Arquivo de 29 de Março, 2010

A luz eléctrica é invisível

” A luz eléctrica é invisível, nós nem damos por ela… ” Esta frase foi dita pelo professor na aula do dia vinte e três de Março do presente ano. Recordo-me desta frase porque ela me despertou. Apontei-a no caderno e fiquei a reflectir. Claro que isto é uma antítese. Como é que a luz pode ser invisível? Mas a verdade é que a frase faz todo o sentido. A invisibilidade da luz não é utilizada ao pé da letra. Não é que a luz seja invisível, claro, simplesmente já estamos habituados à sua presença. A luz está no nosso dia-a-dia com uma presença tão forte que nem nos apercebemos que muitos, ou melhor, a maioria dos instrumentos que utilizamos no nosso dia só funcionam graças à luz eléctrica.

Não me recordo felizmente de ter ficado sem luz, pelo menos, não fiquei sem luz o tempo necessário para lhe dar o devido valor. No entanto, não consigo sequer imaginar a vida sem electrecidade. O telemóvel, o computador, a televisão, o secador de cabelo, o microondas, o frigorífico, a máquina de café, o leitor de dvd, são apenas alguns exemplos de instrumentos fundamentais no nosso quotidiano que directa ou indirectamente precisam de luz eléctrica para funcionar. Tudo isto sem falarmos na luz que precisamos para iluminar as nossas casas, as ruas, estradas, enfim, uma infinidade de locais iluminados onde passamos, ou estamos diáriamente sem nos apercebermos que a luz é o elemento fundamental.

Quando Thomas Edison construiu a primeira lâmpada incandescente, não imaginou que o mundo fosse ficar tão dependente da sua invenção. Todo este mundo virado para a tecnologia é um escravo da luz eléctrica. Por consequência, todos nós que nos deixámos envolver por esta rede infindável de tecnologias cada vez mais avançadas, somos igualmente dependentes da luz. E tudo isto não é um problema. A luz eléctrica não é um problema, pelo contrário, a luz eléctrica é uma solução. O problema, no meu ponto de vista, é o facto de nós não termos consciência do quanto ela ( luz eléctrica)  é fundamental para nós. É neste contexto que o professor referiu que a luz eléctrica é invisível. Uma frase em que vale a pena reflectir.

Ana Filipa Fonte

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Alice in Wonderland em 3D

Em, “Alice in Wonderland”, Johnny Depp é o Chapeleiro Louco e Mia Wasikowska a Alice de 19 anos de idade, que regressa ao excêntrico mundo que encontrou pela primeira vez quando era criança reunindo-se assim com os seus amigos de infância: o Coelho Branco, Tweedledee e Tweedledum, a Ratazana, a Lagarta, o Gato Cheshire. Neste filme, Alice embarca numa fantástica viagem para encontrar o seu verdadeiro destino e acabar com o reino de terror da Rainha Vermelha. Realizado por Tim Burton para a Disney, foi filmado para projecção a 3 dimensões com uma fusão de imagens reais e animações foto-realistas. Esta longa-metragem vem na sequência do filme original (realizado por Cecil Hepworh). Apresenta uma banda sonora baseada na história e inspirada na personagem principal, Alice.

Nesta película, o efeito 3D envolve o espectador no meio. Porém, este não desaparece porque é necessário utilizar óculos para conseguir visualizar os efeitos. A colocação de óculos para ver efeitos em 3D, retira o objectivo da imediação, isto é, o meio não desaparece. Assim sendo, a hipermediacia encontra-se superiormente ligada ao filme, porque sendo um filme basicamente em 3D, o estilo de representação visual lembra ao espectador o meio que ele usa para ver.

Milton Batista


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