Ilusão óptica

Viajar através de simulações ópticas pode ser uma mais valia, especialmente num contexto económico como o de Portugal, nem sempre somos capazes de viajar como gostaríamos, por vezes não é possível viajar de todo.

Para familias numerosas viajar torna-se despendioso, e nem sempre a viajem corre como esperado, haver a possibilidade de viajar sem sair de casa significaria que a acessibilidade da mesma seria real e constante.

Porém há que ter em consideração que, por muito realista que esse tipo de viajem podesse ser, nunca seria, practicamente, uma viajem real. Isto porque na verdade qualquer pessoa que recorra a esse método de viajem, está, na realidade, mais próxima de ver um filme, por exemplo, do que está de viajar, uma vez que o corpo não ocupa outro espaço físico que não o habitual, logo a experiência não é vivida, pois os cheiros, a temperatura, o local para onde se pretende ir acabará por não ser sentido, pelo menos da maneira que o seria caso houvesse uma deslocação física da pessoa em questão.

Em suma, parece-me que a simulação óptica seria perfeita para, por exemplo, conhcer ligeiramente um possível destino que o viajante possa ter em mente. Porém, este tipo de experiência não deve ser visto como uma “viajem” propriamente dita.

 

Bernardo Lousada


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