Arquivo de Março, 2012

senses do not change

The thing changing is the world, the thing transforming is the time; and the thing being affected by and, nonetheless, not changing is the human being. The time renews and eventually transforms itself from seconds to minutes, hours, days, months, year, centuries. The world changes itself by improvement of literature, art, science, philosophy, and of course technology. Technology changes the fastest and has the strongest effect on the world and on people’s life. And media, which emerges from the innovations of technology, makes us dependent by providing convenience, access to information, connecting with other people, etc… Similarly, those features that make our lives easier are imposed upon us by the way technology appeals to our emotions and psychology.

While everything changes in the universe, the thing which doesn’t change at all is the human being. That is, the extent of being affected by the media remains the same through the centuries. An advertisement to the Edison phonograph in 1906 addresses human psychology by mentioning human feelings and emotions:

I am the Edison phonograph, created by the great wizard of the New World to delight those who would have melody or be amused. I can sing you tender songs of love. I can give you merry tales and joyous laughter. I can transport you to the realms of music. I can cause you to join in the rhythmic dance. I can lull the babe to sweet repose, or waken in the aged heart soft memories of youthful days.
No matter what may be your mood, I am always ready to entertain you… I can give you sacred or popular music, dance, orchestra or instrumental music. I can render solos, duets, trios, quartets. I can aid in entertaining your guests. When your wife is worried after the cares of the day, and the children are boisterous, I can rest the one and quiet the other. I never get tired and you will never tire of me, for I always have something new to offer.
I give pleasure to all, young and old. I will go wherever you want me… If you sing or talk to me, I will retain your songs or words, and repeat them to you at your pleasure. I can …the voices of your loved ones, … I can help you to learn other languages… My voice is the clearest, smoothest and most natural of any talking machine. The name of my famous master is on my body, and tells you that I am a genuine Edison phonograph.
The more you become acquainted with me, the better you will like me. Ask the dealer.

This phonograph advertisement makes references to human psychology; desires, likes, pleasures, family, love, voice, body, gifts, dance, entertainment… These features have an effect on us “that we need to buy this product”. And this advertisement says the same thing “this phonograph makes you and your family happy”. This advertisement was published in 1907 and people were affected by the way of selling the product.

Similarly, today  we have so many products’ advertisements addressing  to the idea of people having the need to buy them. These kinds of advertisements refer to the products and the way people may feel by having them in the same way. That is the strategy of selling. Everything can change, however the human being doesn’t. Feelings, emotions, values do not change and strategies become the same.

Pınar EMRE

Bibliography: http://en.wikipedia.org/wiki/File:Advertising_Record.ogg#file

http://en.wikisource.org/wiki/Advertising_Record

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Os média como meios de comunicação: a evolução da escrita

Ainda é desconhecido como os homens primitivos deram inicio a uma comunicação entre si, se por movimentos ou por sons, ou ainda pela associação desses elementos, por isso estudos ainda buscam respostas para uma conclusão definitiva sobre isso.

Com o advento dos signos, o homem buscou maneiras de organizar e combina-los entre si para que fosse possível uma comunicação. Durante o desenvolvimento da comunicação, foram necessárias diversas transformações e processos tecnológicos para o seu aperfeiçoamento.

A princípio o homem comunicava-se descrevendo os fatos na mesma ordem em que ocorriam por meio de pictogramas (desenhos ou símbolos) e ideogramas (sinal que não exprime som nem articulação, mas ideias).

A utilização de signos sonoros e visuais para a comunicação a longa distância eram eficazes, porém limitados geograficamente. Somente a partir da criação da escrita (milénio IV a.C), os problemas relacionados ao alcance da comunicação foram solucionados sendo possível o transporte da mensagem escrita de um local para outro.

O conceito de letras – com as quais o homem formou os alfabetos – surgiu a partir da capacidade dos signos gráficos serem reproduzidos por unidades e sons menores que as palavras. Foram inúmeras alterações até que o alfabeto greco-latino se tornasse como o conhecemos atualmente.

Conforme a linguagem progredia, os suportes e os meios de comunicação do mesmo modo foram melhorando.

Com o advento do papel, criado pelos chineses, e da tipografia, por Gutenberg, tornou-se possível a produção de textos, livros e jornais em grande escala, dando inicio a tecnologia moderna da comunicação em substituição das tecnologias primitivas e arcaicas existentes (tambor, fumaça, papiro, pergaminho).

A comunicação, desde os primórdios, é um instrumento de integração, instrução, troca mútua e desenvolvimento entre as pessoas em quaisquer atividades realizadas. Com o passar dos tempos, este novo milênio vem exigindo cada vez mais das especialidades e capacitações do ser humano, sendo a forma como nos comunicamos a ferramenta mais importante no processo de expansão das organizações em todo o mundo.

Rafaela Christi

Our “being” in the writings

I am… We are… I R…

We all are unique, but  there is a discourse, perception about uniqueness through the media nowaday. Am I me when I use technology as an extension of the senses of mine? How do I participate as a person in the writing? Is the writing using technology unique?

The pen – “a machine” of writing, as well as the tool to emphasize the one, helps to express the one’s thoughts in words, and words in the writing. The possibility to write with the pen gives us the possibility to differ from each other, to personalize “being of me”.

The development of technology was a destruction or a reconstruction of our self being as a matter of the whole society uniqueness. To use a personal computer, a mobile phone or other devices to write, extended our abilities as well as mixed the feeling of  “our being” in the writing process.

We are virtually modified society and the never ending process of a new  technology implementation  in our lives is a push of it. To talk we don’t need to meet people, we can even hide our identity in the internet, if there is a use. There is no unique handwriting in the use of technology. We are using the same codes for all. It’s the code to select, mix and create a words, sentences, writings by using programs.

People are satisfied with technology.

It extends our senses. It helps to “reborn” them. The development of technology is the development of us.

The way how we  “write” nowaday using the devices of technological development differs (as it’s highlighted in the video), but at the both processes: using mechanic device like pen or technological devices as a personal computer, we are using them with our hands, only the percentage of being me in the writing is distinct.

 

Carta ou Email? Tecnologia, Ecologia e Sentimento

Tema de Escrita: O que significou deixar de escrever à mão? O que acontece quando se escreve com um teclado?

Hoje em dia a tecnologia está presente em cada bocadinho das nossas vidas. O telemóvel desperta-nos, o rádio toca durante o banho, a televisão atualiza-nos durante o pequeno-almoço, o computador ajuda-nos no trabalho e a máquina fotográfica capta cada momento que queiramos recordar. Sem tecnologia seria impensável viver. Ninguém quer imaginar viver sem luz, sem televisão, computador… eu própria me sinto como que afastada do mundo por não ter televisão durante a semana. Pondo-me no lugar de alguém, do século XIX, penso que viveria frustrada. Desde que acordo até que me deito, a música está sempre nos meus ouvidos ou o computador na minha frente. Acho que seria incapaz de viver sem tecnologia.

No entanto, há certas coisas que gostaria que não tivessem mudado. Intriga-me verdadeiramente o facto de atualmente preferirem escrever um email a uma carta. É certo que o aparecimento da Internet trouxe grandes avanços no trabalho de escritório e empresas. Há muito maior rapidez na comunicação e para negociar, em lugar de esperar uma semana por uma resposta, há que esperar apenas um segundo para a mensagem ser entregue. Há também a questão ecológica de poupança de papel, apesar de recentes estudos afirmarem que é mais poluidor enviar um email a escrever uma carta.

Além do aspecto da poluição, no email há também uma falta de sentimento. Por mais palavras que se escrevam num email, o sentimento de quem o escreve não é a mesma coisa para quem lê. Ver as “tremuras” da caneta não é o mesmo que ter um “smile” no final de uma frase. Embora o email seja prático para muitas coisas, não é ele que nos diz que existe uma verdadeira amizade. Lembro-me da minha mãe falar dos seus pen-friends. Ter um amigo distante com quem falamos por carta é muito mais interessante do que receber um email corrente de um “amigo” como que a lembrar que ainda está vivo. É certo que é muito bom falar com um amigo no facebook mas é muito mais especial receber uma carta ou um postal no aniversário.

Segundo o “Dicionário da Língua Portuguesa da Porto Editora”:

Email: sistema de transmissão de mensagens escritas de um computador para outro computador via Internet ou outras redes de computadores; correio eletrónico

Carta: escrito que se dirige a alguém; epístola; missiva

Acho que verdadeiramente o importante é deixar uma marca no papel, e não digitar numa máquina aquilo que queremos dizer. Por isso a minha proposta para refletir aqui fica:

Cláudia Sousa

Fotografia

Lembro-me que um dia, no meio das minhas brincadeiras, fui buscar algumas ferramentas do meu pai e a máquina fotográfica da minha mãe. Sentei-me no chão e comecei a desmontar aquele aparelho que me fascinava tanto, tinha que descobrir como é que aquele aparelho funcionava. Como é que era possível ficarmos “presos” dentro daquela caixinha mágica? Porque é que a caixinha dava aquela luz que quase nos cegava? Sobre a máquina e o seu funcionamento não obtive qualquer resposta, mas descobri que quando desmontamos o que não devemos, por vezes, temos problemas e os aparelhos deixam de funcionar.

Hoje sei, que Fotografia significa “desenhar com luz” e, que no ano de 1826, foi atribuída a criação da primeira fotografia a um francês chamado Joseph Nicéphore Niépc. Contudo a invenção da fotografia não é obra de um só autor, mas um processo de avanços e recuos por parte de muitas pessoas, que trabalharam juntas, ao longo de muitos anos. No entanto, se por um lado os princípios fundamentais da fotografia se estabeleceram há décadas, por outro, os avanços tecnológicos têm possibilitado a melhoria na qualidade das imagens produzidas.

Com a introdução da tecnologia digital, a sociedade atual, tem alterado os padrões que orientam o mundo da fotografia. Se nos seus primórdios, a fotografia, era um objeto que nem todos possuíam, hoje em dia, todas as pessoas têm dezenas ou centenas de fotografias. A maneira simples dos processos de captação, armazenamento, impressão ou reprodução de imagens amplia e democratiza o uso da imagem fotográfica. Estes fatores acabaram por contribuir para uma maior vulgarização do uso da fotografia.

 

Ana Carolina Rodrigues

Realidade Ficcionada

A ideia de imaginar um mundo sem fotografias, sem gravação de som ou de imagem em movimento é bastante complicado uma vez que essas tecnologias já fazem parte do nosso dia-a-dia. No entanto ao longo dos últimos anos temos vindo a observar uma evolução que acaba por ir de encontro às ideias que, antigamente, tínhamos como certas. Tentado explicar: há alguns anos atrás, a ideia de fotografia/gravação de som ou vídeo era tida como a realidade, ou seja, o que era representado era real e acontecera. Apesar das questões que se prendem com a realidade dita real e a representação do real, no passado tínhamos a certeza que aquela pessoa tinha estado à frente da câmara de filmar/fotografar ou tinha, de facto, proferido aquele som. Mas as tecnologias mudam e actualmente é impossível ter a certeza absoluta que as fotografias, filmes e gravações áudio não passaram por um processo de edição.

O photoshop, o after effects ou o audacity são só alguns programas que nos ajudam a alterar o que até agora era visto como realidade. No caso da imagem em movimento, o processo Chroma Key dá a capacidade de alterar o contexto do vídeo. Quando antigamente era necessário ir ao local para filmar um cena, agora basta uma sala com um pano verde que nem se nota a diferença. Esta evolução tem, tal como toda a evolução tecnológica, os seus prós e contras: Se por um lado os filmes cinematográficos ganharam bastante com este avanço, a questão da realidade deixa de ser, passo a redundância, real. As imagens produzidas num computador são tão perfeitas que é impossível diferenciá-las das não o são. Isso levanta uma questão muito importante: numa Era saturada de imagens desde caseiras a profissionais, desde pessoais a profissionais, até que ponto podemos nós confiar nas imagens?

Filipa Traqueia

Ver, ouvir e (re)descobrir.

Nestes últimos dias tentei meter-me no lugar das pessoas que viveram há um século atrás. Queria tentar entender, ou melhor, gostava de saber o que as pessoas daquela época sentiram quando souberam que se tinha descoberto a técnica e composto uma máquina que nos permitia gravar o som, fazer uma fotografia e mais tarde poder realizar filmagens. O resultado foi que me pareceu bastante difícil, e apenas consegui imaginar duma maneira muito vaga o que era naquela época assistir a um avanço tecnológico daquela amplitude. Hoje em dia estamos tão habituados às novas tecnologias, muitas pessoas não passam um dia sem ligar a televisão, o rádio ou o computador e nunca saem de casa sem o telemóvel e acho que foi devido a isso que me pareceu difícil imaginar uma vida sem todos estes dispositivos.

Embora não pude viver naquela época em que foram descobertas essas coisas, hoje posso ver o impacto que elas tiveram na nossa sociedade. Aquilo que foi uma espécie de revolução trouxe-nos aspetos bastantes positivos graças aos quais fomos compreendendo muita coisa desde então.

Todas aquelas tecnologias foram ajudando a guardar uma memória mais objetiva da história. Um exemplo, seria a música porque enquanto temos apenas partituras dos celebres compositores como Mozart ou Beethoven, por outro lado temos a música que a partir do século XIX graças as novas tecnologias, foi sendo gravada progressivamente (sendo os próprios artistas que a compuseram a tocarem) e mais tarde as próprias atuações dos artistas foram sendo filmadas. Portanto, hoje em dia é possível fazer uma viagem no tempo simplesmente pesquisando atuações, músicas ou qualquer outra coisa no youtube.

Tudo o que foi gravado a partir do século XIX até hoje pode-se ver e rever hoje em dia. Foi deixada e vai-se deixando uma inscrição, uma marca no tempo. Hoje nota-se que há uma extensão da memória que seja ela coletiva ou individual. Há uma acumulação do conhecimento do passado até ao presente.

Finalmente, embora não tenha tinha a oportunidade de experienciar o que as pessoas experienciaram ao descobrirem as novas tecnologias há um século atrás, consigo imaginar o fascínio que elas sentiram tal como hoje fico fascinada ao ir descobrir documentos, canções, atuações etc. que não foram criadas no meu tempo, também como me fascina a mim, conhecer as novas tecnologias de hoje e tudo o que ainda nos falta descobrir.

 

Vanessa Gomes


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