Arquivo de Fevereiro, 2010

StumbleUpon!

Na minha primeira publicação decidi falar sobre a página StumbleUpon, www.stumbleupon.com.

Este site que provavelmente muitos de voçês já conhecem e para os que não conhecem aqui fica a dica, ajuda-nos a descobrir e a compartilhar grandes sites.

StumbleUpon oferece cerca de 500 temas que os usuários podem escolher para indicar os seus interesses e preferências. Depois, com um simples clique em Stumble que utiliza motores de busca para localizar conteúdos relevantes, aparecem-nos páginas de alta qualidade e adaptadas aos nossos gostos pessoais. Estas mesmas páginas são compartilhadas por mais de 8 milhões de internautas com interesses similares a nós.

O site utiliza também classificações, designadamente “gosto” ou “não gosto”, para formar opiniões sobre a qualidade do site colaborativo. Desta forma, o usuário ao indicar que gosta do site em questão permite que este fique guardado nos seus favoritos e seja facilmente compartilhado com outras redes sociais como é o caso do facebook e do twitter para que outras pessoas, nomeadamente os nossos amigos, possam tomar conhecimento deste ou outro assunto que nos suscitou a curiosidade. Forma-se assim um ciclo vivioso que nunca tem fim.

Isto tudo, vai de encontro ao vídeo de Michael Wesch, “The Machine is Us/ing Us” já que com este exemplo e na minha opinião é claramente perceptível que nós somos a Web. Actualmente, quem de nós nunca publicou um vídeo, um blog, quem de nós nunca criou um perfil nas mais diversas redes sociais que temos ao nosso dispor.

Assim e em forma de conclusão, é a humanidade que nos faz descobrir e aceder às variedades que se podem encontrar e que permitem aos utilizadores “brincar”, ocupar tempos livres, aprender e também ensinar.

Ana Catarina Monteiro

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Continuamos indivíduos ou apenas sucessões das máquinas?

Com o passar dos anos, a estrada entre a tecnologia e a humanidade torna-se mais linear.

Se no antigamente, a tecnologia, computadores e afins não passavam de um ‘bicho papão’, agora em dia, são uma ferramenta necessária, que muitos indivíduos consideram como uma extensão do próprio corpo.

Então uma pergunta imperial instala-se: A máquina usa-nos ou nós usamos a máquina?

Depois do tempo das cartas por pombo correio, do código morse, e até do cd, é impossível manter a posição que a máquina não faz parte da nossa rotina.

Tornando mais fácil a comunicação, ela veio substituir muitos dos incómodos e atrasos dos anos antigos, criando uma simples conversa à distância de um click, e de uma reunião possível a partir de uma vídeo conferência.

Se uns defendem o uso do computador pela sua versatilidade e flexibilidade, outros defendem o uso continuado do papel e lápis, como forma de expressão.

Embora o computador tenha as suas vantagens, o que é certo que nunca poderá substituir o pensamento imediato que se pode transcrever para o papel.

Se o texto digital, por um lado, pode ter inúmeras aplicações, por outro lado, também é preciso uma aprendizagem básica para o fazer, enquanto que no papel apenas é preciso saber ler e escrever e com apenas um pedaço de papel e de lápis é possível fazer uma verdadeira obra de arte.

A tecnologia eleva-nos para algo superior, mas será que é mesmo necessária essa superioridade?

Então no final o que é que conta? Conseguirmos dominar a máquina ou sermos dominados por ela?

Existem aqueles que continuam a usar o lápis e o papel, e os outros que utilizam o computador como melhor amigo.

Concluindo, a solução ou é deitar um papel fora, ou é carregar na tecla de desligar.

Marta Pinto Ângelo

Typography

No filme “Typography”, há uma associação entre as várias fases da tipografia e a imagem, pondo, assim, em relevo todo o processo (“the anatomy of a letterform”), etapa por etapa, de uma forma bastante pormenorizada e “cirúrgica”, como por exemplo: cabeçalhos; o arranjo tipográfico (alinhamento/disposição); os caracteres; não esquecendo os seus criadores (o tipógrafo, o designer gráfico e o director artístico) e as características de um tipógrafo (ao mostrar um cérebro que denota inteligência e imaginação) e a era digital, representada a três dimensões.

Tem como fundo uma locução com uma dicção colegial, característica dos documentários que surgia no cinema nos anos 50, acompanhada de uma música igualmente própria deste período e que complementam esta descrição de uma forma harmoniosa, pois a sequência é suave e natural, realçando a importância do passado no presente. Esta dicotomia passado/presente está patente, também, no tipo de letra: no início a letra desenhada, a caligrafia à mão e no fim, a letra de imprensa, nos seus diferentes estilos, realçada pelas cores, o branco e o preto, as cores, por excelência da imprensa de sempre, e o vermelho, símbolo do presente, da evolução, da era digital.

A força da imagem porque denota imaginação prende a atenção, a ponto de quase se poder dispensar a locução, não fosse ela imprescindível, como já referido. É uma informação pictórica que serve como uma meta informação da tipografia; é a imagem que fala do grafismo; que dá a evolução dessa arte, ficando, deste modo, definidas as suas técnicas.

Esta arte permanece e permanecerá viva nas formatações, estilos e grafias graças à imaginação e habilidade do bom tipógrafo, sendo a tipografia nada mais do que a representação da linguagem (“Typography is what language looks like”) e que por fim deleita (“tastes good”). Julgo ser provavelmente esta a mensagem do filme.

Beatriz Reis Santos

software muse ajuda bloggers

Queres que mais pessoas leiam o teu blog?  Uma ferramenta de software que te dá tópicos para escrever pode ajudar.

Blog Muse, desenvolvido por Werner Geyer e Casey Dugan no IBM’s Watson Research Center em Cambridge, Massachusetts produziu uma lista baseada nas sugestões de outros utilizadores de blogs, ou juntando o perfile do utilizador com outro escritor.

Foi criado pelos bloggers do IBM que repararam que os novos utilizadores ou escritores tinham dificuldades em iniciar um tópico, ou porque não tinham um público alvo para responder aos seus tópicos.  “People may not write about exactly what was requested, but the suggestions might inspire them to explore a new avenue,” disse Geyer.

Geyer e dungan testaram o sistema em 1000 empregados-bloggers do IBM. Depois criaram 3 grupos dessas 1000 pessoas, um tinha as sugestões para tópicos do Blog Muse, o outro tinha sugestões ao acaso, e por fim o último grupo não tinha sugestões.

Após 4 semanas, 64% das pessoas do grupo que tinham as sugestões do Blog Muse avaliaram com sendo “Bom”, o que significa que escreveram logo sobre a sugestão que lhes doi dada, ou a guardaram para mais tarde, ou apenas leram por interesse. No grupo que foram dadas sugestões ao acaso apenas 37% dos utilizadores avaliaram como “Bom”

Quem escrevia ou criava um blog de acordo com as sugestões dadas pelo Muse Blog obtinha na maioria das vezes um bom número de post e de respostas.

Dugan acredita que o Muse Blog nao só aumentará o número de blogs mas como também irá melhorar a qualidade, aumentar as discussões e também cria ligações mais fortes entre o blogger e o público.

Este projecto foi apresentado na conferência de  Computer Supported Cooperative Work na Savannah, Georgia.

Toda a informação foi retirada do syte http://www.newscientist.com/article/dn18544-software-muse-helps-bloggers-score-hits.html

André Coquim

iPad: Compact PC?

Ao longo do século,temos vindo a depararmo-nos com múltiplas mudanças nos média. Desde que foi inventado, o computador foi modificado um tão grande número de vezes que lhes perdemos a conta! Hoje em dia, temos computadores tão leves que os podemos levar dentro de uma mochila ou um mala de ombro. Do “monstro” que ocupava uma sala completa passámos a um aparelho pequeno, portátil e rotineiro que fez com que muitos de nós já nem consigamos viver sem ele.

Todos os anos surge uma nova “expansão” para o computador, ora em termos de software mais avançado ora em termos materiais, e é em termos materiais que eu pretendo falar.

A maior inovação deste ano é, sem dúvida o iPad. Criado pela Apple, é um computador super-portátil, que se assemelha ao iPhone ou ao iPod, da mesma marca. Estecomputador tem de medida diagonal 25cm, o que faz dele mais pequeno que uma revista, pesa apenas 0,7kg e 1,3cm de comprimento, aproximadamente. A alta resolução, o ecrã LED-backlit IPS de 25cm é críspida e vívida, que torna o iPad no aparelho perfeito para pesquisar, ver filmes ou fotos. O iPad, graças ao chip A4 da Apple, não tem sentido obrigatório para ser utilizado, ou seja, tanto o podemos virar para a esquerda como para a direita e conseguiremos sempre ver tudo tal e qual como deve ser visto. Ele utiliza uma tecnologia chamada IPS (in-plane switching), tem um ângulo amplo de visão de 178°. Assim, podemos segurá-lo da maneira que desejármos e mesmo assim ter uma imagem brilhante, com cores e contraste excelentes.

Para além do já conhecido software que a Apple utilizou no iPhone, o iPad inclui várias aplicações típicas da marca como o Safari (browser próprio da Apple), o iTunes e o iPod. O seu ercrã possibilita uma leitura fácil da informação contida nas páginas da Internet, assim como a sua fácil navegação. Outra aplicação deste computador é o iBooks, também já conhecida, em que podemos descarregar livros electrónicos para o aparelho e lê-los como se fossem livros reais. Também podemos contar com a aplicação de Mapas (imagens de satélite, como já conhecidas no Google Earth) que funciona como um GPS, Calendário que permite um planeamento de eventos e organização pessoal, e Agenda onde podemos colocar todos os dados de contacto das pessoas que conhecemos. Podemos assim falar num computador interamente compacto, tanto em informação como em proporção.

Resumindo, o iPad é um computador que agrega várias componentes do dia-a-dia de uma pessoa num simples e compacto aparelho. Mas com isto estamos a desvalorizar, cada vez mais, as maneiras tradicionais de organizar informação. Antes do aparecimento destas máquinas, as pessoas utilizavam agendas de mão para inserir datas importantes, números de telefone ou até aniversários; usavam leitores de CD’s se quisessem ouvir as músicas que mais lhes agradavam ou recorriam ao rádio; e, quando viajavam, recorriam a mapas impressos. Com isto podemos averiguar que esta máquina está, sem dúvida, a usar-nos, referindo-me ao vídeo de Michael Wesch. Hoje em dia, temos todo o tipo de informação aglomerado num computador ou numa agenda electrónica, pondo de parte todos os métodos tradicionais.

Patrícia Martins.


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