Arquivo de 27 de Abril, 2013

Ella me mira…

“Ella me mira” es lo que dice mi padre cuando sentado en el sofá observa la reproducción de un fragmento de un cuadro de Gustav Klimt comprado en IKEA. Se trata de un fragmento de la obra Water Serpents I, tan solo la mujer que se encuentra en la parte inferior del cuadro.

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Aquí se encuentra el primer punto en el que la reproductibilidad técnica afecta a la obra de arte, no es el cuadro entero, que se trata de varias mujeres tumbadas, IKEA nos muestra a penas una mujer. IKEA vende en decenas de países, y esta mujer estará en cientos de salones, y muchos de sus propietarios desconocerán su pintor, o el cuadro real. La reproductibilidad técnica permite una transformación sobre la obra de arte, que priva al consumidor de su total conocimiento. Además IKEA “censura” la imagen, pues el pecho y el vello se omiten en la reproducción vendida en tienda; perdiendo el sentido salvaje y sensual que en mi opinión Klimt intenta transmitir con la desnudez.

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Además al ser una reproducción no estás viendo realmente el cuadro de Klimt, no la estás viendo a ella, y ella no te está mirando. Klimt consigue con este cuadro, pintar los ojos de la mujer, de forma que estés donde estés, sus ojos te miran. Pero la experiencia, la sensación de que realmente te miren esos ojos desde el verdadero cuadro debe ser indescriptible.

La reproductibilidad técnica permite que mi padre tenga un pedazo de Klimt en su salón, pero la experiencia nunca será ni parecida a tener un Klimt verdadero.

Cristina Rodríguez Díaz

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Viajar a partir de casa

Tema de escrita: O que significa viajar no espaço através de simulações ópticas? Que pontos de vista me são dados pelos dispositivos?

Viajar no espaço através de simulações ópticas, é uma das invenções mais significativas que alcançou a era em que vivemos. Antes a percepção que tínhamos do espaço era manual, através de um globo ou de um mapa que estavam sempre presentes em nossa casa ou então na sala de aula, e pelos quais descobríamos o Mundo que nos rodeava. Mas as coisas mudam e avançam, e hoje em dia podemos ver tudo através do nosso computador, sem que seja preciso um grande esforço.

Não estou a dizer que das outras formas não fosse divertido, mas as tecnologias mudaram e a nossa maneira de pensar e de ver as coisas também, e procuramos cada vez mais que as tecnologias satisfaçam de certa forma os nossos caprichos e tornem o nosso mundo cada vez mais avançado e fascinante. Podermos ver simulações ópticas no nosso computador e te-las ao nosso dispor, modificou as nossas vidas, tornou-nos de certa forma mais cultos tecnologicamente, mas também tornou a nossa vida mais divertida. Estas novas tecnologias são algo de magnifico e extraordinário.

Quando falo de viajar pelo espaço através de simulações ópticas, refiro-me ao exemplo que tenho mais presente e que mais me fascinou, o Google Earth. Tenho que admitir que é um “mundo” completamente novo para mim, mas quando tive oportunidade de explorar esta nova plataforma, achei excepcional aquilo que se pode descobrir apenas através do computador, principalmente os lugares que podemos visitar virtualmente. As imagens parecem-nos tão reais e tão próximas,  que quando  caímos realmente em nós, vemos que a percepção que tínhamos do mundo há uns tempos atrás é tão distante, que actualmente basta estarmos sentados em frente ao computador para podermos embarcar numa viagem e estarmos realmente onde queremos estar.

Obviamente que este tipo de plataformas não serve apenas para divertimento, mas também nos dá informações essenciais e importantes, para quem queira realmente embarcar numa viagem. Oferece-nos informação relevante sobre o clima, acerca dos locais que queiramos visitar. Temos variadas imagens, como por exemplo, de museus ou praias, conforme o destino que escolhemos. Temos informação acerca das estradas desse pais e por onde nos devemos orientar, também informação acerca das fronteiras. Mas além de tudo oferece-nos uma vasta galeria com imagens reais sobre os locais que nos interessam visitar na nossa viagem.

O mais interessante e também divertido é que estejamos onde estivermos não estamos  condicionados a pesquisar apenas sobre o nosso país ou cidade, na verdade podemos percorrer o Mundo inteiro, através desta plataforma, podemos ir desde Londres a Nova Iorque e desde Marrocos à China, todos os locais que sonhamos e não tivemos possibilidade de visitar. Podemos apreciar a sua paisagem e de certa maneira a sua cultura, esta plataforma oferece-nos toda a informação de que necessitamos, num espaço de segundos sem que seja preciso deslocar-nos do ecrã do nosso computador.

Na verdade, podemos nem ter a nossa viagem de sonho, mas no entanto, assim, não custa nada viajar, nem que seja virtualmente.

Marta Veloso


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