Arquivo de Fevereiro, 2009

As primeiras máquinas de escrever (c. 1874-1878)

remington_n2_1878Remington Nº2, c. 1878. O primeiro modelo a ser comercializado em larga escala.

A saída da fábrica (Lyon, 1895)

La sortie de l’usine, Auguste Lumière e Louis Lumière, 1895.

Vista de uma janela em Le Gras (c. 1826)

vista_de_uma_janela_em_gras_1827Primeira fotografia, por Joseph Nicéphore Niépce (c. 1826).

Sarah J. Arroyo, Hands and Writing (2007)

A autenticação da reprodução através da inscrição física do real

gramophone_film_typewriter1986

In contrast to the arts, media do not have to make do with the grid of the symbolic. That is to say, they reconstruct bodies not only in a system of words or colors or sound intervals. Media and media only fulfill the “high standards” that (according to Rudolf Arnheim) we expect from “reproductions” since the invention of photography: “They are not supposed to resemble the object, but rather guarantee this resemblance by being, as it were, a product of the object in question, that is by being mechanically produced by it – just as the illuminated objects of reality imprint their image on the photographic layer,” or the frequency curves of noises inscribe their wavelike shapes onto the phonographic plate.

A reproduction authenticated by the object itself is one of physical precision. It refers to the bodily real, which of necessity escapes all symbolic grids. Media always provide the appearances of specters.

Friedrich A. Kittler, Gramophone, Film, Typewriter, Stanford, CA: Stanford University Press, 1999 [1ª ed. alemã, 1986], pp. 11-12.

O fonógrafo (1878)

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Michael Wesch, The Machine is Us/ing Us (2007)

Regras de participação em «Introdução aos Novos Média»

Três anos de experiência com o blogue DigLitMedia (2006-2009), da disciplina Literatura e Média na Era Digital, demonstraram o valor deste exercício colectivo de escrita como instrumento de aprendizagem e de conhecimento. Tal como aquele, Introdução aos Novos Média funcionará como uma extensão da comunidade temporária de aprendizagem que a aula constitui. Procuraremos incorporar o trabalho feito na aula no trabalho de escrita que fizermos no blogue e vice-versa, usando alguns dos contributos escritos como ponto de partida para o trabalho na aula.

A participação no blogue «Introdução aos Novos Média» será um elemento essencial desta disciplina para os/as alunos/as em avaliação mista: 40% da classificação será feita a partir das contribuições para o blogue; 10% caberá à participação nas aulas e 50% resultará do exame. Para os/as alunos/as em avaliação final, a participação no blogue é facultativa. Neste caso, a participação no blogue apenas será ponderada na classificação final (40%) se cumprir a regularidade estabelecida. Quem não dispuser de acesso pessoal à internet deve usar os diferentes pontos de acesso das Salas de Leitura das diversas Bibliotecas ou da nova Sala de Informática da Faculdade (6º piso).

Regras para a participação no blogue «Introdução aos Novos Média»:
1º) cada participante pode publicar três tipos de materiais: um texto de reflexão sobre um problema teórico ou uma obra tratados numa das aulas da semana, tomando como ponto de partida os temas de escrita sugeridos; uma breve apresentação de novos dispositivos ou aplicações digitais; ou uma obra digital acompanhada de uma análise crítica que justifique a escolha – neste caso, a obra deve ser inserida através da hiperligação para o respectivo ficheiro, se se tratar de ficheiro de som ou de vídeo, ou inserida directamente se se tratar de um ficheiro de imagem. NB: todas as ligações externas devem abrir numa nova janela;
2º) cada participante deve publicar pelo menos 5 pequenos textos durante o semestre, até à data-limite definida na planificação (publicações depois da data-limite serão penalizadas);
3º) as entradas publicadas deverão ser uma extensão do trabalho da aula: a) tentando responder a uma questão específica levantada; b) reflectindo sobre uma obra observada ou sobre um texto lido; c) escolhendo uma obra que possa relacionar-se com a problemática em estudo; e d) comentando outros textos ou outras obras publicados no blogue;
4º) todos os participantes devem registar-se com nome próprio e apelido, de forma a que a autoria de todas as entradas seja facilmente identificável; devem ainda assinar os textos no canto inferior direito;
5º) as entradas publicadas podem ser classificadas numa ou em várias das seguintes categorias (já pré-definidas): história dos média; teoria dos média; arte digital; cinema digital; desenho digital; dispositivo digital; fotografia digital; imprensa digital; livro digital; literatura digital; música digital; rádio digital; publicidade digital; sociedade digital; sujeito digital; teatro digital; televisão digital e tipografia digital; a categoria atribuída por omissão [by default], isto é, se não houver qualquer especificação, será ‘novos média’;
6º) recomenda-se que os textos sejam cuidadosamente revistos antes da publicação, de preferência por outro/a leitor/a que não o/a autor/a, com o objectivo de serem corrigidos todos os erros gramaticais, de pontuação e de ortografia; NB: no que se refere à ortografia, deve usar-se ortografia do novo acordo ortográfico ou, no caso de estudantes brasileiros, a norma ortográfica do português do Brasil.
7º) sugere-se como extensão aproximada para cada entrada entre 250 e 300 palavras.


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