Arquivo de 10 de Abril, 2010

Facebook, criador de mentes…

Cada vez mais nos vimos expostos às pressões da sociedade, especialmente da alteração da informática e tecnologia. Corremos o risco de ficarmos ‘fora de moda’ se não estivermos atentos à última geração de telemóveis, ou caímos no ridículo quando perguntamos como funciona um Ipod.

Isto são pequenas coisas, que hoje em dia, tomaram lugar na lista de prioridades dos jovens e adolescentes.

Se na década de 90 o importante era ser-se ‘cool’ e rebelde, hoje em dia, é saber qual o telemóvel mais adequado à personalidade de cada um e qual o software que podemos utilizar.

Pessoalmente, para mim, continuo a viver na bela década de 90, com a rebeldia à parte, estando atenta apenas àquilo que realmente faz falta para evoluir, o que para mim é um simples mp3 e um telemóvel, para os mais jovens já é o Iphone e a última consola 3D.

Segundo a última aula, a reflexão seria para a alteração da cultura com as novas tecnologias. Eu vou-me debruçar sobre o facebook. Este tema já aqui foi abordado, mas acho que nunca é demais relembrar.

Vi este vídeo há um tempo e realmente foi um grande gozo, para mim e vários colegas, reproduzirmos o vídeo, só que o pior foi que na realidade isto acontece, pois no mesmo dia em que vi o vídeo, deparei-me com uma situação com jovens de 14 anos em que a sua conversa era típica facebook: «in your face», «hit me back», «gosto disto»…

Surreal mas verdadeiro…

É triste este mundo, pelo menos para mim, onde o mais importante na vida de uma pessoa é se ela está inscrita numa rede social e a sua identidade pessoal passa pelo números de amigos ou pelos comentários que consegue.

Eu também faço parte dessa rede, mas no final lembro-me sempre de desligar o computador e regressar ao mundo real.

obviamente que o vídeo é uma paródia, mas se formos para uma escola secundária,(e não só),  isto acontece…

Marta Pinto Ângelo

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A “remediação” em Michey Mouse

Mickey Mouse

A Disney foi fundada em 1927. A primeira mascote da marca, o pequeno coelho Oswald foi um fracasso. Em 1928 surgiu o rato Mickey, um dos primeiros desenhos animados com sincronização e som, que conquistou desde logo a atenção de todos.

Mickey logo sofreu transformações na sua aparência, os seus olhos diminuíram, adquiriu cor e as famosas luvinhas brancas que caracterizam, não só a ele, mas quase todas as mascotes tradicionais da Disney.
O pequeno rato obteve grande sucesso na década de 30 com as suas 24 curtas-metragens lançadas no cinema. O mercado foi invadido por bonecos e brinquedos do Mickey e dos seus companheiros.

Em 1939 Mickey ganhou formas mais arredondadas e pupilas. Esta não foi a única inovação com que entrou para a década de 40. Os pequenos episódios, predominantemente mudos e baseados essencialmente em piadas visuais ameaçavam cansar o público. As personagens começaram então a comunicar mais entre si, os enredos ficaram mais complexos e a duração dos filmes aumentou.
É lançado em 1940 o filme “Fantasia”, a terceira longa-metragem da Disney e primeira a ter o Mickey como protagonista. Todo o filme foi realizado com o acompanhamento de uma orquestra.

A indústria do cinema foi inevitavelmente afectada pela Segunda Guerra Mundial, contudo a Disney tudo fez para que a sua mascote não fosse prejudicada. Mickey foi feito símbolo do recrutamento nos Estados Unidos. Foi também lançada uma máscara de protecção para gases alusiva ao Mickey, destinada às crianças.

Máscara de protecção para gases alusiva ao rato Mickey

Na década de 50 o rato Mickey deu um salto do cinema para a televisão. A sua figura ganhou corpo com a inauguração do parque da Disney da Califórnia (1955) e de Orlando (1971), os dois primeiros parques de diversões da marca.

Disneyland California - 1955; Disneyland Orlando - 1971

Mickey voltou ao cinema em 1983 com um filme de Natal. Na década de 90 conquistou outros domínios: ao se ligar a outras marcar aumentou a gama de roupas, acessórios e outros objectos alusivos e inspirados nele. Começaram também a serem lançados videojogos.

Vestuário e acessórios alusivos ao rato Mickey

Essa tendência manteve-se e actualmente já entrou no campo das novas tecnologias.

Leitor Mp3 e telemóvel alusivos ao rato Mockey

Hoje em dia ainda podemos ver o Mickey na televisão. Apresenta agora uma aparência algo tridimensional devido às melhorias gráficas que têm vindo a ocorrer neste domínio. A indústria da animação está cada vez mais digitalizada, e o pequeno ratinho que se tornou símbolo da Disney não é excepção.

Joyce Lopes


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