Arquivo de 7 de Abril, 2010

Alice no País das Maravilhas

O filme é visto com uma sequela do primeiro filme, Alice agora com 19 anos vê-se confrontada com um pedido de casamento e foge desesperada, caindo numa toca enquanto persegue um coelho branco, voltando assim aos País das Maravilhas, local que tinha visitado em criança mas que não se recordava, pensava que o local existia apenas nos seus sonhos.

Realizado por Tim Burton, o filme mistura imagens reais com imagens criadas digitalmente, usa a tecnologia 3D para criar um mundo encantado que envolve o espectador numa viagem incrivel, através da imaginação do realizador.

A tecnologia 3D permite que as imagens “saltem” do ecrã e que nos envolvam de forma a pensar-mos que estamos realmente dentro da tela e que fazemos parte do filme, mas tal só é possivel se colocarmos os óculos especiais que nos permitem ter acesso às imagens em 3 dimenções, sem eles as imagens ficam completamente desfocadas. Perdemos o efeito de imediação (em que o meio nos é ocultado e tenta não ser revelado) e passamos a ter a Hiperimediação que realça o meio e nos mostra  o mesmo.

Com o avançar da tecnologia  já estão disponiveis no mercado televisões com 3 dimensões e também consolas de jogos, quem sabe um dia quando formos ao cinema já não iremos precisar dos óculos especiais que nos permitem entrar num mundo com diferentes dimensões.

Mara Costa

Anúncios

Diferenças Tecnológicas

Desde o inicio do semestre, quando começámos a ter esta cadeira, que temos vindo a falar de novas tecnologias e novos inventos que deixam qualquer um a salivar. E é normal uma vez que a cadeira se chama introdução aos novos média.

O assunto sobre o que vou falar hoje surgiu-me ao ler o post da minha colega Joyce sobre o lixo eléctrico e electrónico. Se também o leram, sabem que a maior parte deste lixo é tratado nos países mais pobres e com menos condições.

Ao revermos o trabalho que estas pessoas têm, também nós temos que rever a nossa vida perante as novas tecnologias que todos os dias eles destroem.

Sabendo que todos os dias nos EUA, aparecem novos portáteis, cada vez mais finos, que se enrolam e metem na carteira, que já nem teclado incluem. Que todos os dias, saem novas plataformas de jogos, mais realistas, todas exuberantes e prontas para serem compradas. E sabendo que nos países em desenvolvimento a maior invenção existente é a de pequenos fogões a gás, que ajudam as pessoas a destruir o lixo. Só podemos chegar a uma questão. Como é que é possível ainda existir esta diferença tecnológica entre países desenvolvidos e países em desenvolvimento?

É difícil compreender como é que é possível eu estar a escrever este texto num portátil de apenas 150€ e vocês estarem a lê-lo na Internet, enquanto em países como a Nigéria e o Paquistão ainda não saberem sequer o que é um mp3.

Ainda mais complicado, é ver como nós estamos dependentes das tecnologias para viver o dia-a-dia. O computador, o telemóvel, o mp3, o microondas, etc etc.

Citando a publicidade da ZON:

“Se podia viver sem estas tecnologias? Podia, mas não era a mesma coisa”

E de facto não seria. Mas se pararmos para pensar, não era assim nos tempos dos nossos avós? E eles não morriam por não terem o telemóvel ou o portátil. E as pessoas da Nigéria e do Paquistão, ainda que não seja por escolha, também não vivem menos por falta destas tecnologias.

 

João Monteiro

Tempos Modernos

O filme Modern Times de Charlie Chaplin, do ano de 1936, é uma crítica fortíssima à sociedade que se implementou com a sociedade moderna e industrializada. A cultura das massas é aqui posta em causa de uma forma brilhantemente cómica.

Modern Times, Charlie Chaplin – video 1

Modern Times, Charlie Chaplin – video 2

Seria este o futuro que queríamos?

Recomendo a visualização do filme na integra, por exemplo através do youtube.

Joana da Costa Santos

A outra “cara” do Facebook

Quem é que hoje em dia não utiliza as redes sociais? O Facebook é, com certeza, das redes sociais mais usadas no mundo inteiro.

O que muitos ainda não sabem é o que acontece com os dados que colocamos nesta rede social.

Segundo um documentário feito no México sobre o Facebook “os usuários não sabem que de acordo com as condições do contrato que virtualmente assumem, quando clicam no botão ‘aceito’ estão sujeitos a que esta rede social tenha o direito exclusivo e perpétuo sobre toda a informação e imagens publicadas”. De igual forma, quando aceitamos a política de privacidade do Facebook autorizamos que a rede social mantenha a nossa informação e fotos em seu poder, mesmo quando cancelamos a nossa conta.

O Facebook pode, assim, fornecer as nossas informações, a empresas multinacionais, como “a idade, cor favorita, onde vivemos, a cor dos nossos olhos, o estado da relação amorosa e quantas vezes terminamos a relação com o nosso parceiro” e também “os nossos filmes preferidos, o estilo de roupa, as fotos de viagens, entre outros”, uma vez que milhões de pessoas disponibilizam informação detalhada sobre a sua vida sem se preocuparem com as consequências deste acto “ingénuo”. As pessoas colocam informação com o propósito de se fazerem conhecer melhor e não para as suas informações serem fornecidas a empresas privadas com vista à publicidade e outros fins.

O documentário refere que a verdadeira cara do Facebook é o capitalista e “filósofo futurista que quer destruir o mundo real” e questiona que outros segredos macabros esconde esta rede social que entra nas nossas vidas com tanta facilidade e à distância de um clique no local “aceitar”. Vejam o vídeo com atenção:

Por outro lado, a televisão mexicana também transmitiu a notícia que um jovem mexicano, Alejandro Martí, foi sequestrado e assassinado porque disponibilizou toda a informação no Facebook sobre a sua vida sem suspeitar que tal atitude iria ser fatal. Os sequestradores foram entrevistados e afirmaram que “entram na rede social e vêem as fotos das pessoas, a casa, os carros, o nível de vida social e económico”, ou seja, tudo é facilitado através da rede social uma vez que estes já não têm que investigar onde é que as suas vítimas moram, estudam e quem são os seus familiares e amigos.

Mesmo que este documentário não seja totalmente verdade temos que ter muito cuidado com a informação voluntária que disponibilizamos no nosso perfil e na página principal, porque não sabemos quem está do outro lado a ler as informações e a usá-las com o objectivo de obter lucro próprio ou de nos prejudicar.

Mónica Lima


Calendário

Abril 2010
S T Q Q S S D
« Mar   Maio »
 1234
567891011
12131415161718
19202122232425
2627282930  

Estatística

  • 895.046 hits

Enter your email address to follow this blog and receive notifications of new posts by email.

Junte-se a 1.230 outros seguidores

Anúncios