Archive for the 'Imprensa Digital' Category

Netspeak….Sempre?

Netspeak é um modo de comunicar que foi criado especificamente para o uso nas mensagens e nos 3chats na internet. Um dos objectivos da criação deste tipo de comunicação foi o de não se ter de escrever todas as letras das palavras e explicar os nossos sentimentos de maneira mais rápida e curta, não só para popr tempo como também porque muitos dos dispositivos par mandar mensagens tinham um limite de caracteres por mensagem.

O Netspeak foi criado em inglês mas rápido esta ideia de utilização de abreviaturas e emoticons (símbolos para mostrar emoções e estados de espírito) tornou se mundial.

Como alguns exemplos de Netspeak temos:

‘lol’-laughing out loud;

‘l8’- late

‘idk’- I don’t know

‘CU’-see you

‘u’- you

Bff-best friend forever

B4- before

4-for

Estes são só alguns exemplos depois temos também os emoticons, exemplos destes são:

J (feliz)

L (triste)

😉 (wink)

:/ (incerteza)

E com estes as pessoas explicam o que sentem sem usar uma única palavra!

Claro que eu não critico o uso de tudo isto, porque eu também o uso mas tudo deve ser usado com peso e medida e nas alturas correctas. Não deve ser por o netspeak ser mais fácil e rápido que o devemos usar em tudo ou em todas as mensagens, pois com isso acabamos por perder a capacidade de desenvolver as nossas ideias e explica-las com todo o seu significado.

E temos de admitir quando alguém usa esta for de escrever sempre deixa de ser levada tão a serio e deixa de ser perceptível se sabe escrever ou não correctamente.

Devemos sempre fazer um esforço para escrever o mais correctamente possível, podemos usar algumas abreviaturas e emoticons mas não fazer disso a regra!

Netspeak Chart

Filipa Silva

Espetáculo, Mídia, Sociedade

No primeiro episódio da quarta de temporada da série American Horror Story há um diálogo que julguei apropriado para começar este texto. A história que se passa em um circo de “aberrações humanas” enfrenta problemas financeiros para se manter e o esforço de trazer novas “atrações” para o circo, consequentemente atraindo um certo número de espectadores, é resumido na seguinte frase:

– “Os tempos estão difíceis. Graças aos comediantes no rádio, o pessoal está se divertindo em casa agora.”

Não somente essa frase em particular, mas momentos pontuais durante toda a temporada discutirão a questão do abandono da prática popular do circo e de suas consequências em detrimento ao advento de novas tecnologias. Freakshow se passa no ano de 1954, na Flórida, Estados Unidos. O escopo da série serve para pensar na teoria de Marshall McLuhan que, mais do que pensar nos médias apenas por seu viés evolutivo, coloca a questão da práxis social no entorno destes objetos.

Nesse contexto, a televisão ao mesmo tempo que distancia socialmente, cria um novo nicho, uma nova prática individualista, uma nova extensão humana em sua apreciação. Não mais a reunião coletiva em um determinado local onde códigos de conduta em grupo estariam sendo postos em prática. A televisão, com a sua alta necessidade de atenção e pouca chance de argumentação a partir do espectador acaba por erradicar a conversação social. Além disso, por causa de se alcance imediato e instantâneo, serve de instrumento ideológico.

Em uma entrevista de 1977, Marshall McLuhan afirma que entre o rádio e a televisão, a televisão estaria criando um certo tipo de analfabetismo. Isso é justificado a partir das opiniões professadas pela televisão ( o conteúdo ) e, mais ainda, salienta a eficácia e importância que o objeto eletrônico em si desempenha na sociedade: o que a televisão professa é algo verdadeiro, indiscutível ( o meio ).

Dessa forma, podemos entender o meio, além de um transmissor, como a própria mensagem, o que ratifica a máxima de McLuhan: ‘o meio é a mensagem’. Não só o seu conteúdo transmite, mas sua atualização objetual pressupõe uma série de adaptações pertinentes à sociedade. A “reclamação” que pauta o seriado descrito acima, ultrapassa os limites da pura novidade. Ela se calca na comprovação de que certas formas de cultura, como certos meio de comunicação, se revelam obsoletos conforme o homem continua a estender os seus domínios. E mais do que isso, o ambiente na qual esses meios convivem é afetado de forma, muitas vezes, irreversíveis.

Reúne-se agora em torno do meio, não mais do espetáculo.

Reúne-se agora em torno do meio, não mais do espetáculo.

André Luiz Chaves

A Câmara Digital e a Revolução (ou A Câmara Digital é a Revolução)

Dizia Antoine de Saint-Exupéry que para ver claramente, basta mudar a direção do olhar. Peço então permissão para distorcer este parecer à luz dos dias de hoje: para ver claramente, basta deixar de fiar nos nossos olhos e confiar nesse “olho extra” que é a lente de uma câmara digital.

A câmara fotográfica tornou-se uma tecnologia tão banalmente ubíqua que nos parece anacrónica a sua ausência. Vivemos atualmente uma necessidade intrínseca de criar provas visuais de todos os instantes da nossa existência, que expressamos diariamente nos looks do dia e nas dezenas de selfies que entopem o feed de redes sociais como o Facebook ou o Instagram; somos protagonistas deste fenómeno ao pertencer ao número crescente de criadores do Youtube que trazem as suas vidas ao domínio público na forma de vlogs.

Mas se estas utilizações, cujos méritos também devem ser apreciados e valorizados, dominam uma tão grande porção da Internet, como garantir que outros conteúdos, de cariz mais político ou reivindicativo, cheguem até nós com a mesma facilidade? Como divulgar uma mensagem tão importante quando plataformas como a televisão são cada vez mais desacreditadas, e o mundo da Internet está mais interessado em desvendar a cor de um vestido?

Neste contexto, é fundamental o papel dos vídeos amadores, filmados por meros cidadãos espectadores de situações violentas, como esta, que por vezes os próprios média mais “oficiais” não se atrevem a noticiar de forma crítica.

Porque a dimensão política das tecnologias de comunicação e de informação está inerentemente ligada à liberdade de expressão e de divulgação, é imprescindível que valorizemos a palavra do cidadão face ao relativo silêncio dos noticiários. O caso mencionado de abuso de autoridade policial na cidade de Ferguson, Missouri (EUA) ainda hoje se repercute na vida diária dos seus habitantes; contudo, já há muito as televisões tornaram a sua atenção para outros assuntos.

Torna-se então clara a estreita ligação entre a plataforma interativa que é a Internet e a prática da liberdade de expressão, tão facilitada pela Web 2.0 e a descentralização da informação em rede. Por fim, encontramo-nos capazes de partilhar informação que de outra forma poderia não ser divulgada: rejeitada pelos jornais ou silenciada pelos noticiários. Cabe-nos a nós utilizar a Internet de forma interventiva e chamar a atenção para os flagelos que se passam um pouco por toda a parte, colaborando em defesa da justiça.

Não quero, com isto, insurgir-me contra os usos mais levianos dos média; o bicho humano é, afinal, tremendamente necessitado de entretenimento, e em nada defenderia a minha causa descartar as artes, por exemplo. Contudo, talvez não seja necessário adaptar as palavras de Saint-Exupéry, mas sim compreendê-las face à atual conjuntura social e mediática: para ver mais claramente o mundo, basta descolarmos o olhar plácido da infindável lista de novas apps que surgem diariamente, e dirigi-lo à todo um outro mundo de informação que se encontra à mera distância de um clique.

Beatriz de Sousa Ferreira

Una familia on-line

Los medios digitales, las redes sociales, la mensagería instantánea… skype, facebook, facetime, whats_app, iMesnajes; son realidades con las que convivimos día a día, realidades que han entrado en nuestras vidas a través de la generación de los años 80 y 90.

Desde mi experiencia personal, como estudiante erasmus, la comunicación e información digital, y a través de Internet me permite seguir con mis rutinas, y mantenerme informada de lo que ocurre en mi país por los mismos medios de comunicación que utilizo a diario en España. Algunos ejemplos pueden ser páginas Web como www.elpais.com o www.rtve.es Estas páginas webs me permiten seguir la actualidad y ver el telediario de TVE mientras almuerzo, tal y como haría en casa.

Pero la comunicación on-line también llega a la comunicación de la familia, en algunos casos dañando la ecología de la comunicación. Dentro del núcleo familiar, este tipo de comunicación ha entrado de golpe a través de los hijos, primos o sobrinos; y no para de desenvolverse. Hace unos años, dentro de casa, mientras estabas en la habitación X y querias decirle algo a tu hermana que se encontraba en la habitación Y, te levantabas, ibas a su habitación y os comunicabais verbalmente; hoy en día esa ecología de la comunicación ha cambiado y coges el móvil y mandas un mensaje whats_app sin moverte de tu habitación. En este caso la comunicación tradicional está dañándose, sin embargo tiene otras muchas ventajas.

Otra vez, poniendo como ejemplo mi situación de estudiante erasmus. La comunicación on-line ha permitido que comunicarme con mi familia sea inmediato, con calidad y barato. Las llamadas telefónicas internacionales son excesivamente caras, y ya se ha perdido la costumbre de la correspondencia; por lo que resta la comunicación on-line. A día de hoy, mi familia y yo estamos en continuo contacto a través de la mensajería instantánea gracias a aplicaciones para teléfonos móviles como whats_app, o iMensajes. Además podemos vernos cuando queramos a través de skype, o FaceTime y mandar e-mails para información más detallada. Y también podemos enviar fotografías de lo que estamos haciendo en ese momento, notas de voz o incluso videos. Somos una familia on-line.

Cristina Rodríguez Díaz

O caso da droga invisível

Somos seres dependentes… dependentes da tecnologia para viver. Talvez isso possa ser explicado pelas facilidades que esta permite à vida das pessoas. Temos o exemplo do editor de texto que pode ajudar quem tem dificuldade em escrever correctamente sem o auxílio da máquina… mas até que ponto isso será benéfico se essa mesma pessoa ficar dependente da máquina em vez de procurar ultrapassar as suas dificuldades, concentrando-se na escrita manual?

A velocidade da tecnologia está a alterar o nosso relógio biológico. As pessoas querem fazer tudo à velocidade do computador, o que gera nervosismo e ansiedade quando se apercebem que tal não é possível. Queremos fazer tudo mais depressa e esquecemo-nos de que não somos máquinas! Tornamo-nos impacientes e não conseguimos lidar com a pressão que a tecnologia exerce sobre nós, correndo o risco de gerar problemas de auto-estima.

Quando ocorre uma falha numa dessas tecnologias, por exemplo, quando um individuo está a fazer um trabalho num computador, falta a luz e o trabalho não ficou guardado. Fica irritado, revoltado, entra em crise, questiona o porquê disso ter acontecido “porquê eu? Mas o que é que eu fiz de mal? Que porcaria! Agora vou ter que começar de novo! Mas porque é que eu não guardei o trabalho antes?”… parece que o mundo acabou…

Eu mesma já me encontrei numa situação bem desagradável. Preparei uma apresentação em PowerPoint para uma disciplina, na qual defendia uma tese… um trabalho que levou dias a preparar… quando chega o dia da apresentação o computador da escola não estava a funcionar e fui obrigada a apresentar o trabalho sem poder visualizar o que tinha preparado. Senti-me frustrada, revoltada… nem queria acreditar! Aquele trabalho era a minha segurança, o meu documento de apoio!

Esta dependência das tecnologias está a tornar-se um fenómeno cada vez mais presente. Uma pesquisa  realizada pela Universidade de Maryland, nos EUA, constatou que a dependência de telemóveis, computadores e tudo que esteja relacionado com a tecnologia pode ser considerada semelhante ao vício das drogas.  O estudo avaliou 1000 alunos (de dez países) com idades compreendidas entre os 17 e os 23 anos, que ficaram durante 24 horas sem telemóveis, redes sociais, internet e TV. Segundo a pesquisa, 79% dos estudantes avaliados apresentaram desde desconforto até confusão e isolamento. Outro sintoma relatado foi o de comichão, uma sensação  parecida com a de dependentes de drogas que lutam contra o vício. Alguns estudantes relataram, ainda, stress simplesmente por não poderem tocar no telemóvel.  Pela primeira vez, o vício na rede foi comparado com o abuso de outras coisas, como drogas e álcool.

O imediatismo da internet, a eficiência do iPhone e o anonimato das interações em chat tornaram-se ferramentas poderosas para a comunicação e até mesmo para os relacionamentos.

Vídeo que aborda a ideia defendida neste texto: http://www.youtube.com/watch?v=ezvq4d72PA4

Surge então a questão: “Até que ponto a nossa vida online não se sobrepõe à nossa vida offline?”

Seja qual for o país, capitalista ou socialista, o homem foi em todo o lado arrasado pela tecnologia, alienado do seu próprio trabalho, feito prisioneiro, forçado a um estado de estupidez.  (Simone de Beauvoir)

Daniela Fernandes

Kindle

Quando falámos de remediação nas aulas, não pude deixar de pensar nos e-books e na forma como eram uma nova versão dos livros em papel. Confesso que odeio ler no computador e que só consigo desfrutar de uma leitura se estiver a ler um livro normal, com capa, contracapa e páginas a sério. No entanto, há uns dias atrás descobri que existia um dispositivo que facilitava a leitura de e-books e não pude deixar de admitir que a perspectiva de poder ter centenas de livros armazenados num aparelho leve e pequeno é bastante atraente.

O Kindle (The number 1 Bestseller on Amazon!!!) é um pequeno aparelho digital cuja principal função é a de ler e-books. Para além disto, ainda permite o acesso a jornais, revistas e blogs online, bem como a compra e download de e-books, através de uma ligação wi-fi. Ficheiros MP3 são também lidos pelo dispositivo, embora com algumas limitações. Foi criado pela Amazon em 2007, tendo sido criada uma segunda versão em 2009 (Kindle 2) e ainda uma terceira em 2010 (Kindle3). A nova versão tem uma memória interna de 4G (extensíveis recorrendo a cartões de memória) e a bateria dura, em média e com o wi-fi desligado, um mês. Só lê ficheiros comprados no Amazon e o acesso a publicações on-line é pago mensalmente, também através do site.

Deixo o vídeo promocional:

 

Maria Leonor de Castro Nunes

La Stratégie commerciale d’Apple

En 10 ans la société Apple a affirmé sa position de leader sur différents marchés, sa politique commerciale en est une grande raison.

Apple a pris pour habitude de renouveler, chaque année, la plupart des gammes de ses produits. Si l’iPad – actuellement dans sa deuxième version – a déjà pris pour habitude de se faire renouveler durant la période mars/avril, l’iPhone, lui, est traditionnellement mis à jour au mois de juin, à l’occasion de la Worldwide Developpers Conference (WWDC), depuis sa première version lancée en 2007. Les iPods, eux, sont renouvelés annuellement au mois de septembre. Ces renouvellements rapides permettent à la firme de faire parler d’elle tout au long de l’année, à l’inverse de la concurrence.

Les prix sont aussi un critère où Apple se distingue. Si le géant américain avait utilisé la stratégie classique,il aurait vendu son iPod à bas prix et aurait réalisé ses bénéfices lors de la vente des chansons sur iTunes. Mais non ; Apple a choisi de faire le contraire. Ils ont plutôt créé le site iTunes pour encourager les clients à acquérir un appareil créant une hyper fidélisation. Il en a été de même pour les Macs, Iphones et Ipads ayant des prix plus élevé que la concurrence. Ces prix assez élevés, et ce manque de produit d’entrée de gamme permettent à Apple d’avoir une image de marque désirable dont les produits sont de qualité. Avoir un iPod, Ipad, Mac ou encore iPhone devient une « chance », un privilège.

La communication d’Apple a toujours fait preuve de beaucoup d’imagination. Pour l’iPod tout d’abord les publicités étaient créatives, rythmées, laissant peu entrevoir les caractéristiques du produit.

Le spot publicitaire est en quelques sortes réservé aux adeptes d’Apple qui reconnaîtront le produit tout de suite. Par ailleurs, en étant assez réservé et discret quant au produit, le spot peut attirer l’attention justement sur ce produit et les valeurs que les scénaristes ont tentées de faire ressortir dans ce spot.

Pour l’iPhone, Apple joue sur la simplicité, la sobriété. Une simple description de quelques fonctionnalités, associées aux mains d’une personne utilisant l’iPhone. L’argument “téléphone” est presque anecdotique, seulement glissé à la fin, créant une surprise.

L’iPad première génération reste dans cette logique et a droit à une publicité encore simple, sans voix, juste des images d’un iPad en usage et une musique.

Cette simplicité dans les publicités Apple permet de cibler le plus de personnes possibles, les sceptiques peuvent voir quelques caractéristiques et la facilité d’usage, les conquis ne seront qu’encore plus attisés par ces publicités augmentant leur impatience pour la sortie du produit et les déçus de la marques verront qu’elle se renouvelle et s’améliore.

Apple a su choisir les méthodes pour conquérir le public le plus large possible et cela a, jusque là, l’air de plutôt bien fonctionner.

Julia Alberti


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