Arquivo de Fevereiro, 2012

Internet, ferramenta de aprendizagem

Como participam os médias digitais nos meus processos formais de aprendizagem? Como uso a internet e o computador? Que programas e plataformas uso?

Desde há algum tempo, tem-se vindo a observar uma mudança radical nas diferentes formas de aprendizagem. Antigamente, o conhecimento que tínhamos sobre coisas que achamos fundamentais hoje em dia como saber notícias ou ter aulas “particulares” com pessoas que estão do outro lado do mundo era reduzido ou até mesmo nulo. Eu utilizo muito jornais electrónicos que me permitem aceder à informação que é fidedigna (em princípio), blogs, videoaulas e a plataforma do youtube que me enriquecem tanto cultural como socialmente na medida em que demonstram o que de importante se passa à minha volta. Essa noção antes não era possível, as pessoas tinham de se contentar com as notícias tardias e alteradas ou até mesmo nem sabiam o que se passava.  Assim, graças à maior invenção social, política e cultural do século XX, a Internet, podemos fazer todas as coisas que antes eram impossíveis ou impensáveis à distância de um clique. Esta invenção veio potenciar as formas de conhecimento tradicionais e elevou-as a um nível de tremendo destaque (tanto que estas tiveram de se adaptar aos avanços tecnológicos constantes) provocando um sucesso que hoje presenciamos no mundo inteiro.

Pessoalmente, considero que o aparecimento da Internet foi e continua a ser muito benéfico para a aprendizagem de diversos temas, consoante os interesses e os gostos de cada um. Neste curso que frequento a utilização da Internet como meio de aprendizagem é quase diário, desde a pesquisa de informações úteis para compreender as aulas até a visualização de vídeos da plataforma youtube pedidos pelos professores. Também frequento o Conservatório de Música de Coimbra, onde no Curso Livre de Jazz, me é muitas vezes pedido para ouvir este ou aquele intérprete para me ajudar a abordar melhor o instrumento e visualizar aulas na internet que obviamente são uma ajuda paralela que eu aproveito para melhorar o meu desempenho.

No entanto, a Internet também tem “o outro lado da moeda”, muitas vezes as pessoas pensam que devido a estar disponível online, a informação é fidedigna e portanto devem considerá-la relevante, essa interpretação está errada. Com o crescente interesse e o melhor acesso à Internet pela população mundial, a quantidade de informação errada ou incompleta é astronómica, por isso é que é necessário ter muito cuidado no seu manuseamento e se a utilizamos ou não como auxílio para a nossa aprendizagem. É necessário julgarmos a informação e não aceitar tudo como verdadeiro.

António Martins

Da Tecnologia à Privacidade

Recebi um dia um diário. Andava eu no ensino básico quando a minha mãe me deu um diário. A ideia era escrever lá todos os meus dias, todos os meus pensamentos e todos os sonhos que eu tinha. Mas acima de tudo, a ideia era guardar aquilo de tal modo que ninguém lesse o que lá escrevia. Hoje em dia este conceito está bastante alterado: o diário deixou de ter o formato de um livro e a privacidade deixou de ser fechada a cadeado para ser divulgada aos “sete ventos”. O blog. Este método que apareceu com o conceito de Web 2.0 dá a oportunidade aos consumidores deste novo meio de produzir os seus próprios textos, falar do seu dia-a-dia, partilhar as suas ideias e sonhos. Ora, este novo meio acabou por revolucionar o conceito de diário. Ao adicionar a ideia de partilha, o registo diário deixa de ser apenas uma coisa nossa para passar a estar acessível a todos à distância de um “clic”.

Para ajudar a situação, o aparecimento de redes sociais como o Hi5 e, posteriormente, o Facebook vieram criar uma liberalização de publicações que acaba por afectar os consumidores. Por um lado, o excesso de informação disponibilizada afecta o acesso à informação realmente importante, por outro o carácter de determinadas publicações leva a uma total invasão da privacidade promovida pelo próprio emissor. O Facebook, actualmente a mais poderosa rede social a nível mundial, é o melhor exemplo disso. Ao aceder à página inicial, onde nos aparecem as notificações dos amigos, podemos deparar-nos com uma notícia sobre um atentado na Síria publicada, por exemplo, por uma página do Público lado a lado com a informação de um indivíduo que foi às compras e comprou um champô com aloé vera. Esta discrepância na temática pode afectar a filtragem da informação acabando por haver uma confusão entre o que é acessório e o que é importante, o que é notícia e o que é simples coscuvilhice.

Filipa Traqueia

humanidade vs tecnologia

Com o passar do tempo, a linha que delimitava a humanidade da tecnologia tornou-se cada vez mais escassa. Diria, com grande pena minha, que o ser humano em si (quase) não consegue viver sem a simples, mas complexa, (futurista) máquina de escrever.

Começando pelos primórdios do computador que surgiram nos anos 40, esses, eram enormes, ocupavam salas inteiras, gastavam muito mais energia e não tinham memória praticamente nenhuma, só com o passar dos anos e com todos os avanços tecnológicos desde aí, é que podemos encontrar o computador que hoje conhecemos e ao qual já todos podemos ter acesso, o computador realmente simples e eficaz de se utilizar.

A questão é: será que vale a pena todo o esforço, tempo e dinheiro, que nós utilizámos para fazer evoluir a tecnologia, de modo a ela ser o que é hoje?

A verdade é que a tecnologia, os computadores e o uso deles, garantem cada vez mais o acesso a todo o tipo de informações, sejam notícias, músicas, vídeos, rádio, televisão, entre outros. Hoje em dia, tudo nos é possível, desde contactar com alguém a retirar informações, passando por matar curiosidades a alargar o conhecimento pessoal a qualquer nível, tema ou assunto e acabando, por fim, por saber o que se passa do outro lado do equador. Tudo se torna rapidamente acessível através de um click.

Mas não podemos esquecer que todas estas possibilidades quase infinitas têm os seus “senãos”, existe muito “lixo” na internet que conhecemos hoje, a publicidade e a propaganda enganosa são bons e grandes exemplos disso, para não falar da quantidade exorbitante de redes sociais e da falta de segurança que nelas existe.

Assim sendo, e acho que fica claro que o melhor aproveitamento da tecnologia depende, mais do que nunca, do ser humano, tal como tudo.

Há que saber as delimitações daquilo que nos rodeia.

 

Soraia Lima

A revolução da internet / a internet na revolução.

Nos últimos tempos tem-se assistido a um grande número de manifestações públicas de cariz político um pouco por todo o mundo. 2011 foi um ano particularmente conturbado. Desde a Primavera Árabe ao movimento de ocupação da Wall Street, passando pelas manifestações da Geração à Rasca em Portugal, ou aos tumultos na Grécia, Inglaterra, e outros países, o mundo parece ter vontade de mudar o mundo, o que fez com que a revista Time atribuísse o lugar de “personalidade” do ano aos manifestantes.

Não será coincidência que isto aconteça ao mesmo tempo que assistimos a uma crescente influência da internet na difusão de informação. Não é apenas uma questão de termos acesso a essa informação de forma mais fácil e rápida, muitas vezes no minuto. É também a existência de fóruns e redes sociais como o facebook, youtube, twitter, etc, que aproxima as pessoas de todos estes acontecimentos, não só levando a informação até elas, mas permitindo que cada um de nós dê a sua opinião. Opiniões que já não se limitam a conversas de café, mas que se lançam ao mundo, indo até pessoas de diversos países, muitas vezes àquelas que estão a viver os acontecimentos a ser falados. Não se trata apenas de se poder filmar determinado acontecimento e por num site de partilha de vídeos, mas também da possibilidade de comentar e partilhar esses vídeos. A força da internet está aí. Enquanto que antes a maneira de uma pessoa se ligar ao mundo era sentando-se no sofá e vendo televisão, ou comprando um jornal, hoje em dia as pessoas tem de facto poder. Poder de votar com a palavra. Poder de organizar movimentos públicos através de redes sociais. Poder de chocar e chamar a atenção para cenas de opressão através de vídeos. Poder de mostrar aquilo que muitas vezes os telejornais se abstém de mostrar.

E eis que, depois do ouro e do petróleo, a informação passa a ser um dos recursos mais importantes no mundo de hoje. A guerra de hoje não é só travada com armas, mas com palavras. Os escândalos “saltam todos cá para fora”. As mentiras são desvendadas e as verdadeiras intenções vêm à luz do dia. A economia segue o seu rumo a partir deste. E na economia estão todas as sociedades assentes, para o bem e para o mal.

A questão que se coloca é: até que ponto chega o poder da internet na intervenção social? Terá realmente poder de mudar alguma coisa, quando é tão fácil ficarmos dessensibilizados com as notícias que nos chegam? É tão fácil sentirmos apatia pelo mundo que nos rodeia quando nos fechamos à frente de um ecrã, e é tão fácil não fazermos nada para mudar o mundo quando sentimos que temos o poder de o fazer apenas por darmos a nossa opinião na internet, e reclamarmos que o político X é um grande aldabrão e o Y é que é, mas depois vamos ver vídeos engraçados do Gato Fedorento ou daquele moço que veio a descer uma rampa de skate e gritava ao Guedes para sair da frente, e esquecemo-nos de tudo o que vai mal no mundo.

A internet tem de facto poder para mudar as coisas. Mas como tudo na vida, é preciso levar tudo em moderação, e ter em conta aquilo que, só pela internet, não se consegue fazer.

Fernando Gil

Evolução Tecnológica: Apontamentos de um olhar

Em meados dos anos 80 do século passado, as crianças nasciam, cresciam e eram matriculadas na pré-escola, de forma a garantir a alfabetização e a socialização desta criança feita nesta oportunidade apenas no contato com o outro, na relação das brincadeiras infantis que muitas das vezes eram pautadas na imaginação e tradição popular.

Desta forma, começar a escrever desenhando as letras em FORMA e Cursivas eram um marco da infância.

Hoje, com o advento da tecnologia e consequentemente a presença dos computadores e da internet nas residências as crianças aprendem primeiro:

Hoje, século XXI, vemos crianças aos 3 anos de idade brincando nos computadores, jogando vídeo games, criando intimidade com o teclado e o mouse antes mesmo de saberem pegar em um lápis e manusear  uma borracha.

Seria isto o futuro? Uma grande perda ou um grande avanço?

De fato, aquelas tais crianças que no final da década de 90 já faziam um curso de datilografia, pois estavam virando “gente grande” e precisavam se inserir no mercado de trabalho, viram-se no fim da adolescência com a necessidade de aprender a usar a grande inovação: o computador. A datilografia fora, aos olhos de alguns, subitamente substituída pela digitação e as salas de bate papo na internet eram a grande novidade do momento. E ao mesmo tempo o telefone (ao menos no Brasil) era difundido nas residências, em seguida o celular (telemóvel) também começava a entrar na vida das pessoas.

Houve um processo de inserção e de popularização ao acesso dos computadores. Estas tecnologias foram, ao longo do tempo, sendo apropriadas pelos sujeitos e sustentando esta rede de crescentes inovações e desenvolvimentos tecnológicos.

Fui uma daquelas crianças da década de 80 e por algum tempo tive certa resistência e dificuldade em aprender a usar certas ferramentas do computador  principalmente.  Aos poucos, adaptei-me e passei a fazer o uso necessário da tecnologia, sem abuso ou exageros. Hoje, ano de 2012, fazendo intercâmbio, me vejo em situação de extrema necessidade e dependência destes meios.

O desenvolvimento pode trazer benefícios, estranhamentos, dificuldades e adaptação.  Trago aqui pequenos apontamentos e concluo que hoje principalmente a internet é na minha vida uma ferramenta de grande utilidade e necessidade. E que já que estamos no caminho das descobertas e inovações tecnológicas que elas venham para acrescentar na vida do ser humano sendo usadas também para pensar num desenvolvimento que seja sustentável, respeitando as finitudes dos recursos do nosso planeta.

Vânia Silvério

Novas tecnologias como “pilares” das sociedades democráticas

Tema de escrita: Qual a dimensão política das tecnologias de comunicação e de informação?

Todos sabemos que a comunicação em massa se começou a fazer, mais intensamente, com a descoberta do telégrafo. Daí até aos nossos dias um mundo de mudanças revolucionou as tecnologias de comunicação e informação.

Nos últimos anos as novas tecnologias vêm sendo, cada vez mais, ferramentas utilizadas e disseminadas a nível mundial. Todos nós as usamos e estamos em contacto com elas todos os dias. São omnipresentes. Tornaram-se, em virtude da sua importância, necessárias para com elas fazer, cada vez mais rápido, boa e má informação.

Nos primórdios, a comunicação começou por ser de um para todos  e, na actualidade, é de todos para todos. É a força das novas tecnologias que, com a facilidade que temos em adquiri-las, nos leva, ao utilizá-las, a ter a possibilidade de intervir como cidadãos-repórteres, neste mundo cada vez mais global e mediatizado, em que as novas tecnologias têm, cada vez mais, um papel importante na comunicação e na informação.

Com o aparecimento da Internet, o imediatismo de acesso às notícias pode ser feito em qualquer lugar e a qualquer hora. Podemos constatar que o mundo está a ter mudanças políticas aceleradas. A difusão da informação, através de um simples telemóvel, rapidamente chega à Internet e é difundida pelas redes sociais. Veja-se o caso da “Primavera Árabe” e, mais recentemente, da revolução na Síria, em que os civis têm conseguido fazer chegar imagens e vídeos através de canais próprios, sem a censura do Estado. É devido à proliferação destes meios de comunicação, que cada um pode transportar consigo, que isto se tornou possível.

Prevejo, que no futuro, os novos meios de comunicação e informação tenham uma dimensão política, cada vez mais relevante, não só nas sociedades democráticas, aliás como já acontece, mas sobretudo nas sociedades não democráticas, onde os meios de comunicação são silenciados e a informação difundida é aquela que vai ao encontro dos interesses desses estados não democráticos.

Espera-se portanto, que os novos meios de comunicação e informação, sirvam, não só para as funções específicas para que são criados, mas sobretudo, sirvam de alerta e de farol para comunicar às pessoas informações úteis e verdadeiras para que as sociedades sejam livres e plurais e em que todos os cidadãos estejam bem informados para terem uma participação activa na construção dessas sociedades.

Sem liberdade e pluralidade não há boa informação e, sem elas, não pode haver verdadeiras sociedades democráticas.

Liberdade de informação é sinónimo de democracia e este é o papel que as novas tecnologias podem e devem ter, para uma nova forma de fazer política.

Pedro Oliveira

Ubiquidade f-(ùtil)

Vivemos numa era anunciada de globalização  em que as formas de comunicação se alteraram radicalmente nos últimos 20 anos. Quando começaram a existir; o computador e o telemóvel , apenas uma minoria tinha a capacidade e possibilidade de os adquirir, com a crescente acessibilidade aos novos meios de comunicação, a sua presença é quase universal e controla os mercados, assim como lidera a comunicação intima e pessoal dos seres individualmente e porque esta mudança? Porque há um mercado que quer crescer e vender…

Assistiu-se a uma transformação nas formas humanas de comunicação… hoje em dia não só temos um telemóvel mas dois ou três , mais uns quantos computadores, sem falar naqueles que já foram para o lixo…escrever à mão caiu em desuso, já ninguém escreve cartas, enviam-se email e sms, já não e fazem amigos reais,temos amigos virtuais e esta omnipresença só não é total precisamente porque a tecnologia não chega a todos os habitantes do planeta ou melhor, não chega a todos da mesma maneira, há zonas que não há sequer electricidade… três terços da população vive com menos de 1euro por dia, enquanto que a restante população consome hambúrgueres que custam  1euro sofrem de obesidade mórbida e passam o dia a brincar aos amigos virtuais.

Enquanto que uma grande parte da população da população morre à fome, outra parte treina homens para a guerra!!! Tantas zonas esquecidas que só aparecem nos jornais uma vez por ano por causa de qualquer estatística que alguém se lembrou de fazer acerca dos números da pobreza mundial e as pessoas estão para ali esquecidas recebendo as migalhas dos países que se denominam desenvolvidos e que só produzem lixo electrónico que é despejado em zonas afastadas da dita zona desenvolvida, isto é, fabricam o lixo e depois vão despeja-lo à porta dos outros, para andarem todos engravatados a brincar ás bolsa de valor, aos bancos, aos políticos, e ás amizade virtuais, não posso dizer que algo é omnipresente quando de facto há muitas populações que nem sequer viram um computador… o computador não é essencial à vida mas a alimentação e a água potável são! Então porque é que os políticos e os homens em geral não investem na agricultura mas fartam-se de investir em tecnologia? … Com isto não quero dizer que não se deva investir em tecnologia, mas que se devem racionalizar as necessidades e há muita coisa que se faz que se compra, que não havia e não há necessidade

O GRANDE problema do capitalismo, e do lucro fácil e rápido, que os espíritos gananciosos pouco hesitam para alcançar, onde o essencial não é oferecer qualidade de vida ás populações, mas sim encher os bolsos enquanto o povo anda entretido a fazer mil amigos no facebook a fazer compras do ultimo grito AAAAAAAAAAAAH no shopping! A internet amiga fiel do capitalismo facilita as compras banais e fúteis, publicidades enganosas, que contribuem para f-utilização fácil do ser humano.

Por mais universais que os novos media sejam dificilmente vamos mudar o mundos e certas mentalidades apenas pela intervenção dos medias, a presença real do homem no terreno revela-se fundamental.

Não se respeitam os direitos dos homens nem das mulheres, das mulheres…sim das mulheres por incrível que pareça para mim, para a maior parte das mulheres, e para alguns homens, porque os outros, fazem parte dessa fração abominável e desprezível que acha que as mulheres são inferiores, são homens, e então inventam leis diferentes para as mulheres, estou a falar claro desse países que estão em guerra constante de noticias que chegam até nós mas que nunca saberemos o que se passa realmente, a não ser que nos arrisquemos a ir lá numa visita amigável, e o mais provável é não ficarmos cá para contar a história mas quem sabe? Parece surreal, que uma cultura possa achar que as mulheres são objectos de prazer dos homens e que tenham de andar tapadas e não possam votar nem trabalhar, que se o fizerem tem de pagar com a vida mas que mundo é este??? … E será mesmo assim? Ou … esta é a ideia que nos transmitem?… Orfanatos cheios de filhos rejeitados que se tornaram ladrões violentos assassinos, violadores… com que direito transformamos um mundo que podia ser maravilhoso numa feira de vaidades, poder e violência!

Sinceridade, ética e verdade… algo está mal no pais das maravilhas e não me venham com conversas que não posso ser Utópica um mundo melhor é possível não venham com histórias vocês não estão é dispostos a ceder algo que não vos pertence se não querem acreditar na Utopia, e o que é isso que não vos pertence? Dinheiro meus caros… trabalhamos por dinheiro há um todo que gira há volta, e então a ubiquidade dos media ou a ubiquidade do dinheiro? Já vos passou pela cabeça um mundo sem dinheiro? É o dinheiro que move a terra? NÃO a terra já se movia muito antes de existir dinheiro, a poluição que o consumo e o dinheiro provocam só vai fazer com que a terra desapareça mais depressa é possível um mundo em que todos trabalhamos porque simplesmente gostamos do que fazemos, sabendo respeitar as diferenças, um mundo em que apanhamos o nosso próprio lixo e não ficamos à espera que alguém o apanhe por nós, com a mania que somos príncipes e não podemos fazer tipo de tarefas

Há comportamentos que para mim são um dilema e onde encaixa a tecnologia? Bem… encaixa por aí na medida em que me permite transmitir este texto, se é que alguém vai ter paciência de o ler até ao fim, já agora o mundo da Internet não é um mundo ou será? Ou pelo menos confunde-se com isso UM MUNDO mas esse mundo pelo menos esse mundo que eu falo é um planeta, o planeta Terra e o planeta  Internet é bem diferente do planeta Terra  para mim o conhecimento, o conhecimento da terra a Sofia como diriam os filósofos aquela inspiração, tem cheiro, é palpável, para mim pelo menos, para mim é assim, eu preciso estar nos sítios para sentir genuinamente, eu não posso ir a um museu em Itália na Alemanha, na França, na Inglaterra, ou a um qualquer site da net seja lá onde for para ver gravuras de um templo grego ou melhor posso mas não vou sentir o mesmo… Então e o ar, e o respirar e o contacto com a natureza e toda aquela harmonia que é necessária à vida e à criação.

Para concluir

Digamos que a universalização dos media é uma espécie de tendência difícil de contrariar, Tornando-se pois uma arma poderosa, a mesma arma é partilhada por dois exércitos rivais pode ser usada de uma forma positiva ou negativa… não diria que os novos média revolucionaram mundo, mas sem dúvida que revolucionaram a comunicação e o acesso a informação…

Cristina Lopes.

Conferência SOPCOM 2009

“Só uma atitude ético-moral de pendor social pode equilibrar a natureza económica da tecnociência com o seu potencial valor social. Ou seja, a partilha do conhecimento e a livre circulação de informação são valores a defender a todo o custo, para que a sociedade não se torne totalmente dependente da economia de mercado, e para que os indivíduos dêem o seu contributo significativo para a sua própria emancipação.

Considerações finais

As ciências sociais e as humanidades têm a responsabilidade de reintroduzir nos debates científicos e políticos o carácter problemático das tecnologias emergentes e os riscos criados pela maximização da apropriação do mundo biológico, cultural e social por  parte de sistemas técnicos. A realidade da importância das TIC deverá ser tomada como problemática no que diz respeito aos seus usos correntes e também – sobretudo – pelas tendências que apresenta. Foram aqui expostos alguns problemas e propostas, com o objectivo de delinear uma topologia de novas formas de reflexão sobre as TIC. Evitando uma metodologia definida dentro das fronteiras de uma disciplina académica ou um conjunto de temáticas solidificadas, dever-se-á privilegiar a cooperação multidisciplinar, atribuindo ainda à investigação a responsabilidade de descortinar as implicações das TIC no funcionamento orgânico das sociedades. Referimo-nos aqui ao campo social, científico, cultural, político e económico, todos eles portadores de factores de instabilidade e mutação. É fundamental recuperar as novas (ou alternativas) formas de experiências para a reflexão ético-filosófica, criando um enquadramento crítico que siga as linhas gerais das propostas aqui deixadas

TIC (Tecnologia de Informação e Comunicação)

Para ver o artigo completo:

http://pt.scribd.com/doc/15465864/10-propostas-para-uma-filosofia-das-tecnologias-da-informacao-e-comunicacao


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