Arquivo de 2 de Junho, 2015

Digital BlackOut

Dispositivos Digitais, uma solução, que contrai inconveniências que perturbam, o verdadeiro ambiente e conexão táctil do Ser Humano comum. Sem dúvida, que neste preciso momento, o mundo é totalmente rodeado, mas preciso  por esses elementos digitais. Com um simples toque num smartphone, é possível efectuar, bastantes momentos, que por ventura nos dirigem há função do lazer. Contudo, tal objecto é constantemente usado para chamada, muita dessa que pode até salvar vidas. Não condeno o seu uso, aliás, aprovo até a sua continuidade e expansão, somos seres evolutivos, e a tecnologia é algo em constante desenvolvimento. Grande factor deste grande uso, é o poder da Internet. Partilha de ficheiros, mensagens, fotografias, vídeos, conversas por redes tais como Facebook, Instagram e Twitter, ajudam imenso, na demonstra de recordações vividas e até, a conectividade com uma ou mais pessoas distanciadas.

lolApesar de aprovar o uso destas tecnologias, como tal também demonstram um lado que foge há relação de interacção  entre nós. A fuga, muitas vezes nosso erro de desenvolvermos ligações pessoais, por estes meios. Sem dúvida,que enorme escala de indivíduos entrariam em comportamentos anormais, se lhes retirassem no nada o smartphone. Seria como tentar retirar o vício de algo difícil de sair. Como seria para ti, se te afastassem de dispositivos digitais? Bem, como enorme usuário deste meio, não seria nada fácil para mim, era como se do nada ficasses afastado da sociedade.

Sim… Sociedade.

Se formos a ver, tudo se remete a esse espírito, pois a globalização deste meio, já foi feita, e para ficar, e por norma, nós jovens, gostamos de estar em sintonia, com a nossa sociedade, e infelizmente, maior parte de nós somos afectados por tal. È sempre possível a coexistência social, contudo é preciso saber usar correctamente essas interacções destes média, de uma forma considerada “correcta” e positiva. Somos nós que fazemos a sociedade.

Micael António Santos Pereira Ramos

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p r e s e n ç a

É difícil fazer com que as relações interpessoais durem, vai sempre haver o momento em que não vai haver nada para dizer e é nesse momento que os relacionamentos passam maus bocado – quando não ficam suspensos. É aqui que a problemática da comunicação começa. É preciso estar fisicamente presente para manter uma relação (relação de amizade/romântica)? É preciso haver contacto diário?

Para abordar este problema, dou o exemplo de um casal estadunidense. Jesse e Sam conheceram-se via Tumblr, aos 18 anos. Conversavam por telefone, mensagem e Skype. Começaram o namoro a fevereiro de 2011 e o noivado a setembro do mesmo ano. Moram juntos desde 2012 e têm agora 22 anos.

Conheci este caso de relacionamento à distância pelo vídeo “love 2054 miles away”, muito partilhado e falado em 2011, em que Jesse explica o complicado que é estar numa relação a mais de 3305.5 quilómetros de distância.

E estiveram juntos pela primeira vez no verão de 2011.


   How could I love/date a girl I have never met?

Love is a feeling someone gives you, something a person can’t control. It is one thing to love a complete stranger, but I wouldn’t call her a stranger at all. Just because I haven’t physically been there for her, I have been there emotionally and I think that is the most important part of any relationship. Plus, all we do every day is learn about each other because we CAN’T be there physically. So instead of all that physical stuff getting in the way, it opens up so much more time to talk and learn more about each other.

 – Jesse em resposta a uma pergunta anónima via Tumblr


Jesse Ryan resolve um dos problemas propostos por pessoas que não compreendem como é possível a aproximação de alguém sem nunca ter estado com essa pessoa. “… tudo o que fazemos todos os dias é conhecermo-nos porque NÃO PODEMOS estar juntos fisicamente. Por isso, em vez de a parte física se por no caminho, dá-nos muito mais tempo para nos conhecermos.”

Este caso é somente um exemplo, existem muitas relações amorosas à distância que funcionam, existem muitas amizades à distância que funcionam. Já estive dos dois lado da equação, sei como é viver essa experiência. E sou totalmente da mesma opinião de Jesse, existe muito mais tempo para duas pessoas se conhecerem quando não estão fisicamente próximas. Se o físico faz falta? faz, sem dúvida. Não conhecer a textura da pele da outra pessoa nem o seu cheiro custa, não há chamada nem video chatting via Skype que o possa substituir. Mas se depois de as pessoas se conhecerem tiverem oportunidade de estarem juntas, terão muito mais intimidade e confiança no outro.

Carlos Vicente Paredes


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