Encontro com as musas

Os museus abriram as portas… muitas das mais importantes casas das musas se tornaram mais acessíveis ao público. Para milhões e milhões de pessoas que tinham o interesse em saber como eras dispostas as mais famosas obras de arte da história em suas respectivas casas, foram criadas várias plataformas que contribuíram para esse acesso.

A importância dessa abertura implica na possibilidade de muitos estudantes e curiosos de diferentes sítios do planeta, se sentirem mais próximos do que antes era só possível através da reprodutibilidade em meios impressos, o que vinha ocorrendo desde a proliferação da imprensa.

As antigas imagens para existirem dependiam diretamente da visão e a boa manualidade do artista que a produzia, em diferentes técnicas como água forte, xilogravura e litogravura. Após o surgimento e uso da fotografia a partir do séc. XIX, o que antes parecia uma ideia do que a imagem representava passou a ser a cópia fidedigna do sujeito em questão. Mesmo assim, a noção de amplitude era restrita a impressão, além do que a qualidade e resolução da fotografia em se, subtrai muitos dos particulares compreendidos em uma pintura por exemplo, sintetizando suas nuances e pinceladas.

A nova maneira de explorar os museus trás a possibilidade de examinar minunciosamente as texturas e pinceladas produzidas pelos artistas em suas obras, o que em loco não é possível devido aos sistemas de alarmes e barreiras que impedem ao expectador maior contato, o que de certa maneira é muito justo por conta da salvaguarda das obras. Através do novo meio é possível caminhar pelos corredores e salas que estão presentes as obras de arte, possibilitando a muitas pessoas que em sua vida jamais teriam condições financeiras de fazer o mesmo percusso devido às distancias.

http://www.louvre.fr/llv/commun/home.jsp

Sem dúvidas os museus faturam muito com esse tipo de exposição virtual, a venda de suovenir e réplicas de pinturas famosas interessa a todos os visitantes e o qual é possível comprá-los através dessas plataformas.

Muitas pessoas questionam se esse novo método de visita  implicará numa possível queda nas visitas aos museus, mas essa possibilidades é totalmente remota; quem frequenta um museu é sem dúvidas alguém interessado por arte ou ao menos um curioso.  Além do que existe uma certa  mobilidade das obras expostas, variando as temática e gêneros.

Nem mesmo aqueles que não entendem nada de arte quando entram em um museu e se deparam com as obras que só tinham visto através de imagens são envolvidos e enfeitiçados pela “aura”  descrita por Walter Benjamim.

Luís da Paixão


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