Da escrita manual ao teclado

A escrita à mão surgiu acerca de cinco mil anos, e naquela época começou por ser feita em barro, sendo que posteriormente começaram a ser utilizados materiais como madeira, metal e pedra para escrever. Começando estas por ser utilizada na escrita de nomes sendo que para esse efeito utilizavam símbolos, começando depois a escrever os sons das palavras, desenvolvendo esta técnica e aperfeiçoando-a até aos dias de hoje.

Desde cedo a escrita à mão é usada para diversas finalidades, algumas destas úteis para a nossa vida, como por exemplo para a educação ou como meio de comunicação. Em tempos tratou-se de uma grande descoberta, mas com o passar dos tempos acabou por se tornar trivial.

Até mesmo no sistema de educação a escrita se começa a extinguir lentamente, embora por enquanto ainda prevaleça, sendo cada vez mais utilizados os meios tecnológicos nas salas de aula, começando a abolir-se desde cedo o recurso à escrita convencional, o exemplo significativo desta situação é o caso dos computadores que o governo implementou no ensino primário os designados “Magalhães”. Podemos concluir, portanto que hoje em dia já não se escreve tanto em folhas de papel, mas sim em computadores, tablets e outros assessórios com teclados físicos ou virtuais. Esta situação é fruto das vantagens que estes apresentam nomeadamente o facto de serem mais práticos e rápidos do que a escrita manual. No entanto é de sublinhar a importância que a escrita apresenta no desenvolvimento das capacidades motoras da linguagem, deixando portanto o cérebro mais activo.

Ao optar-se por escrever em teclados, corre-se o risco da escrita à mão se tornar apenas um registo passado, esquecendo-se de todas as vantagens inerentes que a escrita à mão acarreta uma das quais enunciadas anteriormente.

Com isto, não pretendemos afirmar a exclusão das novas tecnologias no nosso quotidiano, mas antes sublinhar a importância que a escrita acarreta nos dias de hoje, utilizando as novas tecnologias como o meio complementar da mesma e não como um substituto, pois esta devido à transformação que proporcionou no quotidiano e a importância adstrita à mesma é insubstituível.

 

Sílvia Santos


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