me inovar, vou a internet consultar uma receita, é mais prático que ter um livro de receitas de baixo do braço. Antes de me deitar há ainda tempo para ver um filme, ouvir um novo álbum ou consultar uns sites para estar a par da actualidade.

                Depois disto é fácil perceber como dependemos da tecnologia, como se de extensões do nosso corpo se tratasse, é inevitável, é o progresso, tem prós e contras, mas eu não me imagino a ter de fazer uma fogueira para cozinhar.

 

Davide Vicente

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Viva a Liberdade!

Tal como me foi requerido, fiz um registo dos momentos em que recorri à tecnologia, em especial meios de comunicação, durante um dia.

Por incrível que pareça, (simplesmente relato a realidade da passada segunda feira, dia 23 de Março de 2009) deparei-me com uma situação bastante diferente daquelas que têm vindo a ser aqui relatadas.

De facto, acordei com o despertador do meu telemóvel ao som de “Everything in It’s Right Place”, qual Vanilla Sky! Até sair de casa não tive contacto com nenhum tipo de tecnologia para além do frigorífico (se é que se pode considerar). Forçadamente, tive de recorrer ao meu passe electrónico para poder viajar no autocarro ( para quê passes electrónicos quando as vinhetas sempre funcionaram???). Durante as horas que estive na FLUC não utilizei nada que envolve-se directamente tecnologia, exceptuando o facto de ter assistido a aulas auxiliadas por projecções, e o troco do meu almoço ter sido processado por uma máquina registadora.

Ao fim da tarde regressei a casa utilizando de novo o meu passe “maravilha”. Passado pouco tempo abri o meu “laptop” e liguei-me à internet. Estive ligado durante uma série de horas, contudo, apenas me servi efectivamente da internet durante cerca de uma hora e meia, o tempo necessário para gerir e verificar as minhas contas de correio electrónico e visitar um ou outro site.

Quanto ao telemóvel e Messenger, devo confessar que foi um dia um pouco parado e, garanto, que apenas efectuei uma chamada telefónica por volta das 10:30 da noite que durou cerca de dois minutos. Não recebi ou enviei nem um sms e tive apenas uma curta e necessária conversa pelo Msn, sendo que esteve ligado durante horas. Apenas liguei a televisão para fazer um “Zapping” rápido em alguns canais de notícias, pois gosto de me manter informado sobre o que se passa no Mundo.

Como refiro em cima, este dia que vos relato foi bastante “morto”, mais do que o normal, mas para falar verdade, os restantes dias não são radicalmente mais “movimentados que este.

Desde pequeno que fui instruido que o telemóvel serve para dar recados rápidos e não para conversas longas, para isso existe o diálogo cara-a-cara. Concordo que a chegada da video-conferência e do “Short Message Service” muito contribuiu para trazer até mais perto de nós quem está longe e livrar-nos da solidão. Eu sempre preferi o contacto directo e nunca fomentei as conversas por sms – por Msn já é diferente – embora tenha-as de vez em quando. Até agora sempre convivi bem com a minha solidão e comigo mesmo e não tenho tempo nem temperamento para ser atendedor do meu “call center” pessoal!

Porém, admito que o nosso quotidiano está completamente dependente da tecnologia e que só vivemos num mundo mais simples e funcional graças aos novos média. De facto, tudo o que hoje temos com garantido é fruto da evolução que, por sua vez, é filha da mente Humana.

Em jeito de conclusão, confesso que me sinto escravo do telemóvel, apesar de não o usar efectivamente com frequência. Fico nervoso e receoso se me esqueço dele ou quando fica sem bateria. Gosto sempre de o trazer por perto pronto a funcionar, “just in case”…

Saudações Académicas

André Rui Graça


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