Um mundo HÍBRIDO !!!

Cada vez mais nos dias de hoje, o nome CIBORGUE, começa a ganhar mais relevância, pois cada vez mais aparecem indivíduos com chips implantados, ou com partes do corpo cibernéticas em vez de orgânicas. Tudo isto mostra o quão cada vez estamos mais dependentes da tecnologia, embora a grande parte das vezes seja por razões de saúde, para pessoas com problemas de visão (exemplo o qual vou falar a seguir), problemas motores ou de fala.

Um Ciborgue é um organismo cibernético, isto é, um organismo dotado de partes orgânicas e cibernéticas, geralmente com a finalidade de melhorar suas capacidades utilizando tecnologia artificial.

O termo deriva da junção das palavras inglesas cyber (netics) organism, ou seja, “organismo cibernético”. Foi inventado por Manfred E. Clynese Nathan S. Kline em 1960 para se referir a um ser humano melhorado que poderia sobreviver no espaço sideral. Tal ideia foi concebida depois de reflectirem sobre a necessidade de estabelecer uma relação mais íntima entre os seres humanos e máquinas, em um momento em que o tema da exploração espacial começava a ser discutido.

Um exemplo de um ciborgue real é o exemplo de Neil Harbisson, considerado o primeiro ciborgue e reconhecido como isso. Harbisson tem acromatopsia, uma condição que desde o nascimento o obrigou a ver o mundo em preto e branco. Desde os 20 anos, tem instalado um olho electrónico chamado eyeborg, que permite ao artista escutar as cores.

Com o aparecimento destes novos Ciborgues cada vez mais, começo a acreditar que daqui a uns anos muitas pessoas conseguiram superar doenças físicas, que até ali seriam impossíveis de corrigir. Quem sabe com isto aumentar talvez a esperança média de vida da sociedade. Claro que isto seria um processo muito lento e só apenas daqui a muitos anos seria possível tal acontecimento.

Tiago Marques

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O mundo dentro dos Media

Cada vez mais, somos confrontados com novos aparelhos que são lançados todos os dias, televisões topo de gama, smartphones, computadores, que com o tempo, cada vez mais, estes aparelhos se tornam mais transparentes, sempre com o objectivo de termos a melhor experiencia quando os usamos, permitindo com que sejamos absorvidos para dentro destes, perdendo noção de que estamos a olhar para um telemóvel ou para um computador, quase como se fossemos puxados para dentro destes aparelhos, para outra dimensão.

Por outro lado é sempre inevitável a completa absorção para dentro destes mundos electrónicos, pois estes aparelhos, ou o meio que nos rodeia vai impedir a completa experiência de Imediacia, ou porque o nosso telemóvel desligou ou abriu num menu, ou porque somos chamados para ir realizar alguma actividade ou até mesmo porque nesse mundo se está a passar algo que nos faz perder o interesse nele, fazendo com que comecemos a apercebermo-nos do que se passa à nossa volta, reparando que na verdade estamos a olhar para um simples aparelho electrónico, Hipermediacia.

Dando agora exemplos disto, quando estou a ver televisão, que no meu caso a televisão é fina e com contornos pequenos, e está a dar um programa que me interesse, eu sou completamente sugado para o mundo onde se passa o programa, ficando abstraído completamente do mundo que me rodeia, ou seja Imediacia, mas quando o programa vai para intervalo ou acaba e começam a dar publicidades ou até mesmo outros programas menos produtivos, o interesse com que eu estava no programa começa a desaparecer, começando a reaparecer os contornos da televisão, a parede onde ela está presa e todo o mundo que me rodeia. Concluindo a minha visão sobre o aparelho muda, sendo que deixo de ver através do aparelho e começo a ver o aparelho, sendo que ainda não são completamente invisíveis.

Será que algum dia estes aparelhos serão feitos de uma maneira em que deixe de haver Hipermediacia, e sejamos mesmo absorvidos para dentro do aparelho?

Não sei, mas eu ia adorar!

Tiago Marques

Fonógrafo: A representação da necessidade humana

O fonógrafo foi um ponto crucial no mundo sonoro. O fonógrafo, mudou completamente o mundo, a partir do momento em que apareceu, tudo isto devido ao facto de ser o primeiro aparelho a poder gravar e reproduzir sons. Embora, nos dias de hoje, o fonógrafo tenha quase sido deixado de usar, sendo que algumas pessoas ainda usufruem deste, o fonógrafo foi a primeira pedra para tudo que hoje nos é disponível a nível de reprodução e gravação de sons.

A invenção do fonógrafo por Edison foi o ponto culminante de uma série de inventos que primeiro tentaram realizar a tarefa de gravar de forma mecânica em algum meio as vibrações sonoras. Um cone acústico era utilizado para captar o som e fazer vibrar um diafragma localizado no final do cone; com a vibração do diafragma uma agulha gravava marcas em um cilindro que representavam as ondas sonoras propagando-se no ar.

Este aparelho na minha opinião, tendo em conta que trabalho na área da música, foi se calhar a invenção mais importante nesta área, tal como na área da rádio, comunicação e comercialização, pois permitiu coisas tais como: a gravação de músicas, a facilidade de poder ouvir estas sem necessitar de contratar uma banda, a possibilidade de transportar estas, e ouvi-las em locais diferentes, a possibilidade de levar música às classes mais pobres, o transporte de cultura entre populações, ajudou no apelo ao consumo, produtor de mensagens sendo a projecção de emoções humanas através de uma máquina.

Concluindo, acho que podemos chamar a este objecto a representação da necessidade humana, pois neste momento, e tendo em conta a situação do nosso planeta, acho que o mundo não funcionaria sem esta criação que aproximou o emissor do receptor.

Tiago Marques

 

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#seculo XXI

Século XXI, o que é isso?

Neste momento, acho que lhe podemos chamar século virtual, tendo em conta que quase metade do nosso tempo é passado em frente a um ecrã a ler e a ver publicações e mensagens nas redes sociais, a postar fotos no Instagram e a “socializar”, se é que podemos chamar-lhe assim.

Estas novas tecnologias acompanham os nossos dias, 24 sobre 24 horas, tornando-se quase impossível separarmo-nos deste mundo virtual. Eu falo por experiência própria: neste momento, eu sinto que seria impossível passar uma semana – ou alguns dias que fosse – sem utilizar a internet. A internet, para mim, tornou-se algo indispensável, tendo em conta que é esta via que mais utilizo para comunicar com pessoas que estão longe de mim e é com ela que ocupo a grande parte do meu tempo livre, quase como se uma parte da minha vida estivesse nesse mundo a que chamámos internet.

Mas como a internet, também o telemóvel roubou uma parte importante do ser humano, a capacidade de conviver com outras pessoas e socializar com as mesmas. As pessoas têm vindo a deixar de falar umas com as outras e têm passado a trocar mensagens ou chamadas, deixando de saber o que é um sorriso, uma cara triste, um amigo verdadeiro…

O ser humano deixou de falar frente a frente e começou a usar o chat, onde expressa as suas emoções, através de bonequinhos amarelos com sorrisos ou caretas; deixou de conseguir falar sem usar um hashtag antes das frases; começou a fotografar a nossa vida para que todos vejam e tornou-se alguém que diz tudo o que pensa ou sente, ou seja, expressa e expõe os seus sentimentos e a sua vida. Aqui chegados, acho que se torna um ser Antissocial.

Friamente, analisando esta problemática em profundidade, sinto-me um pouco desiludido comigo mesmo. Como é possível que uma coisa tão banal como uma rede social ou um dispositivo digital tenha sido capaz de me possuir, sobremaneira, a mim e a um mundo inteiro?

Será que conseguimos alterar esta situação – ou pelo menos diminuir os valores da dependência – num futuro próximo?

 Tiago Marques


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