Quem domina quem?

I, Robot 

I, Robot (no Brasil, Eu, Robô e em Portugal, Eu, Robot) é um filme futurista americano lançado em 16 de Julho de 2004 pela 20th Century Fox. Eu, robô é baseado em uma história de Isaac Asimov, mais precisamente, nas famosas 3 (três) Leis da Robótica criadas pelo escritor. Nos contos da série, Asimov brincava com as diferentes implicações da lógica das leis, criando situações absurdas e perigosas para os humanos envolvendo os robôs, mas sempre elegantemente resolvidas também de forma lógica. No filme, contudo, a coisa é resolvida mesmo na base de muita pancadaria e perseguições, como é de praxe nas produções do cinema de ação estadunidense.

Em 2035 a existência de robôs é algo corriqueiro, sendo usados constantemente como empregados e assistentes dos humanos. Os robôs possuem um código de programação chamado Lei da Robótica, que impede que façam mal a um ser humano. Esta lei parece ter sido quebrada quando o Dr. Miles aparece morto e o principal suspeito de ter cometido o crime é justamente o robô Sonny. Caso Sonny realmente seja o culpado, a possibilidade dos robôs terem encontrado um meio de quebrarem a Lei da Robótica pode permitir que eles dominem o planeta, já que nada mais poderia impedi-los de subjugar os seres humanos. Para investigar o caso é chamado o detetive Del Spooner (Will Smith), e com a ajuda da Dra. Susan Calvin (Bridget Moynahan), precisam desvendar o que realmente aconteceu.
Posto toda esta apresentação e exposição do filme, e após o visionamento do mesmo. Acho que é um grande exemplo, como força de tecnólogia contra o homem, o que gera uma luta entre a máquina e o ser humano. Podemos assistir a este filme de várias perspectivas, na medida em que ele nos deixa inumeras interpertações. Este pode ser visto como uma lição, na medida em que muitas vezes deixamos, sem nos dar-mos conta que a tecnologia se apodere das nossas vidas, levando a percursões um pouco desastrosas. No entanto não nos podemos esquecer que estamos perante uma ficção, que se torna por outro lado irónica, porque retrata de forma exagerada é certo, toda a realidade dos dias de hoje. A nossa vida muitas vezes é dirigida pela tecnologia. Podemos dizer que se torna uma nova ‘droga’ para quem são sabe usar os média com conta e medida. Já ouvi relatos de individuos que se fecham em frente a um computador, resumindo a sua vida a um ecrã, num espaço limitado, criando um grande afastamento social. Esta grande ficção é um alerta para as nossas sociedades, e principalmente para todos aqueles que se fecham neste mundo!

Diana Reis

 

 

 

 

 

 

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