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Viajar no espaço através de simulações ópticas, era algo impensável para todos nós há uns anos atrás – mas como subsiste a necessidade de superar barreiras por parte do Homem – tornou-se possível a grande parte de nós – com um simples clique no rato – aceder a qualquer parte do mundo e apreciar as fantásticas paisagens terrestres.

Antigamente a ideia que tínhamos do espaço mundial foi edificada à base de imagens, livros ou filmes que observamos. O tempo e a realidade andam de mãos dadas e quando o tempo avança, a realidade progride simultaneamente. Com tudo isto – nos dias de hoje – tudo o que necessitamos para ver o que é, e o que faz parte do mundo, é um simples computador.

Com o progresso da tecnologia, é nos possível ver qualquer parte integrante do mundo – edifícios, terrenos, cidades inteiras ou até mesmo empresas locais. Um dos dispositivos que nos permite contemplar tudo isto é o “Google Earth”.

Esta ferramenta apresentada um modelo tridimensional do globo terrestre, construído a partir de mosaico de imagens de satélite obtidas de fontes diversas, imagens aéreas (fotografadas de aeronaves) e GIS 3D (Serviço de Informação Geográfica). Desta forma, o programa pode ser usado simplesmente como um gerador de mapas bidimensionais e imagens de satélite ou como um simulador das diversas paisagens presentes no Mundo.

No início confesso que não recebi lá muito bem este utensílio. Era algo de novo e colocou-me algumas dúvidas quanto à sua veracidade. Será que é possível viajar para aqueles locais de sonho, que todas as pessoas desejam um dia visitar? Sim, é. Na primeira vez que experienciei esta plataforma fiquei completamente fascinado. É possível “estar” em Belfast, Porto ou Nova Iorque num curto espaço de segundos! As imagens são tão reais que a concepção que tinha do mundo doutros tempos já não existe mais.

Quando pensava que já não arriscaria ficar mais deslumbrado, eis que descobri uma outra ferramenta – o “Google Oceanos”. Agora também é possível viajar pelos oceanos, não só na sua superfície mas também pelos fundos oceânicos. É possível visualizar destroços de navios naufragados em 3D (como o Titanic), visitar a Fossa das Marianas – local mais profundo dos oceanos – identificar locais de mergulho, pontos de surf, locais de protecção marinha ou até mesmo seguir espécies marinhas raras.

http://www.youtube.com/watch?feature=player_embedded&v=6ATw1f_qcEg

Na minha opinião nada disto substitui o estar presente fisicamente no local mas para aqueles que não tem a possibilidade de o fazer, acho genial. Dá-nos a conhecer não só as fotos mais importantes do planeta – e as menos importantes também – mas rapidamente nos dá todos os pontos principais de atracção turística, podemos entrar dentro de um museu e ver parte do seu espólio. Tudo isto sem sair de casa.

 Duarte Covas

 


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