Arquivo de 5 de Março, 2010

A publicidade e o poder de sugestão

Quando nos deparamos com um anúncio, fica sempre uma dúvida, esse anúncio corresponde à verdade ou não passam de técnicas realizadas para manter a atenção e persuadir o espectador a comprar?

Ficamos assim com a motivação para partirmos em busca da verdade, procurar esse produto e realmente testa a sua veracidade, tal como no anúncio que anteriormente nos empurrou para essa busca.

O que nos leva a partir para essa aventura são essas técnicas subtis, mas capazes de transformar as mentalidades, que os criadores das publicidades delicadamente dão ao seu público.

Estas técnicas levam até o espectador mais céptico a acreditar naquilo que a publicidade diz, a querer aquilo que apresenta e até mesmo a convencer outros para adquirirem o tal produto.

A publicidade apresenta, assim, um carácter informativo, em que a informação do produto é totalmente apreendida pelo espectador, e o carácter persuasivo que trata deliberadamente de exercer influência sobre o espectador.

Quando a publicidade relacionada com os novos média, nos apresenta um produto, como um telemóvel táctil, em que tudo nele são facilidades, o espectador, começa desde logo a perguntar-se que possiblilidades são essas, resposta que é dada ao longo do anúncio, e se não for dada, daí nascerá a curiosidade para a procura desse produto.

Este é o caso do LG POP, lançado recentemente, com uma mensagem de campanha tão simples como “Tudo o que precisa. nem mais nem menos”, este telemóvel reúne todas as características necessárias para ser apelativo, desde a sua portabilidade à sua facilidade.

 O novo LG POP GD510 não é somente o telemóvel de ecrã totalmente táctil mais compacto do mercado, mas também o mais simplificado.

(http://www.lge.com/pt/telemoveis/modelos/LG-GD510.jsp)

Não só ficamos convencidos pelo seu aspecto como também envolve até os mais anbientalistas, sendo um telemóvel com características ecológicas:

Um telefone amigo do ambiente, concebido para poupar energia e proteger o ambiente. – A tampa protectora da bateria carrega o telefone com auxílio da luz solar (acessório vendido separadamente) – Livre de substâncias perigosas (incluindo PVC) – O sinal de bateria carregada é acompanhado de um beep – Embalagem produzida em papel reciclado

Eu fiquei convencida, e penso que não serei a única.

Se a questão é facilitar, para quê complicar com inúmeras teclas quando podemos utilizar os nossos dedos?

Para que servem as câmeras de filmar e fotografar se o nosso telemóvel tem uma imagem tanto igual ou melhor?

Então, rendemo-nos à tecnologia que a publicidade nos apresenta, ou continuamos a duvidar do que nos vendem?

É impossível não ficar pelo menos susceptível, quando nos dizem que temos tudo o que precisamos, nem mais nem menos.

Então, será mais ou menos?

Marta Pinto Ângelo

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