Arquivo de 6 de Abril, 2010

Como falar ao telemóvel sem emitir sons e fazer-se ouvir?

Investigadores do Instituto de Tecnologia de Karlsruhe, na Alemanha, estão a desenvolver um projecto para criar um telemóvel através do qual já não será preciso falar para se fazer ouvir, ou seja, o sistema irá interpretar os movimentos labiais e transformá-los numa voz sintetizada que irá ser ouvida no outro telefone.

O dispositivo, ainda em protótipo, foi apresentado na CeBIT, uma importante feira de indústria digital, em Hannover, na Alemanha.

O aparelho baseia-se numa técnica chamada electromiagrafia que capta os sinais eléctricos dos músculos. (Na actualidade, emprega-se para o diagnóstico de algumas doenças.) O protótipo emprega esta técnica mediante eléctrodos que se colam à cara do utilizador para detectar os sinais produzidos pelos músculos implicados na fala. Estes impulsos passam posteriormente para um dispositivo que os regista e amplifica. Depois, através de bluetooth, o sinal é transmitido para um computador portátil equipado com um software que permite converter o movimento num texto que, por sua vez, poderá ser lido por um sintetizador de voz.

Tanja Schultz, uma das investigadoras, disse, em declarações à BBC News, que no futuro todo este complexo sistema pode introduzir-se num telemóvel.

As implicações sociais do dispositivo poderão ser diversas, a mais imediata será ajudar a comunicação de pessoas que perderam a voz e, o  mesmo método pode ainda ser utilizado para traduções instantâneas.

Márcia Oliveira

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A evolução do cenário musical via Internet

Ao longo dos tempos, a mudança social implicou alterações da indústria musical.

Na década de 50 as pessoas procuravam novos artistas para lançarem no mercado fonográfico. As grandes editoras “pegavam” em pessoas/bandas, acreditavam e investiam com o seu próprio dinheiro nesses mesmos futuros artistas. Nessa altura, ter um bom empresário era fundamental para os músicos chegarem às grandes rádios.

Mas, os tempos mudaram. Hoje o cenário é diferente. O conhecimento das mais diversas bandas é feito por variadas fontes musicais sem precisarmos de estar conectados com as grandes vias de divulgação.

Não é mais necessário sair de casa para comprar o CD da banda que gostamos.

A revolução tecnológica chegou e instalou-se nas nossas vidas sem termos sequer a percepção deste feito.

Actualmente e cada vez mais, são as próprias bandas que disponibilizam nas suas páginas oficiais o download gratiuto das suas músicas. Fazem isto para se darem a conhecer mais depressa e porque sabem que se não for legalmente os cibernautas irão fazê-lo por uma via mais ilegal.

Se isto é bom ou não, não sou eu que o vou dizer. É claro que, e falando por experiência própria que se não fosse a Internet não teria o tão alargado conhecimento musical que tenho hoje e são muitos os músicos que vêem este novo caminho como um bom caminho que eles próprios utilizam.

Ana Catarina Monteiro


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