Identidade Digital

Todos sabemos, que se tornou indispensável ao nosso quotidiano o digital e tecnológico, sendo o “bicho racional” cada vez mais dependente dos contemporâneos dispositivos digitais.

Com o computador, e nomeadamente os dispositivos digitais portáteis, é cada vez mais comum, a ligação constante e permanente às redes sociais. Com o sucedido, cada individuo passa a ter duas identidades, a identidade integra e a digital. Este processo funciona como uma extensão do nível psíquico do sujeito, este reencarna enquanto corpo mediado digitalmente.

Sendo assim, estes meios funcionam como um objecto de projecção pessoal, afectiva e relacional. Pois uma página numa rede social, corresponde em parte, ao gosto pessoal do individuo, e não só, através desta é possível comunicar, fomentar novas amizades, que nos podem ou não transmitir sensação/impressão de “afecto”.

Como tal, a presença do sujejtio modifica, este acabar por poder estar em “vários sítios” e fazer determinadas tarefas ao mesmo tempo.

Consequentemente, esta nova forma de “estar” não tem só benefícios, pode se tornar prejudicial, levando ao isolamento físico, em prole da socialização directa, devido à condição de conectividade em linha permanente. E ver a vida como uma “oficina de identidades”, como se fosse um jogo de auto-representações, criando identidades falsas.

Francisca Luís Pereira


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