Humanos 2.0

Os dispositivos digitais estão constantemente a ser usados pelo ser humano, fazendo com que possam ser considerados extensões da mente humana.

É quase impensável para nós sairmos de casa sem o telemóvel, isto porque sabemos que durante o dia-a-dia precisaremos de comunicar com alguém, fazer uma pesquisa no google, jogar os nossos jogos favoritos ou até mesmo actualizar os nossos perfis nas redes sociais, e por isso podemos, ainda mais do que uma extensão, denominar este dispositivo de melhoria da mente humana. Isto porque nos dá capacidades que não possuímos naturalmente. Possuir um dispositivo como um smartphone dá-nos imediatamente o poder de comunicar a longas distâncias, de fazer uma viagem rápida para algum destino cujo caminho nos seja desconhecido, de procurar solução para quase qualquer problema na internet, ou mesmo fazer uma compra e pagá-la, em qualquer lugar do Mundo.

O mais recente exemplo desta utilização dos dispositivos como extensão da nossa mente é o Smartwatch. Os smartwatches são dispositivos móveis, com a forma de um relógio de pulso, com a capacidade de fazer quase tudo o que os telemóveis, tendo ainda a capacidade de “trabalhar” em conjunto com estes últimos, podendo ser usados para atender as chamadas que fazem para o nosso telemóvel e também receber e enviar mensagens.

O facto de este dispositivo ter a forma de um relógio é um indicador claro do quanto estamos ligados aos nossos dispositivos, introduzindo-os até no nosso vestiário.

Podemos, portanto, concluir que os nossos dispositivos fazem parte de nós, modificando as nossas práticas diárias e ajudando-nos a superar-nos a nós próprios, oferecendo-nos habilidades que há 20 anos atrás seriam impensáveis.

João Resende

O Software Nas Nossas Vidas

Nos dias de hoje o contacto com algum tipo de software é praticamente inevitável, ele está presente nos nossos telemóveis, computadores, tablets e até em alguns televisores.
Mas existem vários tipos de software, vocacionados para diferentes funções.
Alguns programas e aplicações são utilizados exclusivamente a nível profissional, ou seja, este tipo de software age como ferramenta de trabalho.
Porém, existem também milhões de “apps” e programas direccionados para o lazer, entretenimento, desporto e muito mais.
Obviamente que todo este software à nossa volta tem implicações no nosso estilo de vida, e na forma como socializamos com os outros.
Como exemplo disso, temos as SMS’s (Short Message Service), que vieram introduzir ao mundo uma nova forma de comunicação escrita, muito mais rápida e acessível do que todas as anteriores, sendo utilizado em estilo de conversa, e não para assuntos formais ou profissionais. É aí que entra o E-Mail, muitas vezes denominado como o “substituto da carta”, embora esta última forma de correspondência não tenha caído ainda completamente em desuso.
Muito daquilo que vemos como arte é realizado através do software. A edição musical exemplifica isso muito bem, em que várias ferramentas de software se juntam na criação ,edição e masterização da música que chega ao consumidor final.

O Design Gráfico é mais uma das áreas em que o software é frequentemente envolvido, através de programas utilizados também na edição fotográfica.

Podemos concluir assim que o software tem um enorme peso nas nossas vidas, estando ligado a quase tudo o que fazemos, tanto no trabalho, como nas nossas outras actividades diárias.

João Resende

Luzes, Câmara.. Ação?!!

Talvez por ter nascido numa geração onde a gravação de video já estava vulgarizada, não consigo imaginar o mundo sem esta forma de arte e de comunicação social, talvez a mais importante e usada nos dias de hoje. Mas nem sempre foi assim.

O movimento representado numa gravação de vídeo é, nada mais, nada menos do que a junção de várias fotografias tiradas consecutivamente, pelo que se pode considerar que a câmara de filmar é directamente descendente da câmara fotográfica. A ideia de “imagem em movimento” maravilhou o mundo e rapidamente se foram desenvolvendo mais e melhores técnicas e equipamentos, tendo também levado à criação do cinema, que fez chegar esta ideia ao público em geral.

Os primeiros filmes envolviam poucas ou nenhumas técnicas cinematográficas e movimentos da câmara e apenas por volta de 1910 os actores começaram a ser valorizados pelo seu trabalho. O som só foi introduzido no cinema em 1927.

Até aos dias de hoje, a indústria cinematográfica desenvolveu-se de forma predominante, tanto no que toca às técnicas como aos equipamentos.

Só por volta de 1976 é que o cinema chega à casa das pessoas, com o sistema VHS (Video Home System).

VHS-cassette.jpg

Mais tarde, no final dos anos 90, foi introduzido o DVD, inserido já na chamada era digital.

Actualmente, somos sufocados pelo poder que o video exerce nas nossas vidas. Tornou-se um meio de massas, acessível a todos, bastando para isso ter um simples telemóvel. O video, tornou-se portanto, a forma mais fiável de presenciar tudo aquilo que se passa no mundo, sem realmente lá estar, graças à democratização do aparelho de filmar, todos somos hoje capazes de rapidamente captar momentos únicos, partilha-los na Internet, e torna-los acessíveis ao resto do mundo em poucos minutos. Todos podemos ser realizadores ou jornalistas através da gravação de vídeo.

João Resende


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