Tecnologias que já fazem parte de nós

Tema de escrita: Em que medida os dispositivos são extensões psíquicas e emocionais do nosso corpo?

Vivemos num mundo rodeado de novas tecnologias, que ao longo do tempo se foram tornando cada vez mais próximas de nós. Cada vez com mais frequência fazem parte integrante da nossa vida, já não nos afastamos por muito tempo de certos dispositivos. Estes aparelhos, estão sempre presentes nas nossas vidas, na minha opinião, que faço uso deles, estão ligados a nós de uma forma,  demasiado permanente  e talvez exagerada. Não é com facilidade que nos afastamos de certos dispositivos pois, nos dias que correm já não conseguiríamos viver da mesma forma sem que estivessem presentes. Funcionam quase, ou mesmo como um acessório banal.

Certos dispositivos, estão ligados a nós tanto de uma forma psíquica, como de uma forma emocional, funcionando como extensões do nosso próprio corpo. Sem os quais já não viveríamos e sem os quais nos sentimos inseguros, como se algo nos faltasse. Com o passar do tempo e à medida que fui crescendo e me fui deparando com estes novos aparelhos percebi, que nos deixámos de preocupar com as chaves de casa que ficaram esquecidas em cima do armário, ou o relógio que trazemos sempre connosco, para nos preocuparmos por exemplo com o telemóvel.  Na minha opinião, é a nossa verdadeira extensão, é o aparelho que faz parte de todas as horas do nosso dia e do qual já não nos separamos, e que de certa forma nos confere confiança. Falo no meu caso, sinto-me muito mais segura com o telemóvel ao meu lado, tanto de dia, como de noite, quando estou a dormir, porque se eu precisar de alguém ou vice versa, nomeadamente no que que toca a família e amigos, a comunicação é rápida e fácil. O aparelho até pode andar arrumado todo o dia e até pode nem ter grande utilidade, mas só o facto de estar perto de mim deixa-me mais calma.

Mas certamente não sou a única com este “problema” se assim lhe podemos chamar, são milhões de pessoas que não vivem sem estes dispositivos nos dias que correm. Andam carregados de tecnologias, levam o seu computador pessoal para todo o lado; viagens, para as aulas na universidade. Temos também o exemplo do tablet, que já faz de certa maneira o papel do computador, e mesmo o telemóvel, que é o dispositivo que vemos com mais frequência e com o qual podemos fazer milhares de coisas, com uma série de aplicações que foram criadas, onde já temos presentes as redes sociais, noticias, meteorologia, entre muitos outros divertimentos.

Certamente que o dispositivo mais usado será o telemóvel e vejo isso através dos meus amigos e da minha família  digamos que é um aparelho de gerações, dos mais pequenos, que o começam a usar com oito ou nove anos, pois os seus pais sentem-se mais calmos ao comunicarem com as crianças, os adolescentes que trocam mensagens com os amigos de forma rápida e permanente e mesmo a geração mais velha que já aderiu a esta nova tecnologia. Tenho o exemplo da minha mãe e do meu padrasto, que são aquela geração que viveu quase desde sempre sem este dispositivo, mas que agora, tal como nós, mais novos e tecnológicos, sentem-se inseguros sem eles. Na minha família todos nós levamos o telemóvel para todo o lado e estamos sempre a comunicar permanentemente. No caso da minha família  é algo que acho surpreendente, pois, são pessoas adultas que se tornaram adeptas deste dispositivo e sem se aperceberem o telemóvel transformou-se numa extensão dos seus corpos, tanto emocionalmente como de forma psíquica,  hoje já não vivem sem ele e tal como eu, permanece sempre com eles, tanto de noite, como de dia.

Podemos então constatar que esta pergunta está seguramente respondida  pois todos estes aparelhos, mais especificamente o telemóvel, mas também o computador ou mesmo o tablet tornaram-se as nossas grandes companhias, para onde vamos, eles vão connosco. A viajar, nas aulas, ou mesmo num café ou num banco de jardim um deles está presente e tem o papel de nos manter em contacto com o resto do mundo. Estas tecnologias são realmente extensões que nos acompanham todos os dias, já são algo comum nas nossas vidas.

Marta Veloso

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Viajar a partir de casa

Tema de escrita: O que significa viajar no espaço através de simulações ópticas? Que pontos de vista me são dados pelos dispositivos?

Viajar no espaço através de simulações ópticas, é uma das invenções mais significativas que alcançou a era em que vivemos. Antes a percepção que tínhamos do espaço era manual, através de um globo ou de um mapa que estavam sempre presentes em nossa casa ou então na sala de aula, e pelos quais descobríamos o Mundo que nos rodeava. Mas as coisas mudam e avançam, e hoje em dia podemos ver tudo através do nosso computador, sem que seja preciso um grande esforço.

Não estou a dizer que das outras formas não fosse divertido, mas as tecnologias mudaram e a nossa maneira de pensar e de ver as coisas também, e procuramos cada vez mais que as tecnologias satisfaçam de certa forma os nossos caprichos e tornem o nosso mundo cada vez mais avançado e fascinante. Podermos ver simulações ópticas no nosso computador e te-las ao nosso dispor, modificou as nossas vidas, tornou-nos de certa forma mais cultos tecnologicamente, mas também tornou a nossa vida mais divertida. Estas novas tecnologias são algo de magnifico e extraordinário.

Quando falo de viajar pelo espaço através de simulações ópticas, refiro-me ao exemplo que tenho mais presente e que mais me fascinou, o Google Earth. Tenho que admitir que é um “mundo” completamente novo para mim, mas quando tive oportunidade de explorar esta nova plataforma, achei excepcional aquilo que se pode descobrir apenas através do computador, principalmente os lugares que podemos visitar virtualmente. As imagens parecem-nos tão reais e tão próximas,  que quando  caímos realmente em nós, vemos que a percepção que tínhamos do mundo há uns tempos atrás é tão distante, que actualmente basta estarmos sentados em frente ao computador para podermos embarcar numa viagem e estarmos realmente onde queremos estar.

Obviamente que este tipo de plataformas não serve apenas para divertimento, mas também nos dá informações essenciais e importantes, para quem queira realmente embarcar numa viagem. Oferece-nos informação relevante sobre o clima, acerca dos locais que queiramos visitar. Temos variadas imagens, como por exemplo, de museus ou praias, conforme o destino que escolhemos. Temos informação acerca das estradas desse pais e por onde nos devemos orientar, também informação acerca das fronteiras. Mas além de tudo oferece-nos uma vasta galeria com imagens reais sobre os locais que nos interessam visitar na nossa viagem.

O mais interessante e também divertido é que estejamos onde estivermos não estamos  condicionados a pesquisar apenas sobre o nosso país ou cidade, na verdade podemos percorrer o Mundo inteiro, através desta plataforma, podemos ir desde Londres a Nova Iorque e desde Marrocos à China, todos os locais que sonhamos e não tivemos possibilidade de visitar. Podemos apreciar a sua paisagem e de certa maneira a sua cultura, esta plataforma oferece-nos toda a informação de que necessitamos, num espaço de segundos sem que seja preciso deslocar-nos do ecrã do nosso computador.

Na verdade, podemos nem ter a nossa viagem de sonho, mas no entanto, assim, não custa nada viajar, nem que seja virtualmente.

Marta Veloso

Tecnologia digital como desvantagem

Tema de escrita: De que forma o software, isto é, a camada computacional da tecnologia condiciona as práticas culturais, sociais e artísticas? 

A camada computacional faz parte do nosso quotidiano, e na verdade grande parte de nós já não conseguiria ter uma vida normal sem que o nosso computador, ou os aparelhos que agora são adaptados, nos acompanhassem para todo o lado. Temos que admitir que a sua ajuda é do mais variada possível, para mim como aluna ajuda-me imenso com os meus trabalhos, mas também como jovem e “vitima” desta sociedade rápida e avançada permite-me de todas as maneiras comunicar com os meus amigos. Torna a nossa vida muito mais fácil e rápida, porque hoje em dia basta apenas um clic para que possamos ter acesso a tudo aquilo que pretendemos sem ser necessária deslocação.

Claro que existem milhões de vantagens em usufruir desta camada computacional, mas em contra partida também condiciona certas práticas da nossa vida, sem muitas das vezes nem nos apercebermos; como as práticas culturais, sociais e artísticas.

Se pensarmos um pouco sobre as práticas culturais e artísticas e reflectirmos, encontramos  a verdade dos factos. Agora cada vez mais, e de uma forma mais simplificada conseguimos ver um filme sem sequer ligarmos a televisão, ou mesmo irmos ao cinema. Hoje em dia existem sites que nos permitem ver filmes online, e que nos vão mantendo constantemente actualizados. Mas não é só através de sites, mas também o “sacar” se tornou uma solução para grande parte da população. São cada vez menos as pessoas que se deslocam até a uma sala de cinema para ver um filme, mesmo que em casa não seja tão real e a qualidade da sala de cinema ultrapasse o ecrã do computador. As comunidades preferem o pequeno ecrã à grande tela. Com o teatro, com a dança ou mesmo com exposições, os exemplos são os mesmos, claro que não tão evidentes, mas também cada vez mais notórios, as pessoas comparecem cada vez menos nestes espectáculos, porque são substituídos pela camada computacional, e porque sabemos que possivelmente poderemos ver mais tarde, ou no site apropriado ou mesmo no Youtube que engloba todo este tipo de performances. Relativamente por exemplo às artes plásticas, quando queremos ver algum quadro, escultura, de algum artista que gostamos, basta-nos escrever no Google a sua obra e em dois segundos o resultado aparece. Não precisamos de nos deslocar até Paris, Nova Iorque ou Madrid para ver o que tanto desejamos, temos oportunidade de o fazer  através de uma viagem virtual, claro que a qualidade não é a mesma e a experiência não é adquirida, mas apesar das desvantagens que a camada computacional constitui nestas práticas, acho que neste aspecto é uma vantagem, pois não é qualquer pessoa que desembolsa uma grande quantidade de dinheiro para uma viagem de luxo, e através da informação que recebemos da camada computacional podemos manter-nos informados e com alguma cultura.

O condicionamento das práticas sociais tem sido aquele que mais me tem vindo a chocar ao longo destes anos de avanço desenfreado. De dia para dia passamos cada vez mais tempo em frente ao computador. Falando do Facebook que se transformou numa nova moda; as pessoas gastam cada vez mais do seu tempo a ver o perfil dos amigos, a encontrar novas pessoas para pedir em amizade, ou mesmo a falar com os amigos pelo chat, são capazes de passar horas em frente ao ecrã apenas a percorrer esta famosa página. Mas infelizmente esta prática atingiu miúdos e graúdos,  hoje em dia até vemos os nossos pais, ou mesmo tios e avós a aderirem a este tipo de práticas computacionais, e mesmo os mais pequenos dedicam-se a jogos online e a sites sobre os seus temas preferidos. O convivo, entre as pessoas, está a desaparecer lentamente e cada vez mais, se não forem entidades como a escola ou mesmo a Universidade, o emprego, a população quase não convive. É típico ouvirmos os nossos pais e avós a recordarem os jogos de futebol entre aldeias, o jogo da macaca, do lenço ou do berlinde, em que as crianças e jovens se juntavam nas ruas e eram capazes de passar assim, horas e horas a fio sem precisarem de um aparelho electrónico. Mas hoje em dia, até esta população dos velhos tempos tem que acompanhar a evolução astronómica e cada vez mais rápida da tecnologia que nos rodeia.

Marta Veloso

Telefone, de sempre, para sempre

Tema de escrita: O que significou falar à distância? O que acontece quando se transmite e recebe a voz?

Falar à distância é ouvir a voz de outra pessoa que se encontra do outro lado do telefone, podemos dizer que é uma coisa comum para quem vive nas sociedades dos séculos XX e XXI. Este aparelho que para nós é vulgar, acompanha-nos desde sempre e muitas das vezes nem nos apercebemos o quão útil se tornou nas nossas vidas, transformando-se assim num fiel companheiro. Foi um aparelho que revolucionou a história da tecnologia e muitas das vezes nem perdemos tempo a pensar nisso, para muitos foi uma novidade, para nós não passa de uma banalidade.

Quando olhamos para o telefone nunca pensamos que começou, tendo por base dois suportes, normalmente em lata que eram interligados por uma corda ou fio que transmitiam o som através de vibrações mecânicas. Claro está, que não abrangia grandes distâncias, mas esta é a base do aparelho que hoje em dia temos em nossas casas.

Depois de grandes controvérsias na história do telefone, o dispositivo acaba por surgir a partir de grandes esforços e de diversas contribuições. Primeiramente os únicos que gozavam desta nova tecnologia eram as elites que tinham meios suficientes para comprarem o seu telefone privado. Os mais pobres usavam, ao que se chamava antigamente de “posto público”, normalmente um local frequentado pela população da aldeia, como o único estabelecimento onde era possível serem feitas comunicações. Tudo isto, nos parece estranho, quando pensamos que hoje em dia, esta tecnologia está presente em praticamente todas as casas, escritórios, escolas, empresas, como algo vulgar e frequente.

O telefone veio facilitar a nossa vida nos mais variados aspectos. Conseguimos comunicar com outra pessoa independentemente da sua localização, a distância deixa de ser um elemento de separação. Na grande maioria dos casos o telefone ajuda a anular a saudade que temos de um familiar ou mesmo de um amigo que permanece longe. Obviamente que o aparelho não substitui a pessoa, mas o facto de ouvirmos e sermos ouvidos ajuda a que tudo se torne mais fácil, reconfortante e agradável.

Além de nos ajudar a suportar a saudade, também nos ajuda nas questões mais comuns e vulgares do quotidiano, quando por exemplo queremos marcar uma consulta, ou avisar que estamos atrasados para uma reunião ou mesmo marcar um café com um amigo, entre muitas outras situações. Não é necessária deslocação nem demoras, basta apenas fazermos o telefonema. Quando abordamos a questão do quotidiano não nos podemos esquecer dos jovens adolescentes que utilizam este aparelho com bastante frequência, para falar com os amigos ou mesmo com o namorado ou a namorada. Para além de todas estas utilidades, esta tecnologia é utilizada todos os dias para resolver assuntos políticos ou administrativos, trocas comerciais, para transmissão de informação de carácter militar ou mesmo para salvar vidas, basta apenas um telefonema.

Transmitir e receber a voz é falar em tempo real, com o indivíduo que está do outro lado, independentemente de quem seja ou da sua localização. É transmitir informação relevante ou apenas telefonar a dizer “olá”. O telefone surge para que as pessoas comuniquem de forma mais confortável, sem demoras e de forma mais eficaz, sendo para matar saudades ou para tratar de um assunto de Estado. Esta tecnologia tornou a nossa vida mais rápida e tem-se vindo a revelar eficiente e um aparelho do futuro.

Marta Veloso

Internet, a nossa melhor amiga

Tema de escrita: Como está presente a mediação digital no meu quotidiano? Qual a função da comunicação síncrona à distância no meu dia a dia? Como é que eu tomo parte nas redes sociais electrónicas? 

A mediação digital está cada vez mais presente no quotidiano de qualquer um particularmente no que toca ao computador e à Internet  Quando abrimos o nosso computador e acedemos à Internet  temos tudo aquilo que necessitamos compactado apenas neste aparelho que revolucionou a nossa vida. Temos as redes sociais que nos permitem estar interligados com todo o mundo, mesmo com aqueles que não conhecemos e aos quais chamamos de “amigos”, usando aquela típica frase “Ele é meu amigo no Facebook”. Temos sites das nossas revistas e jornais favoritos que podemos  ler Online, poupando tempo e dinheiro, podemos aceder aos nossos canais de televisão e ver o episódio ou a noticia que perdemos no dia anterior. E mesmo no que toca à aprendizagem, precisamos necessariamente de Internet, porque nos dias de hoje tudo está em suporte digital, no meu caso como estudante da Universidade de Coimbra, uso de forma quotidiana o Inforestudante, onde me é disponibilizado todo o material de que necessito. Uso de forma consecutiva a Internet para fazer trabalhos ou mesmo para procurar informação relevante para a minha aprendizagem que muitas das vezes me ajuda no meu sucesso escolar.

Como podemos ver a Internet não está apenas presente na vertente do entretenimento, mas também na vertente da aprendizagem, neste momento e no mundo em que vivemos é quase impossível vivermos sem aquilo que há uns anos achávamos impensável.

A Internet muitas das vezes funciona como um meio de comunicação à distância, não falo só de comunicação entre pessoas, mas também comunicação de acontecimentos, quando através da Internet temos acesso a tudo aquilo que se passa no nosso país e no mundo que nos rodeia, sabemos daquilo que muitas vezes não é falado na televisão, comportamentos e situações que muitas das vezes os canais de televisão não ousam falar e que a Internet acaba sempre por nos esclarecer, e mostrar sempre o reverso da medalha. Esta comunicação também pode ser feita através dos sites de jornais, revistas ou mesmo canais televisivos como foi referido anteriormente.

Quando me refiro à comunicação entre pessoas, falo por exemplo do Skype, onde podemos ver que a Internet é uma rede de comunicações tão extensa que nos permite comunicar para outras partes do mundo através de apenas um Clic. Falo também do Messenger, embora muito pouco usado nos dias de hoje, devido aos avanços que se fazem sentir, principalmente no que toca às redes sociais, esta plataforma era algo que nos permitia comunicar para qualquer sitio, principalmente com familiares e amigos, como fazemos hoje em dia com o Facebook.

O grande auge da comunicação à distância actualmente são as redes sociais, como o universo do Facebook. De certa forma, plataformas como o Messenger estão ultrapassadas pelo uso predominante e excessivo do Facebook, que está cada vez mais evoluído. Podemos enviar mensagens para os nossos amigos, publicar o que quisermos no perfil daqueles que conhecemos, ou mesmo escrever um comentário a perguntar: “Está tudo bem? Já não te vejo há imenso tempo! Temos que combinar qualquer coisa!”. Se quisermos uma conversa mais privada temos o Chat  do Facebook, pelo qual podemos falar com o nosso amigo que vive na outra ponta da cidade ou mesmo com a nossa prima que vive em Londres, apenas através de um simples Clic. 

Com isto conseguimos observar que a comunicação à distância está praticamente concentrada no uso que fazemos das redes sociais e que plataformas como o Facebook foram criadas com o propósito da comunicação entre as pessoas em qualquer parte do mundo, pelo menos é assim que considero que este mundo cada vez mais extenso deverá ser usado.

Marta Veloso


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