“Telefone Estragado”

Todos nós nos recordamos de, na nossa infância, brincar ao “telefone estragado” ou falar com um amigo nosso através de dois copos ligados por um fio. Hoje em dia é mais complicado que isso. A distância entre os interlocutores aumentou, os ditos telefones tornaram-me muito mais complexos, e a comunicação mais simples.

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A verdade é que antigamente, comunicar-se entre grandes distâncias era demoroso e complicado. Por correio, a carta depois de enviada, podia ser extraviada ou, muitas vezes, a resposta poderia demorar meses a chegar. Existiam também os telégrafos, por exemplo, mas longe estariam de ser acessíveis a toda a gente.

Foi então que apareceu o telefone, invenção atribuída a vários nomes, mas geralmente a Alexander Graham Bell. Este aparelho revolucionou a comunicação. Com um simples digitar de alguns números, qualquer pessoa poderia conversar com outra, estando ela a metros ou quilómetros de distância. O que uma carta fazia em meses, uma chamada de telefone faz em segundos.

A verdade é que já não nos imaginamos a viver sem telefone ou telemóvel. Em cada lar, existe, no mínimo, um telefone/telemóvel. Este passou de um mero meio de comunicação, para um objecto tecnológico não só com funções de comunicação, mas também lazer, entretenimento, negócios, etc. Passeamos pela rua, olhamos para os cafés, e o que vemos? Telemóveis na mão. O que nos leva à seguinte questão:

– Será o telemóvel uma necessidade ou um vício?

A resposta fica para a próxima, que agora tenho que atender uma chamada do meu pai.

 

Francisca Madeira


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