A evolução

Podemos dizer que os novos média tem em base os média antigos, logo o que acontece é uma transformação entre os mesmos. Dá-se uma evolução, um avançamento no conhecimento e isso leva aos novos média. No entanto não podemos esquecer que os antigos média hoje em dia, vão buscar ideias aos novos e vice-versa.
Podemos ver esse exemplo nos jornais, para muitas pessoas os jornais estão desactualizados e não tem a qualidade que a televisão ou as revistas. O que eles fizeram para mudar isso foi de génio, pegaram numa nova tecnologia e brincaram com ela, criaram jornais online, que são praticamente iguais aos de papel no entanto podem consultar-se no computador, tablet ou telemóvel. Conseguiram agradar a todas as classes e idades.
A remediação está presente quando o espaço de tempo entre o surgimento de novos média for pequeno, pois a sociedade precisará da remediação para se adaptar a esses novos média.
Podemos então afirmar que não existe uma nova invenção ou algo único nos novos média, mas sim um melhoramento do que já existia.

indexBruna Ferreira

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A nova realidade

Cada vez mais os humanos sentem a necessidade de viver uma vida em sociedade. Inseridos na comunidade e com base na mesma criamos a nossa identidade e a nossa personalidade. No entanto, todas as sociedades tem problemas e ideias já concebidas o que faz com que haja deslocados e pessoas que se sentem completamente incompreendidas.
Os avatares e o mundo virtual surge assim como uma escapatória e uma máscara que nos permite viver numa sociedade à qual nos adaptamos com mais facilidade e nos faz sentir mais que humanos, onde temos capacidade para tudo o que é impossível no mundo real.
As razões para tal acontecer podem ser várias: uma deficiência que nos faz sentir menos que os outros, sofrer de bullying ou até sentirmo-nos simplesmente à parte da sociedade.
No mundo virtual temos uma grande variedade de escolha, podemos ser criaturas míticas, grandes guerreiros, assassinos ou até super homens.
Podemos dizer que este universo é um universo de fantasia, ou seja tudo o que fazemos nesses jogos não passa de uma necessidade que os humanos tem de fugir dos problemas da sociedade e de nos sentirmos invencíveis.
É importante salientar que até a nossa personalidade podemos mudar, isso acaba por ser viciante e pode levar mesmo ao isolamento.
Para Sherry Turkle o mundo online não passa de um workshop para o mundo real, é uma ferramenta que podemos usar de melhoramento pessoal ou até físico.
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Bruna Ferreira

Outra Realidade

Cada vez mais, somos bombardeados com novos aparelhos que são lançados todos os dias, computadores topo de gama, telemóveis de última geração, televisões em 3D. Todos eles cada vez mais evoluídos e transparentes com o objectivo de nos proporcionar a melhor experiência enquanto estamos a trabalhar com eles. Isso permite-nos como que nos teletransportar para dentro deles e esquecer tudo o que se passa à nossa volta.
Por outro lado, é impossível a completa absorção para dentro destes aparelhos pois o meio que nos rodeia está sempre presente e impede-nos a completa experiência de Imediacia. O ipad ficou sem bateria, a televisão passou para os anúncios, alguém nos chama para realizar algo, ou acontece algo nesse mundo que nos faz perder o completo interesse nele fazendo com que nos comecemos a aperceber do que se passa à nossa volta. Isso faz com que perceba-mos que na realidade estamos a olhar só para um aparelho electrónico e que na realidade não estamos noutra dimensão, Hipermediacia.
Isso acontece várias vezes quando estamos a jogar um jogo, ou até a ver um filme, estamos tão fixados no que estamos a fazer que todo o que está à nossa volta desaparece. O nosso mundo passa a ser o mundo virtual, nós mesmos passamos a ser virtuais, a nossa realidade passa a ser outra, Imediacia.
No entanto quando passa uma publicidade, ou o jogo acaba já começamos a ver o contorno dos aparelhos, apercebemo-nos que estamos sentados no sofá e o interesse naquele mundo electrónico começa a desaparecer e leva-nos outra vez para a nossa realidade, onde somos seres humanos e não algo virtual, Hipermediacia.
Pessoalmente assusta-me sermos tão absorvidos para a realidade electrónica que nos esquecemos completamente do mundo real, podemos ver os lados positivos, pois existem, as experiências que nos dão, o tempo só para nós. No entanto estamos a perder o nosso mundo, estamos a perder o que se passa à nossa volta e o que é na realidade importante.

Bruna Ferreira

O desaparecimento da escrita tradicional

Desde o início dos tempos houve uma necessidade de comunicação. Foi aí que houve as primeiras tentativas de um sistema de comunicação, isso aconteceu há milhares de anos atrás. Cada sociedade tinha uma forma de comunicar básica que ajudava com as suas relações e até a viverem em harmonia.
As formas de comunicação evoluíram e agora temos o alfabeto romano como base da escrita alfabética. Agora diferente de antigamente conseguimos comunicar com qualquer pessoa no planeta terra e com a evolução da linguagem veio a evolução das tecnologias.
A internet fez surgir novos géneros discursivos que possibilitaram a proximidade da oralidade à escrita através de uma linguagem despreocupada e informal. A realidade virtual mudou a realidade de escrita, começaram a aparecer as abreviações, os acentos e a pontuação desapareceram tudo para facilitar a velocidade da comunicação. É importante salientar que esta forma de escrita não respeita as regras de ortografia no entanto quem usa esta forma de escrita consegue fazer-se entender.
O correio tradicional foi substituído pelas mensagens de texto e pelo e-mail, tal como o papel e a caneta pelo computador e pelo ipad. Na actualidade as crianças sabem manusear o computador, ipad, telemóvel e tablet mais rápido do que a escrita tradicional o que não deixa de ser preocupante pois a nossa sociedade é feita pela comunicação e pela escrita e não pelas abreviações e pelos emojis.
A escrita é feita pelas pessoas, pela sua ortografia, pela forma da sua letra, pela sua inclinação, por ser algo único pois cada pessoa tem a sua caligrafia. Com as mensagens de textos, os chats e com os e-mails pode-se perder a forma mais pura e única de comunicar.

Bruna Ferreira

A dependência da sociedade

Hoje em dia, as pessoas estão cada vez mais dependes das tecnologias, ninguém consegue sair de casa sem o seu telemóvel ou até sem o seu computador. A própria sociedade incentiva-nos a termos um telemóvel, um computador, a última tecnologia. No ensino podemos ver que é necessário termos email, um computador ou não conseguimos manter o ritmo dos nossos colegas. Os próprios professores utilizam computadores e a grande via de comunicação fora das aulas é feita por tecnologias.
É necessário perceber que nós chegamos a um ponto em que grande parte da informação que recebemos diariamente é dada pelos media, vamos buscá-la ao nosso computador, telemóvel, etc. Os novos média conseguem abrir-nos portas que antigamente era impossível imaginar, no entanto está a criar uma sociedade que só é capaz de viver se tiver o novo telemóvel, o novo computador pois se não temos somos “diferentes” e em certos casos ridicularizados.
Todos sabemos que o avanço da tecnologia pode ser algo perigoso, não só pela deterioração de certas relações que temos mas também o problema de ser o único sitio onde vamos buscar a informação que necessitamos.
Uma questão que falamos na aula foi a necessidade de ter um professor a dar a aula sendo que podemos pesquisar a informação nós próprios, na minha opinião isso já começou a acontecer e vai acabar por ser inevitável. O professor acaba por ser o fio condutor ao conhecimento que nos está a ser passado no entanto já podemos descobrir em casa. Algumas universidades estão a dar a possibilidade de os alunos assistirem à aula em casa.
É necessário abrandar ou as próprias conexões humanas vão cada vez ficando frágeis.

Bruna Ferreira


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